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São Paulo

SP cria fase de transição e libera comércio no fim de semana

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As medidas mais rígidas de restrição da fase vermelha, o avanço na vacinação e a expansão de leitos hospitalares resultaram em decréscimo de 1,4% ao dia em novas internações e de 0,8% ao dia em UTIs para pacientes moderados e graves com coronavírus.

“A fase de transição é necessária para que possamos dar passos seguros adiante sem o risco de retroceder. O apoio da população nesse novo momento da pandemia continua sendo fundamental. Não é hora de baixarmos a guarda”, afirmou o Vice-Governador e Secretário de Governo Rodrigo Garcia.

A nova fase inicia no próximo domingo (18) e está dividida em dois períodos. Na primeira semana, de 18 a 23 de abril, a flexibilização acontecerá para o setor do comércio, incluindo lojas de shopping, com funcionamento permitido das 11h às 19h. Nesse período, também será permitida a realização de cerimônias e cultos religiosos com restrições, desde que seguidos rigorosamente todos os protocolos de higiene e distanciamento social.

No período de 24 a 30 de abril, além dos estabelecimentos comerciais, poderão voltar a funcionar as atividades ligadas ao setor de serviços como restaurantes e similares (lanchonetes, casas de sucos, bares com função de restaurante), salões de beleza e barbearias, atividades culturais, parques, clubes e academias. O horário de funcionamento será das 11h às 19h, com exceção das academias, que poderão abrir das 7h às 11h e das 15h às 19h.

A fim de evitar aglomerações, a capacidade de ocupação permitida nos estabelecimentos na fase de transição será de 25%. O toque de recolher continua em vigência em todo o Estado, das 20h às 5h, assim como a orientação para o teletrabalho para as atividades administrativas não essenciais e escalonamento de horário na entrada e saída das atividades do comércio, serviços e indústrias. A próxima atualização do Plano SP acontecerá a partir do dia 1 de maio.

O resumo com as medidas anunciadas pelo Governo do Estado está disponível na página https://issuu.com/governosp/docs/.

São Paulo

Morre o prefeito da Capital SP, Bruno Covas

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, morreu às 8h20 deste domingo (16), em decorrência do câncer da transição esôfago-gástrica e complicações do tratamento. O velório será fechado, com a presença apenas para a família, mas haverá também uma cerimônia na prefeitura.

Licenciado do cargo no início deste mês, Bruno Covas estava em tratamento no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

Filho de Pedro Lopes e Renata Covas Lopes e pai do jovem Tomás Covas, Bruno nasceu em Santos, no litoral paulista, no dia 7 de abril de 1980, e foi advogado, economista e político brasileiro.

Mudou-se para a capital paulista em 1995 e, dois anos depois, filiou-se ao PSDB, seguindo os passos do avô, o ex-governador Mário Covas (1930-2001), sua grande inspiração e influência política . No partido, chegou a ser presidente estadual e nacional da Juventude do PSDB e ocupou cargos na Executiva Estadual.

Sua carreira na política começou em 2004, quando se candidatou a vice-prefeito de sua cidade natal. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo e reeleito para o mesmo cargo e m 2010, com mais de 239 mil votos, sendo o mais votado d aquele ano.

No ano seguinte, assumiu a Secretaria Estadual do Meio Ambiente no governo de Geraldo Alckmin, permanecendo no cargo até 2014, quando foi eleito deputado federal para o mandato 2015-2019.

fonte ebc

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São Paulo

Cesta básica do paulistano

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Levantamento mensal feito pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP em convênio com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revela alta de 1,66% no valor da cesta básica do paulistano (capital). O preço médio que em 31 de março era R$ 1.013,66 passou para R$ 1.030,47 em 30 de abril.

A pesquisa realizada regularmente pelo Procon-SP e Dieese aponta ainda que de abril do ano passado – quando o preço da cesta era de R$ 862,87 – para abril desse ano o aumento foi de 19,42%.

Em abril deste ano, o grupo Higiene Pessoal foi o que apresentou maior variação, 3,83%. Alimentação registrou alta de 1,52% e de Limpeza 0,89%. A variação no ano foi de 2,24% (base: dezembro/2020).

Os produtos que mais subiram foram

Carne de Primeira (kg) 8,92%

Absorvente Aderente (com 10 unidades) 5,67%

Papel Higiênico Fino Branco (com 4 unidades) 5,26%

Limpador Multiuso (500 ml) 4,55%

Creme Dental (tubo 90g) 3,00%

E as maiores quedas foram:

Batata (kg) -6,46%

Presunto Fatiado (Kg) -4,90%

Biscoito Água e Sal (pacote 200g) -4,69%

Café em Pó (500g) -4,20%

Linguiça Fresca (kg) -3,30%

Dos 39 produtos pesquisados, na variação mensal, 23 apresentaram alta, 14 diminuíram de preço e 02 permaneceram estáveis.

Veja a pesquisa completa aqui

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São Paulo

Procon-SP notifica Peixe Urbano

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Na ultima sexta-feira (7/5), Procon-SP notificou o Peixe Urbano para obter informações sobre o responsável pela empresa de serviços digitais, tais como telefone, endereço comercial e eletrônico, além de proposta para atendimento das queixas registradas por consumidores.

A solicitação se dá em razão da dificuldade de interlocução com o fornecedor, que não tem retornado às demandas de consumidores que reclamam no Procon-SP.

Caso a empresa não envie a resposta – dentro do prazo de 48 horas – a conduta poderá ser encaminhada para a equipe de fiscalização que irá adotar providências; e o Peixe Urbano poderá ser inserido na lista “Evite Esses Sites” do Procon-SP.

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