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Sarau do Saber debateu questões sobre o país

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Nessa última sexta (31/05) aconteceu no bairro Parque Peron, em Hortolândia(SP), o encontro “Sarau do Saber”, um bate papo entre amigos e moradores do bairro.

Os anfitriões Edvaldo Cardoso e da Iracilda Aparecida dos Santos a “Nega”, estiveram à frente desse evento.

Dentro os temas debatidos estão os últimos acontecimentos do nosso País,debate sobre os pontos mais críticos da Reforma da Previdência que está para ser aprovada pelo Governo atual e o do corte dos 30% na educação que afeta os educadores e muitos universitários.

Rosana Borbalam, educadora do ensino Estadual explicou que “No Brasil tem pessoas que apoiam e entende o que está acontecendo, tem sido perseguidos, massacrados e humilhados. Eu como educadora nunca vi tamanha absurdo, dizerem que fazemos a cabeças dos jovens, muitas vezes mal conseguimos dar o conteúdo, quem imagina que o Professor doutrina o aluno está equivocado. A realidade é outra, nos dias de hoje mal conseguimos chamar a atenção deles, imagina doutrina-los.”

O estudante Fabio Nonato também expos sua opnião dizendo “que a desvalorização da educação e dos Professores, sucateamento das escolas, não é uma crise e sim algo acidental. É um projeto e é por isso que a luta de todos nós como cidadãos para saber identificar verdadeiros projetos que está por trás da reforma trabalhista e da previdência. É lutar por aquilo que acredita e quando o povo brasileiro se unir seremos mais fortes.

O encontro foi encerrado com uma confraternização, comidas e música ao vivo.

Por Fernando Domingues

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Diversidade Etária: Por que a geração 40+ é essencial para o mercado de trabalho

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A diversidade tem sido amplamente discutida nos últimos anos, seja em empresas ou canais de comunicação. Trata-se de uma ação para ajudar a disseminar o que há de mais importante na nossa sociedade: as pessoas como elas são.

No entanto, ainda temos um caminho a ser percorrido. Uma cena frequente no ambiente de trabalho nas últimas décadas, por exemplo, é a discriminação de idade. Nesta linha, uma pesquisa recente da InfoJobs aponta que 70% das pessoas com 40 anos ou mais dizem já ter sido sofrido algum tipo de discriminação por conta da idade.

A discussão sobre diversidade etária é necessária porque tanto a sociedade como as empresas podem ajudar a sanar os casos de preconceitos sobre pessoas com faixas etárias mais avançadas. Afinal, falamos de pessoas que possuem conhecimento e experiência. Profissionais que enfrentam diversas barreiras, como os olhares sobre a idade de forma pejorativa na nossa cultura – fator que inviabiliza a sequência de suas carreiras, seus sonhos e o apoio ao desenvolvimento do país – e, de quebra, precisam de renda para sustento próprio e/ou de suas respectivas famílias.

E de que forma esse cenário pode mudar? Primeiro, a partir de uma mudança cultural da sociedade a respeito dos conceitos sobre a idade. Já as empresas poderiam repensar um pouco sobre os impactos da “juniorização” e do rendimento financeiro das pessoas com mais de 40 anos. Outro ponto seria atentar-se a atitudes e comentários inadequados, além de fazer um mapeamento dos profissionais existentes e a busca na diversidade das escolhas.  

O mercado precisa verificar o que está sendo feito em processos seletivos. As companhias devem se atentar a atitudes e comentários inadequados, além de fazer um mapeamento dos profissionais existentes e a busca da diversidade nas escolhas.

Deve-se considerar também a ampliação de buscas de profissionais com mais idade em diferentes fontes de recrutamento, dialogar sobre o assunto, oferecer um espaço seguro para falar sobre o tema e mostrar a importância da experiência profissional e de vida. Ou seja, além do debate, o acolhimento é fundamental.

Quando as empresas reconhecem os papéis de diferentes gerações, fica mais possível atingir equilíbrio e inovação – valores que podem trazer mais integração e, consequentemente, produtividade.

Entre os principais benefícios para uma organização que diversifica pessoas de diferentes gerações estão a qualidade, criatividade, melhor ambiente para as pessoas, aumento dos resultados, e outros.

Quando uma empresa estimula a troca de experiências, ela propaga a ampliação de conhecimentos, sejam eles técnicos, de liderança ou pessoais. Junto a isso, proporcionar desafios e segurança psicológica pode ser um caminho para a inclusão de profissionais que injustamente são considerados ultrapassados para o mercado de trabalho, além de ajudar as demais pessoas a despirem-se de preconceitos. 

Patrícia Kost é People Business Partner da Lambda3

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PIB da Vassoura

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Em junho de 2017, apresentamos ao Congresso Nacional o projeto de lei que prevê a criação do PIB da Vassoura. A ideia é medir o peso dos chamados afazeres domésticos, como limpar a casa, fazer almoço e jantar, lavar roupa, cuidar dos filhos, levá-los a escola, entre outros, no PIB (Produto Interno Bruto), a soma de todas as riquezas do nosso país, para a elaboração de políticas públicas que reconheçam e valorizem a atividade chamada de “trabalho do amor”, que é realizada majoritariamente por mulheres, não é remunerada e é invisível à sociedade, apesar de ser um dos sustentáculos da economia.

Um exemplo do impacto socioeconômico de uma medida como essa acaba de ser implantado na Argentina, onde o cuidado com os filhos passou a contar como tempo de serviço quando a mulher entra com o pedido de aposentadoria. No país vizinho, no cálculo do benefício, estão sendo incluídos um ano de contribuição para cada filho, dois anos para cada filho adotado e três anos para cada filho com deficiência. A medida, segundo o governo argentino, vai beneficiar, de forma imediata, mais de 150 mil mulheres com idades entre 60 e 64 anos.

Além da Argentina, outros países da América Latina também já incluíram o cuidado na economia. Uruguai e México, por exemplo, implementaram políticas públicas, como a criação de assistência gratuita a crianças e idosos, para que as mulheres tenham mais tempo para se dedicar a suas carreiras, e programas de combate à discriminação de gênero. Em função da nossa proposta, tivemos a oportunidade de visitar os dois países, a convite da ONU Mulheres, para acompanhar de perto como tudo isso funciona.

Na prática, precisamos, inicialmente, que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) faça uma pesquisa para mensurar o valor da contribuição do cuidado para a economia. Fazendo uma reflexão rápida, o que seria da produção de alimentos se o agricultor não tivesse “alguém” com quem deixar os filhos? Sabemos que essa pessoa acaba abrindo mão de uma potencial carreira para se dedicar exclusivamente ao cuidado.


A partir daí, abriríamos um enorme “guarda-chuva”, chamado tecnicamente de conta-satélite, para estruturar políticas públicas para a valorização das donas de casa, a garantia de direitos como compensação previdenciária em curso na Argentina e o desenvolvimento de ações de combate à desigualdade e em busca da paridade de gênero no nosso país.


Valorizar o trabalho da dona de casa e enquadrá-la como pessoa economicamente ativa é uma forma de reconhecer um elo esquecido mas essencial na cadeia produtiva brasileira. Atualmente, aproximadamente 40 milhões de mulheres dedicam-se à família no Brasil. Segundo a economista Hildete Pereira de Melo, professora da Universidade Federal Fluminense, o conjunto dessas atividades, que ficou conhecido como “PIB da Vassoura”, pode representar um incremento de 10% no PIB nacional, que foi de R$ 7,4 trilhões em 2020.
Conforme explica a professora Hildete, “na sociedade mercantil capitalista em que vivemos, só é valorado [quando há atribuição de valor] o que é vendido”. Como o trabalho doméstico é um dos pilares do patriarcado, esses afazeres sempre foram vistos como obrigação feminina dentro do espaço de servidão reservado, historicamente, às mulheres.

Aos poucos, estamos superando essa visão machista e avançando. Nossos vizinhos são exemplos de que, com vontade política e, sobretudo, mobilização de homens e mulheres, é possível tirar as donas de casa da invisibilidade e enxergá-las como trabalhadoras, produtivas e protagonistas que são, com papel fundamental na sociedade.

Ana Peruginié funcionária pública do TJ-SP, com formação em direito pela PUC-Campinas e pós-graduação em gestão pública pela FGV/Perseu Abramo. Mãe de três meninas, foi vereadora, deputada estadual e federal, quando presidiu a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. É autora do projeto que cria o PIB da Vassoura

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Dia do Sexo (6/9) – 10 dicas para falar sobre sexo saudavelmente

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No dia 6/9, Margareth Signorelli, especialista em relacionamento e sexualidade, ensina como melhorar a comunicação para uma vida sexual mais prazerosa

Sexo é uma parte importante do relacionamento e também uma das áreas mais desafiantes para se navegar quando se fala em negociar necessidades e preferencias.  As pessoas veem sexo de modos diferentes uma das outras, é comum para uma delas quererem sexo mais frequentemente ou de modo diferente da outra.  Sexo pode ser muito importante para uns e não tão importante para outros, estas diferenças irão afetar o relacionamento ao longo do tempo e influir em vários aspectos dependendo de como o casal resolver administra-las.

Caso discutir este assunto esteja fora dos planos do casal e ter uma vida sexual satisfatória não seja tão importante, frustrações e desconexões poderão acontecer por falta desta preciosa comunicação.

Então, como é que um casal pode falar sobre este assunto? Darei 10 sugestões para falar sobre sexo saudavelmente.

1) Fale – Não assuma que o seu parceiro sabe que existe um problema ou uma carência sua. Mesmo que você ache que já deu as maiores dicas e mostrou quais são as suas necessidades, se nada mudou esta na hora de falar claramente sobre o assunto.

2) Privacidade – Não fale sobre o assunto durante ou imediatamente após o sexo. Tenha esta conversa quando tiver privacidade e não precisar se apressar.

3) Intenções – Comece sua conversa colocando suas intenções. Sugiro que não comece fazendo a pessoa se sentir culpada ou envergonhada. Repense como colocar seu descontentamento. Intenções que reflitam o desejo de construir intimidade, conexão, satisfação e prazer entre você e a outra pessoa serão baseadas em ouvir e se comunicar e não em atacar, se defender ou se afastar.

4) Seja Clara – Em primeiro lugar deixe seu parceiro saber como ele ou ela te faz sentir e o que você aprecia na sua vida sexual.  Aí fale o que esta faltando e porque é importante para você. Seja concreta e clara na sua colocação. Não se intimide em usar a linguagem que reflita como você quer ser tocada e onde. Se a questão não for a qualidade e sim a quantidade, seja clara dizendo o quanto a mais sexo você quer e porque.

5) Preferencias e Necessidades – Lembre-se de perguntar como os desejos dele têm sido alcançados e se ele deseja algo diferente. As pessoas são diferentes uma das outras e tem preferencias e necessidades distintas. Em outras palavras, não espere que seu companheiro goste das mesmas coisas que seu ex gostava e nem que ele não mude com o tempo.

6) Explorar Possibilidades – Esteja aberta para explorar possibilidades, sexo libera estresse, aumenta bem estar, cria intimidade, aumenta auto estima e traz alegria para o relacionamento. Esteja aberta para explorar técnicas diferentes, lugares, frequência, isto trará benefícios inesperados para você dois.

7) Hora Certa – Se após uma longa conversa sobre o assunto, você ou seu parceiro não estiverem confortáveis para iniciar o ato sexual, respeite seus limites. É importante que qualquer mudança ocorra em um ambiente relaxado e harmônico. Caso você não consiga aceitar as coisas como estão, então será uma conversa para outra ocasião.

8) Intimidade e Conexão – A próxima vez que fizerem sexo não se pressione. Esteja aberta para tentar novas coisas e novos territórios, mas faça com uma atitude dentro do clima sensual ou “na brincadeira”. Não se preocupe em fazer coisas de um modo certo. Foque-se em criar intimidade e conexão, o resto irá fluir.

9) Guiar – Não se intimide em guiarou mostrar para o seu companheiro como lhe dar prazer. A maioria dos parceiros quer dar prazer ao outro, mas não sabe como e nem como pedir que o ensinasse. Um movimento delicado amoroso ou mesmo um olhar pode ajuda-lo a entender o caminho a seguir.

10) Apreciação – De para seu parceiro muitos feedbacks positivos e fale sobre o assunto. Deixe-o saber de um modo ou de outro que ele esta lhe dando prazer. É importante que você mostre que aprecia o progresso que estão tendo juntos.

O objetivo é que vocês se sintam seguros, confiante, amados e com intimidade nas suas relações sexuais.

Será nesta atmosfera de amor e conexão que sua intimidade crescerá fazendo com que boa parte do seu relacionamento esteja equilibrada, ajudando assim o fluir das outras.

SOBRE MARGARETH SIGNORELLI

Profissional com formação internacional, Margareth Signorelli tem como missão auxiliar, apoiar, encorajar e guiar pessoas no processo de transformação, buscando o autoconhecimento profundo e quebra de obstáculos internos que impedem que o bem-estar e o amor fluam livremente em suas vidas, para isso possui a seguinte formação:

Pós-graduada em Sexualidade e terapia sexual – Prosex- FMUSP
Método Gottman de Terapia de Casal – Level I e II
Certificada Leader do Método Gottman “Os 7 Princípios para um Relacionamento Saudável”
Certificada Especialista em Relacionamento e Sexualidade – Abrap e Centro Metamorfose
Certificada Especialista em Relacionamento – Los Angeles – USA
Certificada Especialista em Relacionamento Conjugal – ICI
Certificação Internacional Gold Standard Advanced EFT Terapeuta
Certificado Optimal EFT terapeuta
Psicologia Básico e Avançado – Instituto de Psicologia Positiva & Comportamento – São Paulo – Brasil
Quantum Evolution – ICI – São Paulo – Brasil
Feminine Power Mastery – Los Angeles – USA
Bacharel em Enfermagem – PUC – Campinas

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