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Mega-Sena: aposta de Dourados (MS) leva R$ 27,4 mi; Aposta de Hortolândia leva na quadra

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Uma posta simples da cidade de Dourados (MS) levou sozinha o prêmio de R$ 27.485.273,99 no concurso da Mega-Sena de nº 2500, realizado na noite desta quarta-feira(13). Os números sorteados foram: 05 – 16 – 25 – 32 – 39 – 55.

A quina teve 84 apostas contempladas, sendo uma de Campinas(SP). O prêmio para a quinta foi de R$ 37.436,76 para cada ganhador.

Já a quadra teve 4.928 acertos, sendo três apostas de Hortolândia. Cada aposta leva o valor de R$ 911,60.

O próximo sorteio da Mega-sena será no sábado(16) com prêmio estimado de R$ 3 milhões. As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas ou pela internet e custa R$ 4,50 cada.

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Talco para bebês será tirado de circulação no ano que vem

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Depois de cerca de 38 mil ações judiciais, a Johnson & Johnson tirará das prateleiras o talco para bebês a partir do ano que vem. O produto, que não é mais vendido nos Estados Unidos e no Canadá, foi tido como um dos responsáveis pelo surgimento de câncer nos pequenos, quando usado por um longo período.

A empresa nega, porém, supostamente, há indícios de que um dos componentes do produto seria o asbesto, um mineral com efeitos devastadores à saúde.

A J&J aceitou pagar milhões de dólares e assumir (ao lado de outras marcas farmacêuticas) a responsabilidade pela chamada crise dos opiáceos. Tudo porque, ao longo dos últimos 20 anos, cerca de meio milhão de cidadãos foram a óbito devido a overdose de remédios e drogas ilícitas com este componente.

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Madrugada deste sábado terá chuva de meteoros

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O Hemisfério Norte terá uma noite privilegiada para assistir ao pico de uma chuva de meteoros conhecida como Perseidas. O fenômeno ocorrerá a partir das 23h de hoje. A expectativa é de que, no auge, previsto para a madrugada de hoje (12) para amanhã (13), seja possível observar de 50 a 75 meteoros por hora, caso o céu apresente condições ideais.

No Brasil, o evento poderá ser observado nas regiões Norte e Nordeste.

A limitação para assistir a esse fenômeno será maior por causa da luz que será refletida por um outro corpo celeste que estará enfeitando o céu: a Superlua – nome que se dá à Lua cheia quando ela se encontra na órbita mais próxima à Terra.

Com o brilho mais intenso de nosso satélite natural, ficará um pouco mais difícil observar a chuva de meteoros Perseidas.

De acordo com o Observatório Nacional (ON), quem estiver nas regiões Norte e Nordeste do Brasil pode conseguir observar a chuva, devido à posição do radiante (ponto do céu de onde os meteoros podem surgir) das Perseidas, que é visto na constelação de Perseu.

“Quanto mais baixo está o radiante no céu, menos irradiação de meteoros se pode assistir. E como as Perseidas estão baixas no horizonte, aqui no Hemisfério Sul, só será possível observar uma parte dos meteoros: cerca de um quinto ou um terço dessa região total que está irradiando”, explica o astrônomo parceiro do Observatório Nacional Marcelo De Cicco.

Segundo o ON, o ideal para se observar a chuva de meteoros é estar em um local escuro e afastado das grandes cidades, de forma a evitar poluição luminosa. É também indicado que se apague as luzes próximas. Uma coisa fundamental para a observação do fenômeno é o céu estar limpo.

“A constelação de Perseu será visível a Leste, sentido onde o Sol nasce, por volta das 23 horas do dia 12 (no horário de Brasília). Portanto, este é o horário recomendado para iniciar a observação dessa chuva de meteoros”, informou De Cicco.

A chuva de Perseidas ocorre devido à passagem da Terra por uma região do espaço onde encontram-se detritos deixados pelo 109P/Swift-Tuttle, um cometa que dá uma volta em torno do Sol a cada 133 anos. A última vez que o cometa visitou o sistema solar interno foi em 1992.

fonte EBC

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Superlua pode ser novamente vista nesta quinta-feira

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Para quem gosta de olhar para o céu à noite, esta quinta-feira (11) pode ser especial. É que, se o clima ajudar, será possível observar mais uma Superlua.

Mas o que significa esse termo? Segundo os astrônomos, o nome Superlua é dado quando ela passa mais perto da Terra, durante a Lua Cheia, e quando o lado que sempre vemos está todo iluminado pelo Sol.

Essa aproximação ocorre por causa de variações na órbita lunar. Quem explica é a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional.

Segundo a astrônoma, a órbita da Lua tem dois pontos: o apogeu, quando ela passa mais longe da Terra, a 405 mil quilômetros de distância; e o perigeu, quando ela fica a pouco mais de 360 mil quilômetros de nosso planeta. Ou seja, 43 mil quilômetros mais próxima.

As Superluas ocorrem de 3 ou 4 vezes ao longo do ano. Esta é a última do ano.

fonte ebc

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