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TV, Cinema e Teatro

‘Será que?’ mostra o amor de maneira doce, mas não foge do comum

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Todo mundo já amou ou irá amar pelo menos uma vez na vida e podemos separar os tipos de amor por intensidade, por exemplo, a paixonite é aquela que chega quando somos bem novos e estamos nos descobrindo – após alguns anos, você nem se lembrará do nome daquele pretendente , a paixão já é mais forte, pode durar anos e também nos fazer sofrer horrores e o último é o amor, estágio onde pouquíssimas pessoas conseguem alcançar.

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Será Que? é como uma paixão, pois é bonitinho e carinhoso, mas não vai além, não te surpreende e esquece da data que se conheceram. O relacionamento começará até bem, mas aos poucos e com a rotina maçante, tanto um lado quanto o outro cansarão e desistirão do viveram felizes para sempre.

Tanto papo furado para dizer que o novo projeto de Daniel Radcliffe distanciando-se cada vez mais do bruxo Harry Potter serve como um programa a dois, mesmo havendo exemplares melhores de comédias românticas como Nick e Norah Uma Noite de Amor e Música, por exemplo. Os diálogos cotidianos ou mesmo a figura do looser, tão em voga no cinemão de hoje em dia, capturam uma tendência um pouco preguiçosa de produtores e diretores.

Uma incoerência grande, vai para o fato da personagem vivida por Zoe Kazan, se corresponder a maior parte das vezes com o namorado por cartas ao invés de utilizar a internet. Mas não pense você que detestei o filme, até porque há momentos de pura fofura, como na cena dentro do provador de roupas ou na do primeiro beijo ou que tiram boas risadas.

Há um ano Wallace se separou da ex-namorada e há um ano ele sofre por ela. Mesmo assim decide que é hora de ir à busca de outro amor e numa festa conhece Chantry, prima de seu melhor amigo. A afinidade entre eles é incrível, mas têm um problema: ela namora.

Caso o romance entre espectador e filme tivesse maior consistência e um pouco mais de empatia principalmente em relação aos coadjuvantes essa paixão poderia virar amor com direito a aliança de compromisso, do jeito que está é apenas outro relacionamento de verão.

Cinema de Hortolândia – Filme: Será Que?

Comédia, Romance

Legendado Sala 1: 16:55
Dublado Sala 1: 14:30, 19:35, 21:45

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La Brea: A Terra Perdida é o filme da Tela Quente nessa semana

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LaBrea

Ficções científicas são extraordinariamente intrigantes e sempre trazem conceitos que, em tese, abordam situações psicológicas e novos conceitos de certo e errado. Embora seja um nicho bem específico, temos pequenas joias nesse gênero.

Nessa segunda (16) a Tela-Quente traz uma delas, ou seja, o filme La Brea: A Terra Perdida.

No longa acompanhamos uma sociedade que precisa lidar com um inexplicável mundo primitivo. Após um gigantesco poço ser aberto misteriosamente em Los Angeles, uma família é dividida. Agora, ao lado de estranhos, eles devem trabalhar para sobreviver e descobrir o mistério de onde estão e se há um caminho de volta para casa.

O filme tem rostos pouco conhecidos, mas talentosos, como: Natalie Zea, Zyra Gorecki e Jack Martin.

Já o diretor é David Appelbaum, que tem um currículo vasto em séries como NCSI e The Mentalist.

Se ficou interessado para saber mais dessa trama, a Tela Quente começa as 22h30, espero vocês lá!

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Estreia curta metragem sobre a vida do jornalista Brasil de Oliveira

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Brasil de Oliveira

Estreia no mês de Maio o filme “A Última Transmissão”. O curta metragem de 15 minutos conta a história semi ficcional do último dia de vida do folclórico jornalista esportivo Brasil de Oliveira (1950-1996), que marcou a história do jornalismo e do rádio esportivo no interior do Estado. O filme, contemplado pelo Proac 30/2020, foi dirigido pela cineasta Helen Quintans e contou com a participação especial de ícones da imprensa esportiva de Campinas, como Carlos Batista, José Arnaldo, Alberto César e Fernando César.


Brasil de Oliveira, ou “Brasa” foi o personagem criado pelo jornalista Rodrigo Lagoa (São Paulo, 1950 – Campinas, 1996), um ícone da imprensa esportiva de Campinas e do Estado de São Paulo. Ele era extremamente conhecido, sobretudo por sua capacidade de reconhecer futuros craques e por sua imensa agenda de contatos. Brasil de Oliveira foi o último jornalista “analógico”, dono de um conhecimento extremo sobre futebol e de um jeito folclórico de se comunicar.


O filme, totalmente ambientado na Campinas dos anos 1990, se passa em locais icônicos da cidade, como o Largo das Andorinhas, o bar Giovanetti, o Edifício Itaguaçu, a Igreja do Carmo e a Catedral Metropolitana. Segundo a diretora Helen Quintans, essa escolha reflete a relação íntima de Brasa com Campinas“Seria impossível falar do Brasa sem falar de Campinas, ele vivia a cidade muito intensamente e criou uma relação afetiva com ela, para além do futebol”.


“A Última Transmissão” tem cinco exibições agendadas. A primeira será dia 13 de Maio, as 19:30, no Cineplex do Shopping Prado. As outras serão nos dias 19 (20:00 no Teatro Estrada, em Indaiatuba), dia 27 (14:00 no CEU José Paganotti, em Araras), dia 28 (19:00 na Casa de Vidro do Lago do Café, em Campinas) e no dia 3 de Junho, na Escola de Artes Augusto Boal, em Hortolândia, a partir das 19:00. Todas as exibições são gratuitas e haverá bate papo com a diretora após o término do filme.

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MazeRunner: A Cura Mortal na Tela Quente dessa semana

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Eu não sei vocês, mas eu adoro filmes com uma distopia intrigante. Com uma crescente onda de filmes que embarcaram nessa temática, alguns se destacaram. Dentre eles, Jogos Vorazes!

Mas seu ‘irmão mais novo’, teve o mesmo destino e sucesso nas bilheterias. MazeRunner:  A Cura Mortal vem para finalizar a trilogia épica, dirigida por Wes Ball.

No filme, o personagem Thomas, vivido pelo ator Dylan O’Brien, embarca em uma missão para encontrar a cura para a tal doença do título.

Como os outros filmes, este também explorara bem os experimentos realizados na arena labirinto do C.R.U.E.L., que podem trazer consequências catastróficas. Cabe ao nosso herói decidir se confia na promessa da organização, de que esse era o último experimento, entregando a cura a eles ou agir de maneira contraditória.

O longa foi lançado em 2018, trazendo além de O’Brien: Will Poulter,  Kaya Scodelario e Rosa Salazar. 

A Tela Quente desta segunda (9) promete vir com muita ação e uma boa pitada de aventura. Lembrando que pode acompanhar os desfechos dessa saga a partir de 22h30.

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