O cinema brasileiro tem uma história que passa por altos e baixos, da era de ouro das chanchadas aos recordes de bilheteria de “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, que levou mais de 10 milhões de pessoas para as salas de exibição em 1976. A marca só foi superada décadas depois, com “Tropa de Elite 2”, em 2010. Mais recentemente, “Ainda Estou Aqui” e “O Agente Secreto” mostraram ao mundo que o Brasil tem muito a dizer nas telonas e que o público está pronto para ouvir. É dentro desse movimento de valorização das nossas produções que a Cinesystem mantém, todas as quartas-feiras, a Sessão Aquarela, que é dedicada exclusivamente a filmes de matriz cultural própria, com ingressos a R$ 10.
A proposta é simples e direta: garantir que produções feitas no país tenham espaço fixo na programação vigente, com um preço que facilite o acesso e incentive o público a descobrir títulos que talvez não escolhesse por conta própria. A Sessão Aquarela acontece geralmente na primeira sessão do dia, em todas as unidades da rede.
Nesta semana, são três os longas disponíveis na programação: “Os Emergentes”, comédia que acompanha um casal da elite que cai na falência e precisa se adaptar a trabalhar para seus antigos funcionários, uma história sobre inversão de papéis e preconceitos de classe com bom humor; “Trago o Seu Amor”, comédia romântica com toque de fantasia que segue Mia, uma bruxa cujo poder de fazer pessoas se apaixonarem acaba criando um inusitado triângulo amoroso; e “Authentic Games — No Império Desconectado”, animação nacional para toda a família.
A variedade dos títulos já diz muito sobre a riqueza do que se produz no Brasil, de um desenho para crianças a um relato de vida sobre um dos maiores violonistas do país, passando por dramas, romances e ficção. E os números mostram que o público está cada vez mais atento: a participação dos filmes nacionais nas bilheterias mais que triplicou de 2023 para 2024, saltando de 3,3% para 10,1%, e se manteve estável em 2025, com 9,9% do total.
Não por acaso, o faturamento desses longas em 2025 chegou a R$ 215 milhões e é nesse cenário que o projeto da Cinesystem ganha sentido, garantindo que as produções daqui tenham visibilidade semanal, independente do calendário de estreias estrangeiras.
“A Sessão Aquarela nasceu de uma convicção: as obras brasileiras têm qualidade, história e público, mas precisam de espaço e de oportunidade. Nos últimos anos, vimos títulos nacionais chegando ao Oscar, quebrando recordes de bilheteria e movimentando debates que vão muito além das salas de cinema. Queremos fazer parte desse movimento, e essa iniciativa é a nossa forma mais concreta de demonstrar isso sempre”, comenta Samara Vilvert, gerente de Marketing da Cinesystem.
A programação completa com horários e unidades está disponível em www.cinesystem.com.br.
Sobre a Cinesystem
Jovem, ousada e inovadora, a Rede Cinesystem Cinemas é a quinta maior exibidora do país. Com 28 multiplex e 190 salas, em 11 estados brasileiros, vem liderando movimentos estratégicos no mercado, como a inauguração do primeiro cinema 100% digital no país e as primeiras salas com sistema de som Dolby Atmos. Trouxe também ao Brasil o conceito de autosserviço e o primeiro multiplex com 100% de projeção a laser. Cine Atelier, Cine Azul, CinePets e o programa de fidelidade ‘Clube da Pipoca’ são projetos que levam sua assinatura, geram benefícios e experiências ‘além do filme’. Em 2024, chegou ao Distrito Federal e consolidou sua presença em São Paulo e Rio de Janeiro, ampliando ainda mais seu compromisso com a democratização da cultura e do cinema nacional.
Mais informações: https://www.cinesystem.com.br/conheca-a-cinesystem
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