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Saúde & Beleza

Já ouviu falar em maquiagem orgânica?

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Com a capacidade de transformar, disfarçar imperfeições e valorizar os traços do rosto, a maquiagem tornou-se algo indispensável no dia a dia e com o avanço da tecnologia surgem novos produtos com melhores qualidades no mercado. Uma novidade que vem se destacando cada vez mais é maquiagem orgânica e vegana. Já ouviu falar?

 

O diferencial desse produto é que sua fabricação é composta de materiais 100% natural e orgânico, são isentos de aditivos químicos e não possuemem sua fórmula nada de origem animal.
Utilizando produtos vegetais provenientes de plantações sustentáveis, sem agrotóxicos, nem métodos prejudiciais ao meio ambiente, à maquiagem orgânica pode ser encontrada, também, na loja virtual Terráquea, que adere o veganismo, disponibilizando uma variedade de cosméticos orgânicos,hipoalergênico e isentos de aditivos químicos das marcas: Dona Orgênica, Bioart e Vymana e respeita os princípios de sustentabilidade e a ética do movimento vegano.
É válido ressaltar que o veganismo é um movimento tem crescido bastante, fortalecendo e ganhando cada vez mais seu espaço no mundo e aqui no Brasil também. Os veganos sempre estão atentos sobre as empresas que testam seus produtos em animais e procuram sempre outras alternativas, pois aqueles que adotam essa postura rejeitam qualquer tipo de exploração ao animal.

 

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Sobre a Terráquea

Terráquea é um eco-commerce vegano de cosméticos e produtos para bem-estar naturais e orgânicos. Possui mais de 300 produtos nacionais de empresas que prezam a proteção do meio ambiente e não testam em animais. Está situada na região de Florianópolis e atende todo país.

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Projeto gratuito oferece acompanhamento para quem busca emagrecer e fazer cirurgia bariátrica

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Com cerca de 6 mil pessoas atendidas, 100% Saúde já ajudou a eliminar 12t de peso corporal; ação ocorre no campus da UniMAX, em Indaiatuba/SP

“Quero fazer cirurgia bariátrica para mudar de vida, porque ninguém me dá oportunidade de trabalho por causa do meu tamanho. O meu peso me atrapalha muito”. O relato é do auxiliar de serviços Gilmar Aparecido de Oliveira Junior, de 27 anos, que atualmente pesa 220 quilos, mas que no ano passado chegou a 282 kg.

Desde março deste ano, ele passou a fazer parte de um grupo de 130 pessoas que participam do Projeto “100% Saúde”, desenvolvido pelo Grupo UniEduK e que oferece, gratuitamente no campus do Centro Universitário Max Planck (UniMAX), em Indaiatuba/SP, atendimento multidisciplinar para quem busca perder peso e ser encaminhado para fazer cirurgia bariátrica.

Iniciado em 2015, o projeto já atendeu cerca de 6 mil pessoas e ajudou a eliminar 12 toneladas de peso corporal. “A ideia é conscientizar as pessoas a eliminarem o sobrepeso por meio de uma vida saudável, com exercícios físicos e alimentação adequada, evitando assim o desenvolvido de doenças causadas pela obesidade”, salienta o coordenador do projeto, Ítalo Gomide Alves, que fez cirurgia bariátrica em 2009 após pesar 140kg, eliminando um total de 50kg.

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Para participar do 100% Saúde, basta comparecer aos encontros que ocorrem toda quarta-feira, a partir das 18h, na UniMAX. No primeiro dia, devem levar documentos pessoais como CPF, RG, Cartão SUS e comprovante de vacinação contra a Covid-19. Nos encontros, os participantes passam por uma triagem com alunos do curso de Enfermagem, que realizam pesagem, aferição de pressão arterial e medidas antropométricas.

Posteriormente, no auditório do centro universitário, eles assistem palestras sobre saúde e bem-estar. É quando também recebem orientações e podem tirar suas dúvidas. Os conteúdos são ministrados por profissionais do Grupo de Estudos Sobre Tratamentos da Obesidade (Gesto), que é composto por um médico gastrocirurgião, uma psicóloga e uma nutricionista. Outros profissionais também são convidados a palestrarem.

Por conta da pandemia, os encontros estavam suspensos, mas foram retomados em março deste ano. Desenvolvido em parceria com a Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, atualmente está com inscrições abertas.

“Aqui a gente convive com pessoas que sofrem do mesmo problema, então você acaba encontrando um apoio e as coisas ficam mais fáceis. Antes, eu utilizava cinco tipos de medicamento e hoje não preciso tomar mais nada. Não fazia nenhuma atividade física e atualmente pratico corrida, ciclismo, musculação e treinamento funcional. Graças ao acompanhamento e as orientações, também parei de fumar e beber. O projeto mudou minha vida tanto fisicamente quanto mentalmente”, conta o militar de reserva Marcelo dos Santos, de 44 anos, que já perdeu 48 quilos sem a necessidade de cirurgia. Marcelo conseguiu ainda incentivar mulher e filha a participarem do 100% Saúde.

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Semanalmente, os assistidos pelo projeto recebem via Telegram as “Pílulas Motivacionais”, que são vídeos cursos com dicas e orientações, gravadas por alunos e professores dos cursos de Medicina, Enfermagem, Nutrição, Psicologia, Educação Física e Gastronomia.

Reeducação alimentar e bariátrica

No 100% Saúde, o paciente pode optar por entrar numa reeducação alimentar e seguir perdendo peso sem a cirurgia; ou, caso consiga emagrecer 10% do peso que chegou ao projeto, ser encaminhado para bariátrica.

“Tem gente que vem com objetivo de fazer a redução, mas no meio do caminho desiste porque perdeu peso e vai continuar somente com a reeducação. E há quem veio para fazer a reeducação, mas optou pela cirurgia”, salienta Ítalo. “Ao ser encaminhado para a bariátrica, em Campinas, todo o desempenho do paciente será reavaliado pela equipe médica do conceituado gastrocirurgiao Elinton Adami Chaim. Ele terá que cumprir outra série de exigências, como perder mais peso e participar de novos encontros. Esse processo, até a realização da cirurgia, pode levar de um a três meses de espera.”

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Atualmente, o 100% Saúde já encaminhou para a bariátrica 35 pacientes. Mesmo após os procedimentos, muitos ainda frequentam o projeto. A próxima contemplada com a redução de estômago pode ser a auxiliar de serviços gerais Célia Aparecida Lopes de Oliveira, de 56 anos, que está no projeto desde o seu início.

Com 143kg, 37kg a menos do que quando entrou no 100% Saúde, essa poderá ser a segunda vez que ela é chamada para cirurgia bariátrica. “Na primeira oportunidade, acabei não fazendo por causa de 200 gramas”, lembra. “Mas, agora é diferente e estou confiante. Antes eu não conseguia nem andar, já hoje faço atividade física todos os dias. Para dormir era um sofrimento, não conseguia respirar e tinha que utilizar até sete travesseiros. Hoje não necessito de nada disso e ainda durmo muito bem!”, conta.

A ansiedade de realizar a cirurgia também se estende a Gilmar. “Parece sonho de criança, mas o que mais quero depois fizer a cirurgia é comprar a tão sonhada jaqueta de couro. Poder usar uma roupa normal e não precisar mandar fazer”, diz.

SERVIÇO

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Projeto 100% Saúde – UniMAX
Quando: toda quarta-feira, a partir das 18h
Onde: Anfiteatro da UniMAX – Portaria 3 – Rua Eurico Primo Venturine, 379, Jardim Pedroso, Indaiatuba/SP
Quem pode participar: portadores de sobrepeso e obesidade mórbida, que buscam reeducação alimentar, perda de peso ou cirurgia bariátrica

Ação gratuita à população

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Anemia ferropriva acomete cerca de 5% da população mundial

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Doação de Sangue em Hortolândia

Doença pode também ser um alerta de que existe algum outro problema

Duas das principais campanhas de saúde do mês fazem referência ao sangue. Junho Vermelho, para estimular a doação, e Junho Laranja, que trata das anemias, leucemias e doação de medula. A inclusão desses três temas dentro de uma mesma campanha não ocorre por acaso. A anemia pode ser um alerta de que existe um problema. Não causa leucemia, mas pode ser um sinal dela e de outras doenças. E o transplante de medula é um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, dentre elas, a leucemia.

A saúde do sangue é foco de debates, encontros e orientações durante todo o mês de junho no Centro de Oncologia Campinas. As reuniões científicas trouxeram o tema à discussão com especialistas, dentre eles Gustavo Betarello, hematologista do setor de oncologia da Rede D’Or, em Brasília, que tratou da anemia ferropriva no evento.

Causada pela deficiência de ferro no organismo, a anemia ferropriva acomete cerca de 5% da população mundial. “É a doença mais prevalente no mundo. Está presente em diversas faixas etárias, porém é mais comum em crianças e mulheres em idade fértil e em países mais pobres. A maior causa de anemia no mundo é a fome”, resume o especialista.

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Betarello explica que não existe uma relação direta da anemia ferropriva com o câncer, mas o paciente de câncer pode apresentar a doença por inúmeras causas, como um tumor que está sangrando, ou pelo desenvolvimento do câncer prejudicar a alimentação e comprometer a ingestão de ferro.

“O tratamento da anemia ferropriva no paciente com câncer melhora muito sua qualidade de vida e a resposta ao tratamento como um todo”, reafirma o especialista, indicando que o ferro está presente em boa parte dos alimentos, porém os mais ricos são as carnes vermelhas, leguminosas e as folhas verdes-escuras.

O tratamento contra a anemia ferropriva é feito com a reposição de ferro. “Há diversos produtos no mercado, mas quase metade dos pacientes não consegue tolerar o tratamento por conta do desconforto da medicação. Para quem não tolera a reposição oral, há a reposição endovenosa de ferro, medicamentos modernos em que com uma única aplicação se resolve o problema do paciente”.

Gustavo Betarello confirma que a anemia é sempre o sinal de algum outro problema. No caso da anemia ferropriva, é preciso investigar a causa da falta de ferro. “São fatores diversos, como algum tipo de sangramento, fluxo menstrual excessivo, algum tratamento, diversas atividades inflamatórias ou mesmo câncer”, enumera.

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É muito comum, afirma, o paciente ficar preocupado com a possiblidade de a anemia por falta de ferro se transformar em leucemia. “A anemia ferropriva não se transforma em outra doença. Ocorre que o primeiro sintoma de uma leucemia, por exemplo, pode ser uma anemia”, justifica.

Os sintomas clássicos da anemia ferropriva são cansaço, fadiga crônica, desânimo, sonolência em excesso e síndrome de pernas inquietas – alterações da sensibilidade e agitação motora involuntária dos membros. Também pode causar queda de cabelos. A anemia ferropriva é de fácil diagnóstico, por meio de hemograma ou de dosagem de proteínas.

Transplante de medula

Gustavo Betarello também realiza transplantes de medula óssea e confirma que o número de procedimentos caiu bastante durante a pandemia. Por conta das medidas de isolamento e restrições sanitárias, muitos pacientes não puderam realizar a doação, seja por medo da infecção, por estar infectado ou pela dificuldade de deslocamento, uma vez que a malha aérea sofreu drástica redução.

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A esses fatores soma-se o fato de que unidades de transplante pelo país foram momentaneamente fechadas, para abrir espaço ao atendimento de pacientes da Covid. Nos últimos dois anos, os esforços da Saúde basicamente se direcionaram ao combate da Covid-19, o que afetou o atendimento a pacientes de outras doenças.

O médico diz que o brasileiro é solidário no que se refere à doação, porém, aponta que é necessário elevar o nível de comprometimento. “O brasileiro é muito solidário, mas é precisa ter cultura maior de doação. Quando é chamado, o brasileiro vai, mas vai provocado por uma campanha, não há uma cultura enraizada. Contudo, vejo que isso está mudando aos poucos e vejo com otimismo o futuro.”

Sobre o COC

O Centro de Oncologia Campinas completa em 2022 45 anos de prestação de serviços à população de forma humanizada. A instituição dispõe de uma equipe multidisciplinar para oferecer todos os níveis de cuidados aos pacientes, incluindo serviços complementares ao tratamento. Possui salas de imagens, de quimioterapia, radioterapia, análises clínicas e imunoterapia. Também realiza atendimentos nas áreas de oncogenética, psico-oncologia e hematologia, dentre outras.

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Mais de 30 médicos compõem o Corpo Clínico do Centro de Oncologia Campinas. Na sua maioria, especialistas detentores de excelência técnica, resultado da natureza e origem de suas respectivas formações. Serviços de nutrição, educação física, fisioterapia, odontologia e farmácia complementam os cuidados de pacientes dentro da instituição, que atende mais de 30 convênios médicos.

O Centro de Oncologia Campinas fica localizado à Rua Alberto de Salvo, 311, Barão Geraldo, Campinas. O telefone de contato é (19) 3787-3400.

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Varizes pélvicas: uma importante causa de dor abdominal em mulheres

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Doença afeta cerca de 15% do público feminino entre 18 e 50 anos, de acordo com especialista

As varizes pélvicas são veias aumentadas e tortuosas na região do útero e dos ovários, que dificultam o retorno venoso, podendo causar dores crônicas na pelve; ou seja, dores com duração maior que 6 meses.

De acordo com o médico especialista em cirurgia vascular do Hospital Nove de Julho em São Paulo, Carlos André Vieira, essa doença pode atingir até 15% das mulheres entre 18 e 50 anos. 

Além de ser um fator a ser considerado no diagnóstico diferencial para doenças como endometriose, doenças inflamatórias pélvicas e cistite intersticial, pois alguns dos sintomas dessas doenças são semelhantes aos de varizes pélvicas. “Infelizmente, apesar de sua alta prevalência, é subdiagnosticada por muitos médicos”, afirma Vieira.

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O aparecimento das varizes pélvicas não é perfeitamente explicado. Acredita-se que níveis elevados de estradiol – hormônio que atua no crescimento dos órgãos reprodutivos femininos – poderiam ser responsáveis pelo surgimento das dores. Isso poderia explicar a maior prevalência em gestantes e em mulheres que possuem ovários policísticos. 

Apesar de que, na maioria das vezes, a origem primária da doença seja desconhecida, podem existir fatores secundários bem definidos. As síndromes compressivas, em muitos casos, podem ser identificadas e perfeitamente tratadas. 

“As síndromes compressivas, que acometem as veias na região pélvica, geram dificuldade no retorno venoso do sangue ao coração, levando à dilatação das veias e a formação de varizes”, exemplifica Carlos André. 

Dois dos principais exemplos dessas síndromes são a Síndrome de Cockett, em que a veia ilíaca comum esquerda é comprimida pela artéria ilíaca comum direita e a Síndrome de Quebra-nozes (Nutcracker), em que a veia renal esquerda é comprimida também por uma artéria. Ambos, são passíveis de correção endovascular. 

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A maioria dos casos diagnosticados são assintomáticos. As varizes pélvicas só são relevantes e só devem ser tratadas quando geram algum sintoma; nesse caso, denomina-se Síndrome Congestiva Pélvica. Os principais sintomas são: 

  • Dores crônicas na região da pelve (com mais 6 meses de duração); 
  • Alterações no ciclo menstrual; 
  • Dores durante a relação sexual (dispareunia); 
  • Presença de veias varicosas no períneo ou na vulva. 

Como funciona o tratamento?

O diagnóstico acidental é comum quando se está realizando algum exame por qualquer outra causa. Nessa situação, o médico explica que a maioria dos casos não demandam intervenção, pois não se deve tratar exames, mas, sim, o indivíduo. “As repercussões de uma cirurgia desnecessária podem ser piores e, por exemplo, trazer dor a uma pessoa que vivia sem dor”.

Quando há a necessidade de tratamentos, o especialista ressalta que existem opções tanto clínicas quanto cirúrgicas. De acordo com ele, o tratamento clínico consiste em supressão ovariana ou medicamentos que induzem a vasoconstrição venosa.

“Se não houver melhora após tratamento clínico, pode ser necessário algum tipo de intervenção. Uma das técnicas seria uma punção para que, com cateteres, acessem a veia ovariana. Através dela, é feito um procedimento de fechamento dos vasos dilatados, conhecido como embolização”, comenta Vieira. O tratamento também é de baixo risco e, normalmente, é possível receber alta ainda no mesmo dia.

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Contudo, é preciso enfatizar que apenas um especialista é responsável por esclarecer se há a necessidade de tratamento ou não. Embora não haja evidência de que seja uma doença com risco de morte aumentado, as varizes pélvicas podem levar a questões físicas e psicológicas que, muitas vezes, são incapacitantes.

“Muitas mulheres apresentam dores crônicas na região abdominal baixa, na região da pelve, e apresentam graves problemas como alterações menstruais e dores na relação sexual. Isso pode ser importante causa de ansiedade e, em muitos casos, depressão, além de trazer graves consequências nos relacionamentos afetivos”, finaliza.

Sobre o Dr. Carlos André Pereira Vieira

É médico com 15 anos de experiência (2007). Graduação em medicina pela Universidade Federal do Espírito Santo (2002-2007), fez residência médica em Cirurgia Geral pela Irmandade Santa Casa de São Paulo (2008-2010) e residência em Cirurgia Vascular no Hospital do Servidor Público Estadual (IAMSPE) 2010-2012. Possui Título de Especialista em Cirurgia Vascular, Endovascular e Ecodoppler pela SBACV e CBR desde 2013. Médico titular em cirurgia vascular no Hospital Paulistano de 2012 a 2019. Atualmente, é médico titular no principal hospital do Grupo DASA em São Paulo (Hospital Nove de Julho). Atua em consultório próprio na realização de exames e consultas na Av. Paulista, 91, conj. 307.

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