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HIPERTROFIA! COMO?! Pq ?! QUANDO ?!

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Primeiro, precisamos entender que a musculação é uma carga mecânica que irá resultar em uma resposta bioquímica (via de sinalização) e sua resultante é a síntese de proteína. A hipertrofia dependera do balanço positivo entre essa síntese sobre a degradação das proteínas. A partir daí algumas variáveis do treinamento irão responder melhor ou pior a essa sinalização. Um exemplo que muitas pessoas perguntam, seria sobre o número ideal de repetições. E os estudos de Burd (2010) e Mitchell (2012) encontraram ótimas respostas nas sinalizações com programas com muitas repetições (30% de 1 RM) como para poucas repetições (80% de 1 RM), num período de 4 e 1 hora respectivamente após o treino.

Volumes de treino parecem ter influência direta também nas sinalizações, onde Hulmi (2012) evidenciou melhores respostas em 5 x 10 quando comparados a 15 x 1, que neste caso, podemos falar também, sobre o tempo de tensão (Burd 2012) e o estresse metabólico gerado (Popove, 2015). De quebra o nível de treinamento parece interferir também na síntese proteica ( Coffey, 2006). Com o passar do tempo (8 semanas) podem ocorrer uma queda na sinalização (Tang, 2008). Entenda, tudo que foi escrito não é regra, mas percebam que temos algumas possibilidades (variáveis) dentro de uma simples prescrição ?! Sistematizar e organizar esse quebra cabeça é o nosso grande papel para que você tenha um ótimo resultado, somados claro, a outros fatores indiretos como: dieta, descanso…

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5 benefícios incríveis que o vinho traz a sua saúde

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Você provavelmente já ouviu falar que tomar um pouco de vinho todos os dias faz bem para a saúde. Saiba que essa afirmação está correta!

E o mais importante, foi confirmada pela ciência por meio de estudos que apontam os diversos benefícios do vinho.

O consumo da bebida vem crescendo a cada dia. Segundo a Wine Inteligence em 2010, 22 milhões de brasileiros declararam consumir vinho, já em 2020 esse número quase dobrou, passando para 39 milhões, e continua aumentando.

Atenção às doses

É muito importante lembrar que os benefícios da bebida alcoólica ocorrem apenas quando apreciada com moderação, já que o consumo em grandes quantidades pode causar efeitos contrários e muito prejudiciais à saúde.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a quantidade de vinho recomendada é de aproximadamente 300 a 400ml para homens, equivalente a duas doses por dia e 180 a 200ml para mulheres, equivalente a uma dose por dia.

Essa diferença acontece porque o organismo feminino absorve mais rápido a bebida devido a uma menor produção da enzima álcool desidrogenase (ADH) produzida pelo fígado e responsável por metabolizar o álcool, segundo o jornal O Globo.

É importante também se atentar ao glossário do vinho, ou seja, informações relevantes sobre os termos usados no universo da bebida, como taninos, adstringentes, fermentações e etc. Esse tipo de informação auxilia a compreender ainda mais os benefícios da bebida.

Dito isso, veja a seguir 5 benefícios que a dose diária recomendada de vinho trará à sua saúde.

Reduz o risco AVC

O vinho inibe a formação de coágulos, já que além de dilatar as artérias atua também como um anticoagulante natural, diminuindo a formação de placas arteriais que podem entupir as artérias e causar um acidente vascular cerebral (AVC).

 Protege o coração

Tomar vinho reduz em até 50% doenças isquêmicas do coração. As uvas, principal ingrediente utilizado na fabricação do vinho é rica em polifenóis, que causam a vasodilatação das artérias, diminuindo o acúmulo plaquetário e reduzindo o risco de doenças como hipertensão, colesterol e outras doenças cardíacas.

Retarda o envelhecimento

Por conter muitos antioxidantes como resveratrol, vitamina C e outros polifenóis, o vinho tem o poder de combater o envelhecimento precoce, reduzindo os radicais livres em excesso que contribuem para o envelhecimento dos tecidos do corpo.

Isso significa que o corpo inteiro se beneficia com o retardo do envelhecimento celular e dessa forma, mais de 50 doenças podem ser prevenidas, como por exemplo doenças degenerativas e até cânceres.

Previne o Alzheimer

O consumo diário ajuda também na prevenção de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, pois reduz possíveis alterações no cérebro e a deterioração da memória.

Ajuda o sistema imunológico

Os antioxidantes deixados no intestino contribuem para que as bactérias saudáveis floresçam, estimulando a produção de células T que exercem funções imunológicas e antivirais, além do resveratrol que auxilia na formação de moléculas anti-inflamatórias.

Tomar vinho é sempre uma experiência incrível e muito prazerosa e sabendo que consumi-lo na quantidade certa faz bem à saúde se torna uma experiência melhor ainda, não é mesmo? E você, já tomou sua taça de vinho hoje?

Fonte: Sociedade da Mesa

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Pneumologista da Sociedade de Medicina tira dúvidas sobre doenças do inverno

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A nova estação, que começou no dia 21, é marcada pela incidência das doenças respiratórias

No último dia 21 de junho, começou o inverno, uma época em que as doenças respiratórias são mais comuns, como no outono. Para entender melhor esse quadro, as formas de prevenir e quando procurar um médico, conversamos com o coordenador do Departamento Científico de Pneumologia da SMCC (Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas), Dr. Rene Penna Chaves Neto. Confira a entrevista!

Quais a principais doenças de inverno?

Conhecidas como doenças sazonais, as patologias respiratórias, que aumentam sua incidência durante os meses do outono e inverno, são as doenças infecciosas das vias aéreas superiores e inferiores, bem como as exacerbações das doenças respiratórias crônicas, como asma, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e alergias respiratórias. As infecções virais das vias aéreas se sobrepõem, seguidas pelas rinossinusites bacterianas e, mais seriamente, pelas pneumonias. É bom lembrar que o clima frio não afeta exclusivamente as vias aéreas, sendo destacadas também as doenças cardiovasculares, com maior número de infartos, AVCs (Acidentes Vasculares Cerebrais) e descompensação de arteriopatias periféricas.

Quais cuidados devemos ter nesse período mais frio para prevenir doenças?

Como nessa época é comum a queda da temperatura e a baixa da umidade relativa do ar, ocorre o ressecamento da mucosa das vias aéreas e a diminuição da ação das defesas locais nas vias aéreas superiores. A aglomeração de pessoas em locais pouco ventilados e ensolarados também contribui para exposição e contaminação horizontal dos patógenos que utilizam os aerossóis expelidos durante a fala, tosse e espirros, para propagação dos surtos de infecção. Nesse raciocínio, manter a temperatura levemente aquecida, bem como a umidade relativa entre 50 a 60%, já torna o ambiente bem favorável na prevenção dessas complicações. O ato de lavar as mãos constantemente e evitar proximidade facial ao conversar e, principalmente, ao tossir e espirrar são fundamentais. Manter-se com as imunizações antivirais e antibacterianas disponíveis na atualidade também é importante.   

Quando procurar um médico?

Todas essas complicações podem ter sua evolução, desde formas leves a mais graves. Sempre que a pessoa sentir dificuldade para respirar, mal-estar por desidratação ou inapetência (falta de apetite) e, principalmente, qualquer alteração de cognição, confusão ou qualquer outra característica que destoe de seus hábitos normais, são sinais de alerta para procurar um serviço médico.

Existe alguma faixa etária mais vulnerável a doenças comuns no inverno?

Como sempre, as faixas etárias mais vulneráveis são os extremos das idades, ou seja, as crianças, com as ocorrências das viroses respiratórias, com ênfase às crises de asma e bronquiolites, assim como os mais idosos, que incidem as exacerbações de DPOC, traqueobronquites, asma e pneumonias.

Quais as principais diferenças entre resfriado, gripe e covid-19?

Embora os sintomas possam ser muito semelhantes, o que dificulta o diagnóstico diferencial entre elas, a diferença entre essas entidades é seu agente causador. Os resfriados são causados por vírus menos conhecidos, sendo os mais comuns o adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório, que podem causar até as bronquiolites nas crianças. As gripes são causadas pelos vírus influenza, contra os quais já temos vacinas há muito tempo. E finalmente, a covid é causada pelas variantes mais agressivas do vírus corona, conhecidas como SARS COV-II. Até pouco tempo atrás, em decorrência da dificuldade de acesso a testes de identificação dos agentes virais, os diagnósticos eram feitos de forma epidemiológica, sem confirmação laboratorial, sendo os casos mais leves chamados de resfriado e os casos mais moderados e graves, de gripe. Com o advento da covid, há dois anos e meio, houve uma popularização dos testes e os vírus passaram a ser identificados com acurácia para o diagnóstico etiológico correto. Outro fato que devemos valorizar na pandemia da covid foi alertar que, anteriormente à catástrofe, sempre tivemos uma morbidade e mortalidade significativa por gripes influenza, em todo o mundo, dados pouco valorizados pela população em geral e pelas mídias de informação.

Quando a febre é um sinal de alerta? Quando devemos procurar um médico por causa dela?

A ocorrência de febre em uma pessoa significa presença de um processo inflamatório, que pode ser infeccioso ou não. Toda vez que nosso corpo é agredido por inflamação ou infecção ativas, ele reage com aumento da temperatura, sendo um indicativo para o profissional de saúde localizar o foco da inflamação e/ou infecção. Os perigos da febre alta, acima de 38 graus, podem ser desidratação e confusão mental em crianças e idosos, até o extremo de ocorrências das convulsões febris nas crianças. O mais importante é reconhecer a febre como um sintoma e não uma doença. Medidas devem ser tomadas para estabilização da temperatura normal, como medicações, e, às vezes, compressas de água fria, até que o diagnóstico final seja esclarecido.

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Projeto gratuito oferece acompanhamento para quem busca emagrecer e fazer cirurgia bariátrica

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Com cerca de 6 mil pessoas atendidas, 100% Saúde já ajudou a eliminar 12t de peso corporal; ação ocorre no campus da UniMAX, em Indaiatuba/SP

“Quero fazer cirurgia bariátrica para mudar de vida, porque ninguém me dá oportunidade de trabalho por causa do meu tamanho. O meu peso me atrapalha muito”. O relato é do auxiliar de serviços Gilmar Aparecido de Oliveira Junior, de 27 anos, que atualmente pesa 220 quilos, mas que no ano passado chegou a 282 kg.

Desde março deste ano, ele passou a fazer parte de um grupo de 130 pessoas que participam do Projeto “100% Saúde”, desenvolvido pelo Grupo UniEduK e que oferece, gratuitamente no campus do Centro Universitário Max Planck (UniMAX), em Indaiatuba/SP, atendimento multidisciplinar para quem busca perder peso e ser encaminhado para fazer cirurgia bariátrica.

Iniciado em 2015, o projeto já atendeu cerca de 6 mil pessoas e ajudou a eliminar 12 toneladas de peso corporal. “A ideia é conscientizar as pessoas a eliminarem o sobrepeso por meio de uma vida saudável, com exercícios físicos e alimentação adequada, evitando assim o desenvolvido de doenças causadas pela obesidade”, salienta o coordenador do projeto, Ítalo Gomide Alves, que fez cirurgia bariátrica em 2009 após pesar 140kg, eliminando um total de 50kg.

Para participar do 100% Saúde, basta comparecer aos encontros que ocorrem toda quarta-feira, a partir das 18h, na UniMAX. No primeiro dia, devem levar documentos pessoais como CPF, RG, Cartão SUS e comprovante de vacinação contra a Covid-19. Nos encontros, os participantes passam por uma triagem com alunos do curso de Enfermagem, que realizam pesagem, aferição de pressão arterial e medidas antropométricas.

Posteriormente, no auditório do centro universitário, eles assistem palestras sobre saúde e bem-estar. É quando também recebem orientações e podem tirar suas dúvidas. Os conteúdos são ministrados por profissionais do Grupo de Estudos Sobre Tratamentos da Obesidade (Gesto), que é composto por um médico gastrocirurgião, uma psicóloga e uma nutricionista. Outros profissionais também são convidados a palestrarem.

Por conta da pandemia, os encontros estavam suspensos, mas foram retomados em março deste ano. Desenvolvido em parceria com a Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, atualmente está com inscrições abertas.

“Aqui a gente convive com pessoas que sofrem do mesmo problema, então você acaba encontrando um apoio e as coisas ficam mais fáceis. Antes, eu utilizava cinco tipos de medicamento e hoje não preciso tomar mais nada. Não fazia nenhuma atividade física e atualmente pratico corrida, ciclismo, musculação e treinamento funcional. Graças ao acompanhamento e as orientações, também parei de fumar e beber. O projeto mudou minha vida tanto fisicamente quanto mentalmente”, conta o militar de reserva Marcelo dos Santos, de 44 anos, que já perdeu 48 quilos sem a necessidade de cirurgia. Marcelo conseguiu ainda incentivar mulher e filha a participarem do 100% Saúde.

Semanalmente, os assistidos pelo projeto recebem via Telegram as “Pílulas Motivacionais”, que são vídeos cursos com dicas e orientações, gravadas por alunos e professores dos cursos de Medicina, Enfermagem, Nutrição, Psicologia, Educação Física e Gastronomia.

Reeducação alimentar e bariátrica

No 100% Saúde, o paciente pode optar por entrar numa reeducação alimentar e seguir perdendo peso sem a cirurgia; ou, caso consiga emagrecer 10% do peso que chegou ao projeto, ser encaminhado para bariátrica.

“Tem gente que vem com objetivo de fazer a redução, mas no meio do caminho desiste porque perdeu peso e vai continuar somente com a reeducação. E há quem veio para fazer a reeducação, mas optou pela cirurgia”, salienta Ítalo. “Ao ser encaminhado para a bariátrica, em Campinas, todo o desempenho do paciente será reavaliado pela equipe médica do conceituado gastrocirurgiao Elinton Adami Chaim. Ele terá que cumprir outra série de exigências, como perder mais peso e participar de novos encontros. Esse processo, até a realização da cirurgia, pode levar de um a três meses de espera.”

Atualmente, o 100% Saúde já encaminhou para a bariátrica 35 pacientes. Mesmo após os procedimentos, muitos ainda frequentam o projeto. A próxima contemplada com a redução de estômago pode ser a auxiliar de serviços gerais Célia Aparecida Lopes de Oliveira, de 56 anos, que está no projeto desde o seu início.

Com 143kg, 37kg a menos do que quando entrou no 100% Saúde, essa poderá ser a segunda vez que ela é chamada para cirurgia bariátrica. “Na primeira oportunidade, acabei não fazendo por causa de 200 gramas”, lembra. “Mas, agora é diferente e estou confiante. Antes eu não conseguia nem andar, já hoje faço atividade física todos os dias. Para dormir era um sofrimento, não conseguia respirar e tinha que utilizar até sete travesseiros. Hoje não necessito de nada disso e ainda durmo muito bem!”, conta.

A ansiedade de realizar a cirurgia também se estende a Gilmar. “Parece sonho de criança, mas o que mais quero depois fizer a cirurgia é comprar a tão sonhada jaqueta de couro. Poder usar uma roupa normal e não precisar mandar fazer”, diz.

SERVIÇO

Projeto 100% Saúde – UniMAX
Quando: toda quarta-feira, a partir das 18h
Onde: Anfiteatro da UniMAX – Portaria 3 – Rua Eurico Primo Venturine, 379, Jardim Pedroso, Indaiatuba/SP
Quem pode participar: portadores de sobrepeso e obesidade mórbida, que buscam reeducação alimentar, perda de peso ou cirurgia bariátrica

Ação gratuita à população

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