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Economia

Tarifa Branca pode fazer consumidor economizar dinheiro com a conta de luz, entenda

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A Tarifa Branca é uma norma regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que entrou em vigor a partir de janeiro de 2018. O objetivo da nova regulamentação é oferecer aos consumidores um novo regime de preço, como uma tarifa alternativa baseada na variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo. Primeiramente, em 2018, essa opção foi oferecida somente aos novos consumidores e clientes com consumo médio superior a 500 kWh/mês nos últimos 12 meses – com exceção dos clientes de baixa renda, de iluminação pública.

Em 2019 ela será oferecida aos clientes com consumo médio superior a 250 kWh/mês nos últimos 12 meses, com exceção dos clientes baixa renda, iluminação pública e faturada na modalidade de pré-pagamento. 

E em 2020 todos os clientes poderão aderir, com exceção dos clientes baixa renda, iluminação púbica e  faturada na modalidade de pré-pagamento.

No novo modelo será considerado o horário do consumo para definir o preço da eletricidade. Os dias úteis ficarão divididos em Horário de Ponta, Horário Intermediário e Horário Fora de Ponta – sendo o Horário de Ponta aquele com maior demanda de energia na área de concessão, ou seja, o mais caro, e o Fora de Ponta, o mais barato.O que quer dizer na prática?


Isso quer dizer que se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia no horário Fora de Ponta, diminuindo fortemente o consumo no Horário de Ponta e no Horário Intermediário, a opção pela Tarifa Branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida. Com exceção dos fins de semana e feriados, quando o valor a ser cobrado é sempre o Fora de Ponta.

Qual perfil se enquadra à nova modalidade?

Para tomar a melhor decisão, é importante lembrar que, antes de optar pela Tarifa Branca, o conhecimento sobre o seu perfil de consumo, seus hábitos de uso da energia ao longo do dia e a comparação entre os valores da Tarifa Branca e a Convencional são fatores determinantes para pagar menos pela energia consumida.

Dessa forma, se optar pela nova tarifa, o consumidor deverá ser disciplinado no gerenciamento de seu consumo, pois só assim a economia na conta será possível. Por isso, caso o consumo de energia nos horários de Ponta e Intermediário não seja evitado, a adesão à Tarifa Branca irá resultar em uma conta de luz mais alta. Nessa situação, é mais vantajoso continuar utilizando a tarifa convencional.

Esses novos horários – de Ponta, Intermediário e Fora de Ponta – são definidos pela ANEEL nas Revisões Tarifárias Periódicas de cada distribuidora.

​​Como aderir à Tarifa Branca?​


A solicitação da mudança de tarifa é opcional e estará liberada a partir do dia 1º de janeiro de 2020 para todos os clientes*. Para os consumidores do Grupo CPFL, a adesão deve ser realizada, gratuitamente, nas agências de atendimento da empresa, redes credenciadas ou pelo site https://servicosonline.cpfl.com.br/agencia-webapp/#/migracao-tarifaria

Economia

Em Agosto, os pedidos de recuperações judiciais aumentam em 50%

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De acordo com o Serasa, em agosto, os pedidos de recuperações judiciais cresceram 50% e destes, 43,2% se deram no segmento do comércio. 

Segundo Luiz Rabi economista da Serasa, entrevistado pela Agência Brasil, “O crescimento expressivo das requisições está ligado diretamente aos riscos econômicos que vêm se elevando desde o início de agosto no país. As questões políticas, a crise hídrica e o aumento da inflação passaram a afetar negativamente a saúde financeira dos consumidores, o que prejudica, principalmente, os negócios do segmento de comércio e as micro e pequenas empresas, que ainda estavam se reerguendo com o relaxamento das medidas restritivas referentes a pandemia”.

Além do comércio, houveram pedidos de recuperação judicial nos setores:

  • Micro e pequenas empresas, com 60 pedidos;
  • Empresas de médio e grande porte, com 35 pedidos.
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Economia

É possível monetizar créditos das empresas preservando seus ativos

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A Becomex entende que muitos incentivos e benefícios fiscais podem permear a cadeia produtiva e criou uma metodologia que desenvolve a colaboração entre clientes e fornecedores na obtenção de benefícios com a redução de custos e monetização dos créditos tributários: o BCC – Business Collaboration Chain.

Com o BCC é possível monetizar créditos das empresas preservando seus ativos. Um destes créditos se refere a exclusão do ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços sobre a base de cálculo do PIS – Programa de Integração Social e para a Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social com data retroativa a 15 de março de 2017, que recentemente o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu a favor.

A partir de tal data a base de cálculo do PIS/Cofins, que são tributos federais pagos por empresas de todos os setores para complementar o financiamento da Seguridade Social e do seguro-desemprego, não deve ser inflada com o ICMS, que é um imposto estadual.

“O que muitas empresas acabam não atentando é sobre a possibilidade de monetizar estrategicamente estes créditos, de uma maneira aderente e consistente, diferente de estratégias rápidas e em muitos casos até oportunistas, preservando desta forma seus os ativos”, explica Paulo Paiva, Vice-presidente de Produtos e Consultoria da Becomex.

Como exemplo, no mercado estão adquirindo estes créditos com deságios altos, que se iniciam na casa dos 30% e podem chegar em alguns casos até 90%. Numa conta bem rápida e simples, uma empresa quem tem ativos com estes créditos no valor de R$100 milhões acaba vendendo por apenas R$10 milhões.

O BCC é um dos caminhos alternativos para monetizar estes créditos, sem vender e sem perder boa parte dos ativos da empresa. Trata-se de um projeto desenvolvido para garantir que toda a cadeia produtiva seja beneficiada e se perpetua, pois as empresas sempre vão comprar e vender em suas operações.

“Incorporar esta dinâmica estratégica na operação é mais consistente do que se aventurar na busca por dinheiro rápido e evita perdas gigantes e em muitos casos irreparáveis”, completa Paiva.

Por mais que demore, a empresa vai usar por muito mais tempo estes créditos e acaba entrando na sua marcha corrente: uma estratégia tributária que monetize, pagando o governo com o que já tem direito.

“Ao longo de 14 anos de atividade, agregamos efetivamente ao caixa de nossos clientes mais de R$9 bilhões de impostos que seriam recolhidos indevidamente, contribuindo para o aumento da competitividade das empresas, possibilitando a redução dos custos tributários”, finaliza o executivo”, finaliza o executivo.

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Economia

6 maneiras de economizar energia

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Historicamente, agosto é considerado um dos meses mais secos do ano. Em 2021, isso não deverá ser diferente. Com umidade baixa e a frente fria que vem atingindo o Brasil nos últimos dias, a tendência é que a chuva demore para chegar, gerando um alerta de baixos níveis de água nos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Como no Brasil a principal fonte de energia é a hidrelétrica, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) prevê que as contas devem permanecer com bandeira tarifária vermelha patamar 2 em agosto, com custo de R$ 9,49 para cada 100 quilowatt-hora (kwh) consumidos.

Contudo, existem maneiras de evitar o susto quando a conta chegar. Segundo João Carlos Souza, Gerente de Sustentabilidade e Relações Institucionais na Schneider Electric, líder global em transformação digital,  gerenciamento e automação de energia, a melhor forma de fazer isso é mudando os hábitos para economizar energia. Confira algumas dicas do especialista:

  1. Utilize o máximo de luz natural que conseguir
    Procure deixar a sua residência sempre clara, aplicando cores suaves na pintura das paredes, abuse de telhas translúcidas onde for possível e mantenha as cortinas abertas durante o dia para evitar acender as luzes.
  2. Automatize o recinto
    Existem soluções de automação residencial simples e acessíveis que também ajudam a economizar energia, como sensores de presença em áreas de passagem e/ou permanência curta e interruptores fotoelétricos para o ambiente externo.
  3. Utilize alternativas econômicas
    Hoje existem muitas formas de utilizar energia gastando pouco. Uma dessas maneiras é substituir as lâmpadas incandescentes por LED’s ou Fluorescentes. Também vale investir em um sistema de energia solar, mas é preciso pensar primeiro em eficiência energética e na mudança de comportamento. Feita a lição de casa, é possível fazer um investimento em sistemas de menor porte / com melhor custo benefício. Outra possibilidade são os sistemas solares utilizados para o aquecimento de água, com atenção apenas para regiões mais frias. Além disso, na medida do possível, substitua os equipamentos mais antigos, por outros mais modernos e com elevada eficiência (Selo Procel).
  4. Utilize os  eletrodomésticos com consciência ecológica
    Na hora de lavar a roupa o ideal é acumular uma quantidade próxima da capacidade máxima da máquina e depois pendurá-las bem esticadas no varal para que sequem naturalmente, evitando o uso de secadora. Em seguida, basta guardar cuidadosamente evitando amarrotá-las e minimizando o tempo e esforço necessário para passá-las.

    Em relação a geladeira, abra o menos possível. Pense antes em tudo que precisa pegar e, quando abri-la, faça isso de forma rápida. Além disso, sempre verifique a integridade das borrachas de vedação e respeite a distância de instalação proposta pelo fabricante.
  5. Faça do chuveiro elétrico um aliado
    Lembre-se que o banho é um ato de higiene pessoal,  que para ser sustentável deve ser relativamente rápido evitando desperdício de água e energia. Para evitar sustos com o valor da fatura, utilize a regulagem compatível com a estação do ano (um chuveiro eletrônico permite uma regulagem mais precisa).
  6. Equipamentos eletrônicos
    Diga não ao standby. Quando não estiver utilizando, tire o equipamento da tomada. Além disso, uma boa alternativa é adotar os ajustes mais econômicos.
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