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Policial

Mais de 1,5 mil atendimentos jurídicos são realizados em unidades prisionais da região central, em tempos da Covid-19

Portal Hortolândia

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Pioneiro em atividades remotas, o CDP de Jundiaí ultrapassa o número de 7,5 mil atendimentos

Para evitar uma interrupção nos atendimentos jurídicos a presos paulistas durante o surto de Coronavírus, advogados e defensores públicos passaram a trabalhar por videoconferência. Nas unidades prisionais que pertencem à região central 1.591 atendimentos já ocorreram.

Vale ressaltar que o Centro de Detenção Provisória (CDP) “Marcos Antônio Alves Bezerra”, de Jundiaí é pioneiro no atendimento remoto, iniciando as atividades em 2016 e acumulando até o momento mais de 7, 5 mil atendimentos. Além da assistência jurídica, a unidade prisional dispõe de telemedicina para atender aos sentenciados nesse período da Covid-19.

A atividade remota é uma sugestão das autoridades neste período de pandemia. Aos defensores, o serviço começou a partir da última sexta-feira, 14, e estará atrelado ao agendamento na unidade prisional. A Defensoria está enviando ao responsável pela unidade os nomes dos sentenciados que pretende atender. Já a OAB está atuando desde quinta-feira, 13, e criou um manual específico a ser operacionalizado por seus associados.

Julgamentos
Paralelamente a isso, 195 teleaudiências já foram realizadas em 52 presídios do Estado de São Paulo desde o último mês. Os casos vão desde audiências de instrução até julgamentos com sentença proferida pelo magistrado no mesmo dia. Os Oficiais de Justiça também estão incluídos executando tanto a intimação ou citação pelo mesmo sistema. As ações foram viabilizadas após uma parceria da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Tribunal de Justiça (TJ-SP), Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil.

Celeridade
A modalidade online de atendimento evita o deslocamento de detentos e interrupção de trâmites no processo, além de evitar a propagação da Covid-19.

Policial

Policia Federal de Campinas deflagra operação contra crime financeiro de R$ 2,5 bilhões

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (11/5) a Operação Black Flag, para apurar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e de lavagem de dinheiro na ordem de R$ 2,5 bilhões. É investigada uma organização criminosa que montou uma complexa rede com pessoas físicas e jurídicas fictícias, responsável por movimentações financeiras fraudulentas.

No total, 220 policiais federais e 50 servidores da Receita Federal participaram da operação, com buscas e prisões nos estados de Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.  São cumpridos 15 mandados de prisão e 70 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Primeira Vara Federal de Campinas.

Entre as medidas cumpridas, está o bloqueio de contas e investimentos no valor de R$ 261 milhões de reais, sequestro de bens imóveis e congelamento de transferências de bens móveis. Também foi determinado o afastamento de um policial federal do exercício do cargo.

A investigação iniciou-se há dois anos e contou com a atuação conjunta da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal. As fraudes foram descobertas a partir de ações fiscais da Receita Federal, que detectou movimentações financeiras suspeitas.

Com a instauração do inquérito policial e o avanço das investigações, descobriu-se uma complexa rede de pessoas físicas e jurídicas fictícias que chegou a movimentar R$ 2,5 bilhões em operações financeiras. O objetivo dessas operações era propiciar aos integrantes da organização criminosa um alto padrão de vida, com a aquisição de veículos de luxo, imóveis, lanchas e patrocínio de esporte automobilístico.

Para proteger o patrimônio, foram criadas empresas que assumiram a propriedade dos bens e os blindaram de eventuais ações fiscais, cujos créditos já apurados pela Receita Federal ultrapassam R$ 150 milhões. A origem de recursos que iniciou um sistêmico processo de fraude é pública, já que a primeira empresa fictícia obteve um contrato com uma agência de fomento econômico estatal  e outro com a Caixa Econômica Federal, no valor total de 73 milhões de reais na época do fato (2011), o que, em valores corrigidos, importa em aproximadamente 100 milhões de reais.

Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro, crimes contra a ordem tributária, estelionato, falsidade ideológica e material e organização criminosa.

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Policial

Polícia Civil prende jovem de 19 anos que planejava atacar escola em SP

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCIBER/Deic), cumpriu um mandado de prisão preventiva nesta segunda-feira (10) e deteve um homem de 19 anos em São Paulo. O jovem planejava invadir e matar alunos de uma escola, no bairro de Americanópolis, na zona sul da Capital. O suspeito foi detido no bairro do Capão Redondo.

Os agentes detiveram o rapaz na casa de um tio e o levaram ao Palácio da Polícia Civil, na região central da capital. A identidade do suspeito não foi revelada. Um celular foi apreendido e será analisado pela perícia, que pode revelar detalhes dos planos.

A prisão aconteceu com auxílio de informações vindas de autoridades americanas. Ele cooptava, pela internet, jovens dispostos a realizar ataques.

Mais dois adolescentes foram identificados como suspeitos e são procurados pela polícia.

Os policiais informaram que o jovem passou por tratamento e foi detido por motivo semelhante em 2020. Agora, ficará preso por tempo indeterminado após o cumprimento do mandado de prisão preventiva.

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Policial

Polícia Civil de Campinas prende dupla com mais 220 quilos em drogas

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No ultimo sábado (08), policiais civis da 2ª Delegacia de Polícia de Investigações Sobre Entorpecentes, da Divisão Especializada de Investigações Criminais de Campinas, (Dise/Deic/Deinter 2) prenderam dois homens que transportavam mais de 220 quilos de drogas em um caminhão, em Assis, no interior do Estado.

Os agentes descobriram, durante apurações, que uma carreta transportando grande quantidade de drogas estaria a caminho da cidade e iniciaram trabalhos em campo e de inteligência para interceptá-la.

Foram montados pontos de observação na rodovia Raposo Tavares e o veículo foi localizado no km 436 da referida via. O caminhão foi abordado, e estava ocupado por dois homens que transportavam uma carga de 28 toneladas de frango congelado.

Questionados, os suspeitos apresentaram respostas desencontradas e foram detidos. Eles e a carreta foram levados até a sede da especializada, em Campinas, onde, após busca minuciosa, foi localizado um fundo falso na cabine do veículo. No compartimento foram encontrados 200 tijolos de cocaína e dez sacos com maconha.

Toda a substância foi apreendida para perícia e o caminhão recolhido, assim como R$ 1.765 e dois celulares encontrados com os suspeitos.

A dupla foi presa em flagrante e indiciada por tráfico e associação para o tráfico de drogas.

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