O São Paulo já sabe quanto quer para o seu novo contrato de naming rights. O contrato atual com a Mondeles, que rebatizou o estádio para MorumBIS, se encerra ao final do ano.
Em meio a um cenário de incerteza, já que a empresa ainda não avançou em tratativas para negociar com o São Paulo a ampliação do contrato, a montadora chinesa BYD, que chegou ao Brasil nos últimos anos, tem interesse em assumir o posto.
A empresa chinesa tem adentrado o mercado do futebol. Na Itália, patrocina a Inter de Milão e ainda cede carros ao clube, e no Brasil tem acordo com o Corinthians para um espaço pequeno na camisa.
Em relação ao São Paulo, as conversas ainda estão em estágios iniciais. Todavia, a empresa gosta do formato de trocadilho, inserindo a marca em meio ao nome tradicional do estádio.
Quanto o São Paulo quer?
As conversas não avançaram por conta do caos político em que Julio Casares acabou sendo afastado do cargo. Mas, internamente, há o consenso de ser necessário um aumento substancial, até pelo fato de o novo contrato englobar o ano de 2030, o centenário do clube.
As pedidas estão na casa de R$ 35 milhões ao ano, chegando a R$ 175 milhões. Os valores atuais estão em R$ 25 milhões. A informação foi divulgada inicialmente pelo UOL.
Se conseguir o aumento pleiteado, o Tricolor terá um aumento de 40% na receita. Essa tem sido a conduta da nova gestão, capitaneada por Harry Massis, de buscar acordos comerciais mais vantajosos para o clube.
As negociações devem se desenrolar para o final da temporada, que é quando o vínculo atual irá encerrar.
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