O Centro de Referência em Atendimento à Mulher – CRAM de Hortolândia realizou, nesta sexta-feira (24), a primeira edição do “Arraiá da Sororidade”, iniciativa que reuniu mulheres atendidas pela unidade e profissionais da equipe em uma atividade voltada ao fortalecimento dos vínculos, da convivência e da rede de apoio.
Mais do que uma comemoração típica de julho, o encontro teve como proposta criar um ambiente de integração e acolhimento para mulheres que recebem acompanhamento do serviço, voltado ao atendimento de vítimas de violência de gênero.
Espaço de acolhimento vai além do atendimento especializado
O CRAM oferece acompanhamento multidisciplinar e desenvolve ações que buscam promover a autonomia, a autoestima e o convívio social das mulheres atendidas.
Segundo a diretora do Departamento das Mulheres, Renata Santos de Brito Roque, o evento foi pensado para reforçar os laços entre as participantes e estimular um ambiente de apoio mútuo.
“A proposta da sororidade está relacionada à empatia, ao acolhimento e ao fortalecimento dos vínculos entre mulheres, contribuindo para um atendimento cada vez mais humanizado”, destacou.
Profissionais iniciam capacitação sobre atendimento humanizado
Além das atividades voltadas às usuárias, a equipe do CRAM iniciou nesta semana um ciclo de capacitações direcionado aos profissionais que atuam na rede de atendimento às mulheres em situação de violência.
O primeiro encontro abordou temas como:
- atendimento e acolhimento humanizado;
- Lei Maria da Penha;
- normas técnicas dos Centros de Referência de Atendimento à Mulher;
- protocolos de atendimento;
- legislação relacionada à violência doméstica e familiar.
De acordo com a Prefeitura, esta foi a primeira atividade de um cronograma composto por oito encontros, que têm como objetivo aperfeiçoar o atendimento prestado às mulheres no município.
O que é o CRAM de Hortolândia?
O Centro de Referência em Atendimento à Mulher é um serviço especializado que oferece acolhimento, orientação e acompanhamento às mulheres em situação de violência, atuando de forma integrada com outros órgãos da rede de proteção.
Além do suporte psicossocial, o equipamento desenvolve ações voltadas ao fortalecimento da autonomia, da convivência e da reconstrução dos vínculos sociais.
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