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TV, Cinema e Teatro

UM ESPIÃO E MEIO (6,0)

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Kevin Hart se tornou uma espécie de Martin Lawrence desta nova década, pois todos os trejeitos e humor corporal são extremamente parecidos. E assim como em ‘Policial em Apuros’ e ‘O Durão’, neste ‘Um Espião e Meio’ ele divide a cena com um astro do cinema e isso facilita ainda mais a empatia com o público.

O diretor Rawson Marshall Thunber utiliza vários ângulos que evidenciam a diferença de tamanho dos protagonistas e traz uma espécie de toques de super-herói para Dwayne Johnson, pois ele some de um local e aparece em outro sem muita explicação – tudo para deixar claro todo seu aparato físico e exaltar sua filmografia no gênero da ação.

Mesmo assim, os irritantes gritos afetados de Hart incomodam o espectador após ser repetido pela terceira vez – há gritos em todos os 110 minutos de projeção – e este corte final desnecessário, poderia ter vinte minutos a menos.

O brucutu já tinha mostrado seu lado divertido em ‘Bee Cool – O Outro Nome do Jogo’ e ‘Sem Dor, Sem Ganho’, e ganha mais pontos aqui, por mesclar a intensidade das boas cenas de perseguição e a química com o parceiro.

Na época do colégio, Bob Stone sofria por conta de seu peso e Calvin era a única pessoa que ficava ao seu lado. Anos depois, Stone se tornou um agente da CIA e precisará do antigo amigo, que tornou-se contador, para resolver um caso ultrassecreto.

A questão do bullying é tratada sem grandes aprofundamentos, assim como a criação das personalidades, mas nada disso afeta a experiência, pois ‘Um Espião e Meio’ sempre teve a intenção de ser um produto leve, sem megalomanias e que colocasse um sorriso de satisfação após os créditos finais subirem.

Assista em Hortolândia no CineSystem

Por Éder de Oliveira
www.cinemaepipoca.com.br

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La Brea: A Terra Perdida é o filme da Tela Quente nessa semana

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LaBrea

Ficções científicas são extraordinariamente intrigantes e sempre trazem conceitos que, em tese, abordam situações psicológicas e novos conceitos de certo e errado. Embora seja um nicho bem específico, temos pequenas joias nesse gênero.

Nessa segunda (16) a Tela-Quente traz uma delas, ou seja, o filme La Brea: A Terra Perdida.

No longa acompanhamos uma sociedade que precisa lidar com um inexplicável mundo primitivo. Após um gigantesco poço ser aberto misteriosamente em Los Angeles, uma família é dividida. Agora, ao lado de estranhos, eles devem trabalhar para sobreviver e descobrir o mistério de onde estão e se há um caminho de volta para casa.

O filme tem rostos pouco conhecidos, mas talentosos, como: Natalie Zea, Zyra Gorecki e Jack Martin.

Já o diretor é David Appelbaum, que tem um currículo vasto em séries como NCSI e The Mentalist.

Se ficou interessado para saber mais dessa trama, a Tela Quente começa as 22h30, espero vocês lá!

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Estreia curta metragem sobre a vida do jornalista Brasil de Oliveira

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Brasil de Oliveira

Estreia no mês de Maio o filme “A Última Transmissão”. O curta metragem de 15 minutos conta a história semi ficcional do último dia de vida do folclórico jornalista esportivo Brasil de Oliveira (1950-1996), que marcou a história do jornalismo e do rádio esportivo no interior do Estado. O filme, contemplado pelo Proac 30/2020, foi dirigido pela cineasta Helen Quintans e contou com a participação especial de ícones da imprensa esportiva de Campinas, como Carlos Batista, José Arnaldo, Alberto César e Fernando César.


Brasil de Oliveira, ou “Brasa” foi o personagem criado pelo jornalista Rodrigo Lagoa (São Paulo, 1950 – Campinas, 1996), um ícone da imprensa esportiva de Campinas e do Estado de São Paulo. Ele era extremamente conhecido, sobretudo por sua capacidade de reconhecer futuros craques e por sua imensa agenda de contatos. Brasil de Oliveira foi o último jornalista “analógico”, dono de um conhecimento extremo sobre futebol e de um jeito folclórico de se comunicar.


O filme, totalmente ambientado na Campinas dos anos 1990, se passa em locais icônicos da cidade, como o Largo das Andorinhas, o bar Giovanetti, o Edifício Itaguaçu, a Igreja do Carmo e a Catedral Metropolitana. Segundo a diretora Helen Quintans, essa escolha reflete a relação íntima de Brasa com Campinas“Seria impossível falar do Brasa sem falar de Campinas, ele vivia a cidade muito intensamente e criou uma relação afetiva com ela, para além do futebol”.


“A Última Transmissão” tem cinco exibições agendadas. A primeira será dia 13 de Maio, as 19:30, no Cineplex do Shopping Prado. As outras serão nos dias 19 (20:00 no Teatro Estrada, em Indaiatuba), dia 27 (14:00 no CEU José Paganotti, em Araras), dia 28 (19:00 na Casa de Vidro do Lago do Café, em Campinas) e no dia 3 de Junho, na Escola de Artes Augusto Boal, em Hortolândia, a partir das 19:00. Todas as exibições são gratuitas e haverá bate papo com a diretora após o término do filme.

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MazeRunner: A Cura Mortal na Tela Quente dessa semana

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Eu não sei vocês, mas eu adoro filmes com uma distopia intrigante. Com uma crescente onda de filmes que embarcaram nessa temática, alguns se destacaram. Dentre eles, Jogos Vorazes!

Mas seu ‘irmão mais novo’, teve o mesmo destino e sucesso nas bilheterias. MazeRunner:  A Cura Mortal vem para finalizar a trilogia épica, dirigida por Wes Ball.

No filme, o personagem Thomas, vivido pelo ator Dylan O’Brien, embarca em uma missão para encontrar a cura para a tal doença do título.

Como os outros filmes, este também explorara bem os experimentos realizados na arena labirinto do C.R.U.E.L., que podem trazer consequências catastróficas. Cabe ao nosso herói decidir se confia na promessa da organização, de que esse era o último experimento, entregando a cura a eles ou agir de maneira contraditória.

O longa foi lançado em 2018, trazendo além de O’Brien: Will Poulter,  Kaya Scodelario e Rosa Salazar. 

A Tela Quente desta segunda (9) promete vir com muita ação e uma boa pitada de aventura. Lembrando que pode acompanhar os desfechos dessa saga a partir de 22h30.

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