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Saúde & Beleza

Como fazer a melhor dieta para queimar gordura

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Pense na alimentação como fosse um investimento, ou seja, quando você está em déficit calórico, você só tem uma quantidade limitada de calorias para usar por dia.

Logo o mais correto que você pode fazer é investir nos alimentos com o melhor custo-benefício.

Em uma dieta para queima de gordura, esses alimentos seriam os que mantém você satisfeito e possuem menos calorias.

É isso que fará você ficar em déficit calórico com maior facilidade (e com menos fome).

Agora, para fazer isso acontecer na prática, há três passos simples que se você conseguir manter todos os dias, isso permitirá com que você extraia o máximo das calorias permitidas no seu déficit calórico.

1 – Sirva-se de comidas volumosas e menos calóricos

Poucas comidas possuem a habilidade de preencher seu estômago com maior facilidade e ao mesmo tempo não fornecer muitas calorias. Isto, em contrapartida, ativa receptores de estiramento das paredes do estômago, fazendo seu corpo pensar que você já está cheio. Neste caso, literalmente.

Alimentos volumosos também fazem você mastigar por mais tempo (arroz integral) e aumentam o tempo que leva para fazer uma refeição.

Apesar de parecer irrelevante (ou contraditório), o fato de você se alimentar lentamente faz você se sentir satisfeito antes.

Além disso, e o mais interessante, é que você pode comer mais desses alimentos, pois eles contém menos calorias.

Ou seja, é uma situação sem pontos negativos: você se sentir com menos fome e ainda pode comer mais, sem medo de cometer deslizes, pois você se sentirá cheio rapidamente.

Melhores alimentos volumosos para incluir na dieta

Agora, para escolher os melhores alimentos volumosos e com baixa densidade calórica, basta mirar para os ricos em água e fibra.

Veja, a maioria das frutas e vegetais possuem bastante fibra, água e poucas calorias.

Claras de ovo, carnes magras, peixes, iogurte grego e batata doce, também entram nessa.

Por outro lado, repare que a maioria dos alimentos processados, possuem pouca fibra, água e muita caloria.

Basicamente, o ponto que quero chegar é para optar por alimentos volumosos e baixa densidade calórica.

2 – Controle o consumo de gorduras boas

Gorduras boas costumam ser o tendão de aquiles da maioria das dietas para queimar gordura, pois muitos alimentos saudáveis são ricos em gorduras.

Mas isso não significa que eles não possam ser calóricos.

Basicamente, é muito fácil “contrabandear” calorias através de gorduras boas e depois não entender porque não está perdendo peso. Afinal, você estava comendo alimentos saudáveis, não é?

Entenda. Gorduras são o oposto dos alimentos volumosos que falamos.

Por exemplo: 5 nozes possuem a mesma quantidade de calorias do que 25 morangos.

Qual deles é mais fácil comer em excesso, sem perceber?

Pois é.

Alimentos ricos em gorduras (sejam elas boas ou não), são menos volumosos, mas muito mais calóricos.

Aqui a recomendação não é evitá-los, mas tomar cuidado redobrado na contagem de calorias ao usá-los na dieta.

Jamais confie em medidas padrões como “uma colher de sopa”.

Uma colher de sopa cheia de pasta de amendoim é interpretado de forma totalmente diferente por cada pessoa.

Portanto use a balança digital para fazer suas medidas.

Além disso, em termos de redução de apetite, a maior parte das calorias deverão vir dos alimentos fibrosos.

3 – Limite a ingestão de calorias líquidas

Se fosse possível declarar o pior tipo de alimento para alguém que queira queimar gordura, este alimento seria qualquer um que possua calorias líquidas.

Eles são os que menos saciam a fome e que mais podem possuir calorias.

Na verdade, há estudos mostrando que líquidos contendo calorias podem distender o estômago mais do que alimentos sólidos ao mesmo tempo que geram uma resposta mais fraca do corpo em relação a se sentir cheio.

Basicamente, você consegue tomar mais líquidos sem se sentir tão cheio como se sentiria ao comer a mesma quantidade, mas através de alimentos sólidos.

Tá, e o que são “calorias líquidas”?

Refrigerantes com açúcar, sucos de fruta, smoothies, vitaminas de fruta e qualquer outro tipo de mistura líquida que contenha caloria.

É válido reforçar que a qualidade do alimento não está em cheque aqui, mas sim a quantidade de calorias que ele pode fornecer.

Uma pessoa desavisada pode ler “sucos de fruta” e achar um absurdo fazer “mal” tomá-lo.

A questão está apenas na quantidade de calorias que ele pode fornecer e quão fácil é exagerar. Só isso.

Em vez disso, experimente usar suas alternativas sólidas. Comer a fruta em vez de tomar o suco ou fazer uma vitamina, e por ai vai.

fonte: BlogHipertrofia

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Fibromialgia e a cannabis medicinal

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A substância melhora a dor sem efeitos colaterais e torna-se destaque no tratamento

Um artigo publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos mostrou que a cannabis medicinal é uma opção eficaz de tratamento para a fibromialgia. O estudo utilizou a substância para verificar a melhora na intensidade da dor de 367 pacientes, e 81,1% relataram melhora significativa em sua condição, o que comprova o efeito analgésico da planta.

O tratamento convencional para a doença inclui anticonvulsivantes, anticonvulsivantes, analgésicos, relaxantes musculares, anti-inflamatórios, opioides e medicamentos para melhorar a qualidade do sono. “Os dados indicam que a cannabis medicinal pode ser uma opção terapêutica promissora para esses pacientes, especialmente àqueles que não alcançam resultados satisfatórios nas terapias farmacológicas padrão”, afirma Maria Teresa Jacob, médica que trabalha com a medicina canabinóide.

Segundo também o estudo, embora existam várias opções farmacológicas recomendadas para a fibromialgia, as eficácias são relativamente limitadas. Os resultados do tratamento com o uso da cannabis apontaram alto índice de melhora com baixas taxas de abandono da medicação.

“Os pacientes em nosso e em outros estudos frequentemente relatam que a cannabis medicinal é mais tolerável e com menos eventos adversos em comparação com outras terapias. Semelhante a estudos anteriores, descobrimos que o uso de cannabis medicinal é seguro entre pacientes com fibromialgia. No acompanhamento de seis meses, houve uma taxa baixa de eventos adversos menores, e apenas 28 pacientes (7,6%) pararam de usar cannabis medicinal.”, cita o artigo.

A pesquisa reforça que a cannabis é uma alternativa eficiente de tratamento para a fibromialgia. “Entretanto, antes do médico prescrevê-la, é necessário avaliar todo o histórico do paciente e definir questões como a dose e as substâncias presentes no remédio à base da planta para o paciente em questão”, completa a médica Maria Teresa Jacob.

Sobre a Dra. Maria Teresa Jacob

Formada pela Faculdade de Medicina de Jundiaí em 1982, com residência médica em Anestesiologia no Instituto Penido Burnier e Centro Médico de Campinas. Possui Título de Especialista em Anestesiologia, Título de Especialista em Acupuntura e Título de Especialista em Dor. Especialização em Dor, na Clinique de la Toussaint em Strassbourgo, França em 1992, Cannabis Medicinal e Saúde, na Universidade do Colorado, Cannabis Medicinal, em curso coordenado pela Dra. Raquel Peyraube, médica uruguaia referência mundial na área. Membro da Sociedade Internacional para Estudo da Dor (IASP), da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED), da Sociedade Internacional de Dor Musculoesquelética (IMS), da Sociedade Européia de Dor (EFIC), da Society of Cannabis Clinicians (SCC) e da International Association for Canabinoid Medicines (IACM). Atua no tratamento de Dor Crônica desde 1992 e há alguns anos em Medicina Canabinóide em diversas patologias em sua clínica privada localizada em Campinas.

Bem – Medicina Canábica e Bem Estar

A clínica Bem – Medicina Canábica e Bem Estar está localizada na cidade de Campinas. Com foco em saúde e bem-estar, atende pacientes de dor crônica com a medicina canabinóide, oferecendo tratamento complementar com a acupuntura. Realizam a prescrição e o acompanhamento da cannabis medicinal nos mais diversos casos e patologias. As médicas responsáveis, Dra. Maria Teresa Jacob e Dra. Beatriz Jacob Milani, mãe e filha, fizeram cursos de especialização internacional no uso terapêutico da planta.

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Diferença entre fratura e luxação

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Você sabe a diferença entre fratura e luxação? As duas lesões são muito comuns e podem ser causadas por uma simples queda da cama ou um por um exercício físico mal executado.

fisioterapeuta, doutor em anatomia humana e neuroanatomia, Mario Sabha Jr, afirma que ambas são facilmente confundidas pelos pacientes, mas cada uma requer cuidados e uma assistência específica. “Nem sempre é possível diferenciar a lesão pela dor e requer exames como radiografia ou ressonância para diferenciar a sua gravidade”, diz.

O especialista explica a diferença entre as duas lesões. “A fratura é uma descontinuidade do osso e a radiografia ou ressonância é que vão dar a dimensão da gravidade. O que chamamos de trinca, por exemplo, também é considerada uma fratura e requer tratamento adequado”, diz.

Já a luxação, termo bastante utilizado e relacionado à contusão, ocorre quando a articulação é deslocada da posição normal. “É uma lesão muito grave e, na maioria dos casos, só pode ser corrigida com cirurgia. É semelhante à retirada de uma coxa de frango”, exemplifica Sabha. “Existe também a subluxação que acontece quando a mesma lesão ocorre de forma parcial e o membro fica deslocado”, completa.

Lesões não tratadas podem causar dores e deixar sequelas irreversíveis. “Um osso fraturado que não foi devidamente tratado pode causar dor no local e uma pseudoartrose, que é o resultado de um osso mal colado. Ele pode ficar suscetível a fraturar no mesmo local ou ter uma deformidade”, alerta Sabha. “Embora seja muito comum, não subestime uma queda mesmo que seja considerada boba ou uma lesão”, orienta.

Nos três casos, a orientação é buscar uma assistência médica. “Quando existe uma fratura, luxação ou subluxação ninguém pode atuar, apenas o profissional da saúde no hospital. Depois disso, o paciente pode procurar tratamentos, como osteopatia, fisioterapia, entre outras terapias integrativas, para fortalecer e ajudar na recuperação”, finaliza.

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Lúpus: saiba as principais características da doença

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Lady Gaga, Selena Gomez, Astrid Fontenelle, Seal, Toni Braxton e Paula Abdul são algumas das celebridades que tornaram público seus diagnósticos de lúpus. A doença inflamatória, crônica e autoimune, faz o sistema imunológico atacar as células do paciente. Os principais sintomas se manifestam na pele, mas também podem ocorrer em órgãos internos, desencadeando diferentes sinais em vários locais do corpo.  

Segundo informações do Ministério da Saúde, o nome da doença surgiu na Idade Média porque as manchas no rosto provocadas pela patologia lembravam o aspecto de algumas espécies de lobos – no latim, lúpus.  

A Sociedade Brasileira de Reumatologia destaca que as causas não são ainda conhecidas, mas os especialistas apontam que o desenvolvimento deve-se a fatores genéticos, hormonais e ambientais. A doença pode ocorrer em qualquer idade, sendo mais comum entre pessoas de 20 a 45 anos, mestiças ou afrodescendentes. 

A entidade estima que 65 mil brasileiros tenham a doença, embora não haja estatísticas atualizadas. As mulheres são mais acometidas pela patologia. Conforme o Ministério da Saúde, o lúpus costuma ser de nove a dez vezes mais frequente em mulheres na idade reprodutiva. A Sociedade Brasileira de Reumatologia acredita que uma em cada 1.700 mulheres tenha lúpus. 

As celebridades destacaram em várias oportunidades que decidiram se abrir sobre a doença como forma de chamar a atenção para o diagnóstico, combatendo a desinformação e o preconceito. A Rede D’Or São Luiz ressalta que o lúpus não é uma doença contagiosa.  

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) estabeleceu as diretrizes para diagnóstico, tratamento e acompanhamento no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do LES. Os parâmetros constam na portaria nº 100, do dia 7 de fevereiro de 2013, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde.  

Se não for controlado, o lúpus pode causar a morte. Diante disso, celebridades e especialistas alertam para a importância do tratamento multidisciplinar, com acompanhamento de especialista em reumatologia, neurologistas, nefrologistas, pneumologistas e dermatologistas, entre outros profissionais para oferecer qualidade de vida ao paciente.  

Sintomas do lúpus  

Os sintomas de lúpus podem surgir ao longo de meses, de forma lenta, silenciosa e progressiva ou fulminante, em semanas. O Ministério da Saúde aponta que as características clínicas e os quadros podem ter fases mais agudas e outras de remissão.  

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lembra que o dermatologista também pode desempenhar um papel importante no diagnóstico. O motivo é que a pele é afetada em 80% dos casos. Um dos tipos é o lúpus cutâneo, quando surgem manchas avermelhadas em formato de borboleta na pele do rosto e em outras áreas do corpo expostas à luz solar, como o colo, os braços e as orelhas. A doença pode causar quedas de pelos e de cabelo. Também é relatada fotossensibilidade. 

A Sociedade Brasileira de Reumatologia explica que o outro tipo é o lúpus sistêmico. Nesse caso, além das manchas na pele, pode haver sinais gerais como febre, fraqueza, desânimo, perda de apetite e emagrecimento. Dependendo do órgão atingido, a pessoa pode reclamar de dor nas articulações, inflamação da pleura ou do pericárdio e hipertensão.  

O Ministério da Saúde aponta ainda como sinais da doença a possibilidade de confusão mental e perda de memória, desconforto geral e ansiedade.  

A Rede D’Or São Luiz também elenca entre os sintomas falta de flexibilidade nos músculos, dor no peito ao respirar fundo, feridas na boca, dor de cabeça e dificuldade para urinar. Este último sinal alerta para um possível desdobramento: a inflamação nos rins, que pode atingir 50% das pessoas com lúpus. 

Os pacientes podem ter ínguas acompanhadas por febre. À primeira vista, o diagnóstico inicial é de infecções como a rubéola ou mononucleose. Também pode haver redução dos glóbulos vermelhos e brancos e das plaquetas, uma vez que os anticorpos atacam essas células do sangue, desencadeando anemia, plaquetomia e leucopenia.  

A SBD cita que a pessoa pode ter desmaios e tromboses. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, o paciente pode ter convulsões, alterações de humor, psicoses, depressão, alterações dos nervos periféricos e da medula espinhal, sintoma menos frequente.  

Diagnóstico do lúpus  

O reconhecimento imediato do lúpus pode ser difícil devido à variedade de sintomas, que apontam para outros quadros de saúde. A Coordenação Geral de Média e Alta Complexidade do Ministério determina que é fundamental a realização de anamnese, que é a entrevista feita pelo médico ao paciente, além de exame físico completo e exames laboratoriais que podem indicar alterações clínicas da doença.  

Entre as análises no sangue que podem ser solicitadas estão hemograma completo, contagem de plaquetas, proteína C reativa, fosfatase alcalina, velocidade de hemossedimentação (VHS), alanina-aminotransferase (ALT/TGP), aspartato-aminotransferase (AST/TGO), bilirrubinas total e suas frações e desidrogenase láctica (LDH). 

A Sociedade Brasileira de Reumatologia detalha que exames específicos de urina também podem apontar alterações que não só indicam a existência da doença, como se já está em atividade. Tanto a entidade quanto o Ministério da Saúde apontam que outra possibilidade de diagnóstico é a avaliação da presença de autoanticorpos por exames como anticoagulante lúpico, FAN, anti-Sm, anti-DNA nativo, anticardiolipina IgG e IgM, anti-Ro/SSA, anti-La/SSB, e anti-RNP.  

Tratamento  

A Coordenação Geral de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde preconiza que o tratamento do lúpus deve ser individualizado conforme as particularidades apresentadas pelo paciente, com uso ou não de remédios e adoção de medidas protetivas. A meta é controlar a doença, reduzir efeitos colaterais dos medicamentos e permitir qualidade de vida.  

Entre as medidas não medicamentosas, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do SUS para o lúpus inclui exercícios físicos regulares aeróbicos para melhora e manutenção do condicionamento físico dos pacientes. A orientação é válida nos períodos de remissão e desaconselhada na fase de atividade sistêmica. A pessoa deve fazer tratamento e acompanhamento de doenças que podem ser agravadas pelo lúpus, como osteoporose, diabetes, hipertensão e obesidade.  

A Sociedade Brasileira de Dermatologia ressalta que é importante o tratamento contínuo para reduzir a inflamação no organismo e monitoramento da atividade da doença. Os médicos receitam medicamentos que tratam malária, que podem ser usados em praticamente todos os casos de lúpus, pois ajudam quando a doença ataca os rins, as articulações e a pele.  

Segundo a SBD, o tratamento para lúpus cutâneo é através de cremes ou injeções nos locais onde há manchas, com possibilidade de controle completo. Quando a doença ataca pulmão, rins ou cérebro, também serão necessários medicamentos imunossupressores e pode ser indicada a internação hospitalar.  

Como prevenir o lúpus  

Por ter origem genética, ainda não há formas específicas para impedir o surgimento do lúpus. A SBD ressalta a importância de se chegar ao diagnóstico o quanto antes, já que tratamento precoce contribui para diminuir a forma como o organismo é afetado.  

As pessoas com lúpus devem se proteger do sol, pois a exposição pode desencadear a atividade da doença. Outro vilão para estes pacientes é o cigarro, independente de ser fumante ou convivendo com quem fuma. O motivo é que o tabagismo não só aumenta a atividade do lúpus como diminui a eficácia do tratamento.  

As mulheres com lúpus são orientadas a adiar os planos de gravidez enquanto a doença não estiver controlada. A gestação pode agravar o quadro em até 50% dos casos e aumenta chances de aborto.

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