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Saúde & Beleza

Claudinho Cabelos promove sábado especial para cuidados com os fios

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Um dia dedicado ao tratamento dos cabelos. Esta é a proposta do evento S.O.S. Cabelos, que o salão Claudinho Cabelos, de Hortolândia, promove neste sábado, 6 de agosto. Os clientes terão a oportunidade de hidratar, nutrir ou reconstruir o cabelo a um preço especial: R$ 60,00. O valor inclui a escova.

A cabeleireira Larissa Moreno lembra que no Inverno os cabelos tendem a ressacar com mais facilidade. Um das razões é o banho quente.  A alta temperatura da água diminui o óleo do couro cabeludo, que protege e lubrifica os fios. “Sem esta proteção natural, o cabelo pode ficar com aquele aspecto ressecado, quebradiço e com pontas duplas. Por isto é importante não descuidar dos fios nesta época do ano”, alerta Larissa.

A cabeleireira explica que o S.O.S Cabelos  será voltado para todos os tipos de cabelos, desde os naturais aos tratados quimicamente. “Teremos uma equipe técnica que vai avaliar os fios e indicar o tratamento mais apropriado para cada caso”, conta.

Para garantir horário, a recomendação é fazer o agendamento prévio, através do telefone 3865 2737.

 

CUIDANDO DOS FIOS

Nutrição e Reconstrução têm objetivo e resultado diferentes. A seguir, veja as características de cada tratamento:

Hidratação – repõe a água e a umidade do cabelo, deixando os fios macios e suaves.

Nutrição – repõe os lipídios e acaba com pontas duplas e ressecadas. Sela a hidratação, o que dá mais força, brilho e vitalidade aos cabelos.

Reconstrução – repõe a massa e a queratina dos fios. É indicada para cabelos quebrados, danificados, ressecados ou que passaram por processos químicos.

Serviço:

S.O.S. Cabelos

Quando: 6 de agosto, sábado

Horário: das 10h às 19h30

Claudinho Cabelos: Rua João Camilo de Camargo, 349, Jardim Remanso Campineiro, Hortolândia. Telefone: 3865 2737

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Frio pode aumentar a incidência de infarto, arritmias e insuficiência cardíaca

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 A onda de frio que está acometendo diversas regiões do Brasil traz consigo um alerta: as baixas temperaturas podem causar o infarto, primeira causa de morte isolada entre os brasileiros.

A Dra. Priscilla Gianotto Tosello, cardiologista com especialização em Imagem Cardiovascular pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), explica que a condição se dá porque as temperaturas mais baixas exigem que o organismo regule sua atividade metabólica para produzir mais calor, aumentando a atividade corpórea – ao mesmo tempo que o frio força o espasmo das artérias coronárias, que se contraem. “Com maior esforço, o coração pode sofrer com arritmias, passar por uma insuficiência cardíaca e até apresentar um infarto”, alerta a médica.

Segundo ela, quem é tabagista, hipertenso, está com sobrepeso ou obesidade, é diabético, está sedentário ou apresenta doenças cardíacas deve ficar mais atentos a sinais como cansaço, dores e formigamento nos braços, dores no peito, tonturas, náuseas, suor intenso e mal-estar. “A qualquer sinal estranho, é melhor buscar ajuda médica, já que o infarto pode deixar sequelas ou até mesmo ser fatal”, explica.

Check-up é necessário a todas as pessoas

A Dra. Priscilla Gianotto Tosello explica que todas as pessoas devem passar por uma consulta anual com cardiologista. Aquelas que pertencem aos grupos de risco citados acima, entretanto, precisam de duas ou mais consultas anuais, já que devem controlar a pressão arterial, primordialmente. “A hipertensão é um dos principais vilões das doenças cardiovasculares e é uma doença silenciosa. Seu descontrole, além do infarto, causa outras doenças cardíacas e o Acidente Vascular Cerebral (AVC), o popular derrame. É fundamental realizar medidas preventivas para que o paciente não tenha consequências que lhe causem danos muitas vezes irreversíveis”, aconselha a médica.

O que fazer nos dias mais frios – dicas da especialista

A Dra. Priscilla Gianotto Tosello aconselha a todos que se protejam das baixas temperaturas, com agasalhos adequados para essa época, como toucas e luvas.

Além disso, ela recomenda não descuidar da alimentação. “Muitas vezes, as pessoas optam por alimentos muito calóricos e gordurosos nos dias frios, mas eles aumentam o peso corporal e isso traz complicações ao organismo. O ideal é que adotemos caldos quentinhos, mas leves, com muitos legumes, verduras, carnes magras e grãos integrais, deixando de lado queijos gordurosos, creme de leite e outros ingredientes ricos em gordura”, ensina.

A médica alerta que um dos causadores do infarto é a aterosclerose – placas de gordura que entopem as artérias cardíacas – causada principalmente pelo estilo de vida sedentário e pouco saudável.

Em relação a bebidas mais quentes, a médica diz que o álcool pode levar à hipotermia. “Muito utilizado para aquecer o corpo, o álcool causa desidratação, o que não é nada bom para o organismo. O ideal é optar por bebidas quentes e pouco calóricas, como chás. Não aconselhamos o uso de bebidas alcoólicas e nem muito calóricas e gordurosas, porque causam sobrepeso e obesidade”, diz a médica.

Dra. Priscilla também aconselha a manter a rotina de medicação, que não deve ser interrompida em nenhuma época do ano.  E, para completar, ela recomenda a prática de atividade física, especialmente em locais aquecidos e cobertos. “O exercício ativa o metabolismo, aquecendo o corpo e espantando as dores causadas pelo frio. A pessoa também fica mais motivada a realizar suas atividades rotineiras, espantando o frio. E essa boa circulação sanguínea é ótima para o coração, que trabalha em ritmo normal”, finaliza a médica.

Sobre a Clínica Tosello

A Clínica Tosello reúne um corpo clínico especializado em Neurorradiologia Intervencionista, Neurologia e Cardiologia.

Conta com a experiência e o profissionalismo dos doutores Renato Tosello (Neurorradiologista Intervencionista), Priscilla Gianotto Tosello (Cardiologista) e Viviane Moroni Felici (Neurologista), que trabalham de forma multidisciplinar no atendimento aos pacientes.

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Câncer de testículo: autoexame é determinante na detecção

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Abril é mês de conscientização sobre a doença que tem casos relevante na população abaixo de 35 anos

Campanhas sobre câncer de mama ensinam às mulheres sobre a importância do conhecimento do corpo e de alterações suspeitas. O mesmo cuidado vale para os homens em relação ao câncer de testículo. O autoexame regular possibilita a detecção precoce, sempre determinante do êxito do tratamento. Abril, mês dedicado à prevenção do câncer de testículo, traz a mensagem de que a neoplasia maligna tem alta chance de cura, mas que é preciso conhecer a doença para combatê-la.

Leandro de Oliveira Chiarelli, urologista do Centro de Oncologia Campinas, explica que o câncer de testículo responde por 5% de todos os casos de câncer entre os homens. Porém, é o principal tumor na faixa etária abaixo dos 35 anos. “Quando se considera toda a população masculina, 5% é relativamente pouco, mas quando observamos a população mais jovem, abaixo de 35 anos, ele é de extrema relevância”, compara.

O principal sinal de alerta do tumor é o surgimento de um nódulo indolor e de crescimento rápido em um dos testículos. “Esse nódulo tem consistência aumentada, mais firme e irregular. Geralmente é indolor e cresce rápido. É uma alteração no testículo facilmente identificada”, descreve o especialista. Uma característica que reforça a importância do autoexame para a detecção precoce do tumor é o fato de não existirem exames preventivos ou de rastreio, ao contrário de muitos outros tipos de câncer. Daí a necessidade de os pais se envolverem no processo de orientação e prevenção.

“O autoexame tem de ser estimulado pelos pais em diferentes fases. Eles devem realizar o exame nas crianças pequenas, e ensinar os filhos na adolescência sobre a necessidade de fazer o autoexame e comunicar qualquer tipo de alteração”, observa.

Há fatores que aumentam os riscos de desenvolver câncer de testículo. Histórico familiar da doença é um deles. Crianças que nasceram com criptorquidia também são mais suscetíveis. A criptorquidia é caracterizada pela ausência do testículo na bolsa escrotal – fala-se que os testículos “ainda não desceram” – , é uma condição mais comum em bebês prematuros. Fatores externos também interferem, embora com peso menor – hábitos saudáveis são protetivos da saúde em geral.

O urologista salienta que nem todo tumor no testículo é câncer, mas é alta a chance de malignidade. “É importante que ao primeiro sinal o paciente já procure um urologista. Quanto mais cedo, melhor o prognóstico. Tem altíssimo índice de cura quando diagnosticado precocemente e é muito fácil de perceber a alteração”.

Diagnóstico

A partir da suspeita de câncer de testículo, o urologista dá andamento ao procedimento de diagnóstico. “O especialista avalia, constata a alteração, pede alguns exames de sangue, que chamamos de marcadores tumorais, e um exame de ultrassom para detalhar a alteração. A partir dessas avaliações pode decidir ou não pela conduta cirúrgica”, detalha.

O procedimento cirúrgico é a principal conduta de tratamento. Quando há suspeita, é realizada a cirurgia de retirada de todo o órgão e depois o tumor é analisado pelo patologista para confirmar o diagnóstico. “A opção pela retirada do órgão é porque não se deve violar o tumor, ele está limitado dentro do testículo e é importante manter essa característica. Essa barreira evita a disseminação”, explica. “Após a cirurgia, dependendo do caso, pode ser necessário quimio ou radioterapia. Mesmo os tumores que já têm metástase, há alta chance de cura”, completa.

A retirada do testículo, confirma, gera receio grande nos pacientes quanto à vida sexual e à fertilidade. Leandro de Oliveira Chiarelli tranquiliza. “Na maioria das vezes, o outro testículo é normal e consegue suprir todas as demandas do corpo, tanto de fertilidade quanto de hormônios que vão garantir a atividade sexual normal.”

Rotina

Quando comparado às mulheres, os homens perdem longe na questão de autocuidado, confirma o urologista do Centro de Oncologia Campinas. “Felizmente, com o passar do tempo, percebemos que a população masculina está ficando mais consciente. Alguns podem até ficar envergonhados e postergar a ida ao médico, mas notamos a tendência de melhora. Em relação ao passado melhorou muito, mas na comparação com as mulheres está bem atrás”, avalia.

Também evolui, diz ele, o entendimento sobre a importância de os adolescentes procurarem o quanto antes um urologista. “A recomendação é que já na adolescência tenha sua primeira consulta com urologista. O especialista vai poder analisar doenças comuns, como fimose e varicocele, fazer orientação sobre contraceptivos e doenças transmissíveis. Isso, porém, é ainda muito pouco praticado”, lamenta.

Sobre o COC

O Centro de Oncologia Campinas dispõe de uma equipe multidisciplinar para oferecer todos os níveis de cuidados aos pacientes, incluindo serviços complementares ao tratamento. Possui salas de imagens, de quimioterapia, radioterapia, análises clínica e imunoterapia. Também realiza atendimentos nas áreas de oncogenética, psico-oncologia e hematologia, dentre outras.

Mais de 30 médicos compõem o Corpo Clínico do Centro de Oncologia Campinas. Na sua maioria, especialistas detentores de excelência técnica, resultado da natureza e origem de suas respectivas formações. Serviços de nutrição, educação física, fisioterapia, odontologia e farmácia complementam os cuidados de pacientes dentro da instituição, que atende mais de 30 convênios médicos.

O Centro de Oncologia Campinas completará 45 anos de história em novembro de 2022. Fica localizado à Rua Alberto de Salvo, 311, Barão Geraldo, Campinas. O telefone de contato é (19) 3787-3400.

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Doenças crônicas alteram olhos, diz pesquisa

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Pesquisa do Ministério da Saúde aponta aumento de 3 doenças crônicas que alteram a saúde dos olhos. Entenda.

A pesquisa Vigitel 2021 divulgada este mês pelo Ministério da Saúde, uma iniciativa anual que visa estabelecer no País políticas de saúde pública baseadas em evidências, mostra aumento no ano passado entre brasileiros do sobrepeso, hipertensão arterial e diabetes. Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Meto, presidente do Instituto Penido Burnier de Campinas, o levantamento indica que a população deve estar mais atento à estas doenças crônicas que podem alterar a saúde dos ocular e fazer exames oftalmológicos anuais. Isso porque, estas alterações podem causar graves danos à visão.

Efeitos da sobrepeso e obesidade nos olhos

Para ele o isolamento e o maior sedentarismo na pandemia explicam o resultado da Vigitel 2021. Para se ter ideia, 48% dos 27.093 participantes com 18 anos ou mais, não exerceram atividade física suficiente durante o ano todo. Entre mulheres o sedentarismo atingiu 55,7% e entre homens 39,3%. Resultado: 57,25% dos entrevistados estão com sobrepeso ante 42,74 na primeira edição da Vigitel em 2016.

A recomendação da OMS é manter o IMC (Índice de Massa Corpórea) abaixo de 25. O sobrepeso corresponde ao IMC entre 25 e 29,9. A obesidade ao IMC igual a 30 ou maior. Para calcular o IMC basta dividir o peso em quilos pela altura ao quadrado em metros.

Queiroz Neto explica que o sobrepeso diminui a capacidade do nosso organismo combater os radicais livres, substâncias formadas pelo oxigênio, que dificultam a regeneração das células. O aumento dos radicais livres danifica as células da retina sensíveis à luz. Por isso, dobra o risco de contrair degeneração macular seca. A doença é irreversível e reduz a visão em 90%.

Outro efeito do excesso de radicais livres é antecipar a formação da catarata nos maiores de 50 anos”, afirma. A doença torna opaco o nosso cristalino, lente interna do olho. “O único tratamento é a cirurgia em que o cristalino opaco é substituído pelo implante de uma lente intraocular.  No mesmo dia o paciente recebe alta e a maioria já sai da cirurgia enxergando”.

O especialista afirma que as pessoas com IMC superior a 30  que representavam  20,27%  da população adulta em 2019, passaram  para 21,55% em 2020 e  22,35% em 2021, têm mais chance de ter alterações na circulação. Por isso o risco de oclusão da veia central da retina ou de seus ramos que causa cegueira permanente é 4 vezes maior. Queiroz Neto afirma que a alteração ocorre quando a pessoa tem elevação do colesterol na corrente sanguínea. “O colesterol alto pode provocar o espessamento e enrijecimento das artérias da retina, explica.Isso resulta na obstrução da veia central ou de seus ramos  e no extravasamento do sangue que dificulta a visão

Diabetes

Os relatórios do Vigitel mostram que o diabetes saltou de 5,66% em 2016 para 7,14% em 2019 e 9,14% no pano passado. O oftalmologista ressalta que a doença dobra o risco de desenvolver catarata e em 10 anos surge a retinopatia diabética que pode causar cegueira irreparável. Estudos demonstram que nas pessoas com IMC acima de 30 têm 10 vezes mais chance de contrair diabetes do tipo 2, e para IMC superior a 35 o risco aumenta 80 vezes. O médico destaca que após 10 anos de diabetes a maioria das pessoas desenvolve retinopatia diabética. A doença é caracterizada pela formação de neovasos que dificultam a nutrição da retina. A boa notícia a destruição precoce destes neovasos com aplicação de laser, restabelece a visão em 90% dos casos.

Retinopatia por hipertensão arterial

A Vigitel mostra que no ano passado a hipertensão arterial aumentou 20% quando passou de 24,52%  dos b

rasileiros em idade adulta  26,34%. O especialista explica que pessoa acima do peso tem maior propensão à hipertensão arterial que altera os vasos da retina. Esta alteração é conhecida como retinopatia por hipertensão arterial. Resulta do descontrole da pressão que pode causar vazamento nos vasos e cegar.

Prevenção

Queiroz Neto afirma que a maioria das doenças oculares passa despercebida nos estágios iniciais. Por isso, a recomendação é consultar um oftalmologista a cada 2 anos para quem tem até 59 anos e anualmente a partir dos 60 anos. “É muito comum pacientes descobrirem que têm diabetes ou hipertensão arterial durante exame de fundo do olho em que são diagnosticadas alterações nos vasos da retina. Ele ressalta que embora as pessoas acima do peso tenham maior propensão, às alterações sistêmicas que causam doenças na retina também ocorrem em quem tem baixo peso. Por isso, os exames periódicos são indicados para todos.

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