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Seguro e Proteção Veicular: tudo que você precisa saber

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Na hora de escolher qual a melhor forma de proteger o seu veículo podem aparecer dúvidas quanto ao seguro e à proteção veicular.

Muitos condutores brasileiros acreditam que o seguro e a proteção veicular são sinônimos, porém, não são. Há diferenças entre eles e conhecer bem cada um dos dois tipos de proteção é a melhor forma de decidir por um ou por outro.

E você, conhece as diferenças entre seguro e proteção veicular? Sabe quais são as vantagens e desvantagens de cada um e qual é a melhor opção para você e seu veículo?

Neste artigo, reuni informações importantes sobre o seguro e a proteção veicular para ajudar você a escolher aquele que melhor atenda às suas necessidades. Confira!

O que é a proteção veicular?

A proteção veicular é um sistema de proteção para veículos, que funciona através de fundos criados por associações sem fins lucrativos. Quando uma pessoa contrata uma proteção veicular, ela se torna uma associada deste sistema.

O sistema de funcionamento da proteção veicular é chamado de rateio. Nele, as associações criam um fundo decorrente das mensalidades pagas pelos associados. Quando algum associado precisa da proteção veicular – seja porque o seu veículo passou por uma colisão ou foi roubado –, os sinistros são cobertos pelo dinheiro arrecadado com o fundo.

Deu para entender como funciona? Muitos condutores pensam que a proteção veicular é recente, mas, na verdade, ela não é. As primeiras associações direcionadas para esse fim surgiram ainda na década de 1980, em Minas Gerais, quando caminhoneiros se juntaram e criaram um sistema de ajuda mútua, o rateio.

O ressarcimento, em caso de sinistro, é feito de forma direta. Além disso, por serem praticadas por meio de associações sem fins lucrativos, as mensalidades são mais baratas quando comparadas ao seguro, como você verá a seguir.

Proteção veicular e seguro: quais são as diferenças entre um e outro?

Comecei este texto afirmando que a proteção veicular e o seguro não são sinônimos, correto? Mas quais são as diferenças entre esses dois tipos de serviço de proteção ao veículo?

Bem, a diferença principal entre eles é que o seguro provém de organizações privadas.

Como existem muitas seguradoras no Brasil, é possível que o condutor se depare com serviços e preços bem diferentes referentes ao seguro. Já a proteção veicular, como você viu no tópico anterior, provém de cooperativas sem fins lucrativos.

Essa diferença impacta diretamente nos valores cobrados. Na prática, o seguro é mais caro do que a proteção veicular.

Outra diferença marcante entre o seguro e a proteção veicular está ligada às normas que regem cada um desses serviços.

As seguradoras privadas devem obedecer à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), cujo tipo de serviço tem regras específicas.

As associações que oferecem a proteção veicular, por outro lado, ainda não têm uma legislação específica. O que acontece, hoje, é que as cooperativas de proteção veicular são regidas pela Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB), a qual normatiza todos os tipos de cooperativa, e não apenas as de proteção veicular.

E em relação às burocracias? Quando nos atentamos para esse aspecto, também vemos diferenças entre o seguro e a proteção veicular, pois este é bem menos burocrático do que aquele, por ser realizado por meio do sistema de rateio.

O que cobrem o seguro e a proteção veicular?

De modo geral, é possível dizer que as coberturas oferecidas pelas seguradoras e pelas cooperativas de proteção veicular são bastante similares, pois ambas oferecem proteção contra roubo ou furto, incêndios, acidentes, alagamentos, indenizações a terceiros e serviços de chaveiro, guincho ou mecânico.

Já o valor, como você viu, pode ser bem diferente entre o seguro e a proteção veicular. As seguradoras analisam o perfil do condutor (o que não acontece na proteção veicular) e outros aspectos, como seu endereço residencial, o modelo do seu veículo e as condições da garagem.

Pelo seguro, o cliente paga um valor fixo – que, geralmente, pode ser dividido em parcelas. Já pela proteção veicular, a taxa deve ser paga mensalmente, caso contrário, não é possível participar do sistema de rateio.

Como escolher entre um seguro ou uma proteção veicular?

Depois das informações que trouxe neste artigo, com certeza, ficou mais fácil decidir entre o seguro privado ou a proteção veicular. Contudo, antes de assinar qualquer contrato, analise bem suas cláusulas, conferindo se os serviços contratados atendem às suas expectativas. Além disso, fale sobre o assunto com outros condutores.
Se ainda restaram dúvidas a respeito deste tema, deixe um comentário ou entre em contato por meio do e-mail [email protected]

Se preferir, ligue para o número 0800 6021543. Ficarei feliz em ajudá-lo!

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Jeep Renegade 2023 ganha motor turbo e perde liderança

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Mesmo sem a opção de motorização turbo, o Jeep Renegade foi o SUV compacto mais vendido no Brasil em 2021, quando teve cerca de 74 mil unidades comercializadas. Foram 10 mil a mais que o segundo colocado, o Hyundai Creta, seguido por Volkswagen T-Cross e Chevrolet Tracker.

O paradoxo é que, com a apresentação da linha 2023, que finalmente atendeu um dos principais pedidos do consumidor e disponibilizou a motorização turbo para o modelo, ele perdeu a liderança nas vendas e ocupa apenas q quarta posição entre os mais vendidos, atrás dos Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta e Chevrolet Tracker.

O Portal Hortolândia teve a oportunidade de conhecer e avaliar a versão mais “simples” do modelo, a Sport T270 Turbo Flex AT6. Assim como a S T270 Turbo Flex AT9 4×4 que já avaliamos e as Longitude T270 Turbo Flex AT6 e Trailhawk T270 Turbo Flex AT9 4×4, todas são equipadas com o motorT270.

Essa motorização tem potência de 180 cavalos com gasolina e 185 cavalos com etanol e está disponível com dois tipos de tração: 4×2 com transmissão automática AT6 de seis velocidades e a 4×4 com reduzida e transmissão AT9 de nove velocidades da alemã ZF.

O Jeep Renegade Sport T270 Turbo Flex AT6que avaliamos tem tração dianteira e é equipado de série com o Jeep TractionControl +, sistema de controle de tração que atua em condições em que o veículo tenha piso de baixa aderência com o solo em uma das rodas.

Outro item de série é que, ao acionar o modo de condução Sport, é possível aproveitar ainda mais toda a performance do motor T270, pois é habilitada uma calibração diferenciada, com trocas de marchas mais rápidas que passam a ser realizadas em rotações mais altas.

No design, poucas mudanças em relação ao que você já conhece do Jeep Renegade. A versão conta com os tradicionais faróis circulares em Full LED, que também é oferecido nas demais versões. Ainda conta com luz de direção integrada, que ao ser acionada a seta, toda a borda do conjunto se ilumina, destacando ainda mais o veículo ao mesmo tempo em que aumenta a segurança.

O para-choque frontal tem linhas cruzando a peça horizontalmente e emoldurando os novos faróis auxiliares, também em LED. O conjunto recebeu uma peça proeminente na parte inferior, que destaca a dianteira. A grade de sete fendas agora é emoldurada por reentrâncias em sua base que trazem também elementos do “X” das lanternas.

Na lateral, as novas rodas de liga-leve têm de 17”, mas pode ser opcional até 19”, com desenho atrelado à proposta de cada versão. Os retrovisores trazem luzes de direção integradas contornadas por uma peça retilínea com o nome Jeep gravado em ambos os lados do carro, enquanto os badges laterais adotam novos grafismos.

Na traseira, o “X” que virou marca do Renegade e veio dos tanques de combustível extras dos primeiros Jeep, adota um estilo inédito nas lanternas em LED, que são complementadas pelo novo para-choque traseiro.

Por dentro, a linha tem um volante redesenhado e adornado pelo badge Jeep. O novo apoio de braço central soma mais um easter-egg para os fãs do modelo. As palavras “Jeep 1941” gravadas em baixo relevo servem como um lembrete permanente do ano de nascimento da marca que criou o SUV no mundo.

Seu quadro de instrumentos tem a opção Full Digital de 7” com tela customizável que pode ser ajustada conforme o desejo do motorista. Nele é possível ver parâmetros como pressão do turbo, percentual de potência enviada às rodas e até a força G.

Traz ainda sistema multimídia com tela de até 8,4 polegadas com integração sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, além de carregador de celular por indução com novo resfriamento pela saída de ar-condicionado direcionada, evitando superaquecimento comum nesse tipo de dispositivo.

Outros passageiros ainda podem carregar seus smartphones por meio das três entradas USB, sendo uma do tipo A e uma do tipo C no console central na frente e uma do tipo A para os passageiros do banco traseiro. Isso permite que o usuário possa usar o cabo mais adequado ao seu aparelho, sem a necessidade de adaptadores.

A segurança do Jeep Renegade 2023 ficou ainda maior com os seis airbags de série, chegando a sete nas versões 4×4. O modelo conta ainda com uma gama de equipamentos de segurança ativa de série em todas as versões.

Todas as versões também são equipadas com diversos itens de segurança e auxílio à condução. O grande destaque fica pela frenagem autônoma de emergência (AEB), que faz um monitoramento contínuo do tráfego à frente, o assistente de manutenção de faixa (LKA) e a leitura e reconhecimento contínuo das placas de trânsito, indicando no painel a velocidade da via em tempo real.

A segurança é reforçada pelo detector de fadiga, de série em todas as versões. O modelo também pode receber a comutação automática do farol alto, que se ajusta conforme o tráfego ao redor para evitar o ofuscamento de outros veículos ao mesmo tempo em que assegura a melhor iluminação da via à frente.

Para completar, o modelo ainda pode receber faróis com comutador automático do facho alto (AHB), e sistema de estacionamento automático Park Assist.

O Jeep Renegade é oferecido nas cores Granite Crystal, Cinza Sting, Punk’N Orange (exclusiva da versão Trailhawk), Branco Polar, Prata Billet, Azul Jazz e Preto Carbon.

Confira um vídeo com o Jeep Renegade 2023 em https://youtu.be/qGmPbftyLRM.

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Talento Unicamp acontece na segunda semana de Agosto

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talento unicamp

A Talento é uma das maiores feiras de recrutamento do Brasil e é organizada anualmente pelo MTE (Mercado de Trabalho em Engenharia), uma organização estudantil da UNICAMP.

A feira de 2022, está de volta presencialmente e já está com as inscrições abertas! A feira ocorrerá do dia 17/08 presencialmente e dia 18/08 e 19/08 de maneira online para abranger todos os públicos, até mesmo aqueles fora de Campinas e as atrações são as seguintes: stands presenciais(um espaço para tirar dúvidas gerais com a empresa), palestras (atividade expositiva com um tema da atualidade), conversas com estagiários e trainees (uma roda de conversa sobre processo seletivo e o dia-a-dia do funcionário agora já dentro da empresa), visitas técnicas, treinamentos capacitivos e análise de currículo.

Para a pessoa poder participar dessas atrações, é necessário que ela se inscreva para a feira (é gratuito) e, após a inscrição, a pessoa pode se inscrever em cada evento que deseja participar, a depender da empresa que quiser assistir. O link de inscrição para a feira é: http://talentounicamp.com.br/cadastro

A feira é uma excelente oportunidade para entrar em contato com empresas de diversos setores, ficar por dentro de vagas de estágio e obter dicas de como passar no processo seletivo da empresa dos sonhos!

A Talento 2022 contará com empresas como Motorola, P&G, Accenture, Embraer, Siemens Energy, MRV, Itaú, dentre outras. São mais de 25 empresas confirmadas!

Mais informações sobre a feira podem ser conferidas nas redes sociais da Talento (Instagram: @unicamp_mte e @talentounicamp) e no site:  http://talentounicamp.com.br

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Dia do Advogado: mercado de trabalho oportuniza variadas opções de atuação nas carreiras jurídicas

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justica

Para além da atuação na advocacia, os graduados no curso de Direito podem desempenhar várias funções dentro da área jurídica. A versatilidade dessa formação profissional inclui possibilidades de ingresso nas esferas federal, estadual e municipal. Por meio da aprovação nos processos seletivos conduzidos pelos órgãos públicos, os graduados em Direito também podem exercer atividades na assistência jurídica empresarial e outras carreiras públicas, que exigem profundo conhecimento em legislação.

O formando pode apostar ainda na docência, seguindo carreira acadêmica, para lecionar na graduação e pós-graduação. Para isso, é necessária a continuidade da formação por meio de especializações, mestrado, doutorado e pós-doutorado.

“Os estudantes têm buscado áreas de formação com diversas opções para ingressar no mercado de trabalho. O direito é exatamente um curso que proporciona esta rapidez, sendo o sonho de muitos jovens”, diz a advogada Vanessa da Ana, coordenadora do curso de Direito da Anhanguera.

“A atuação como advogado é apenas uma entre diversas opções de carreiras para quem se forma em Direito; mas a formação nessa área permite ao formando se aprofundar em outras áreas do conhecimento, podendo atuar na área privada e no setor público”, diz a coordenadora.

Em alusão ao Dia do Advogado, comemorado nesta quinta-feira, 11 de agosto, a especialista elenca as principais carreiras para quem é bacharel em Direito.

Docência em Direito

Nesta função o profissional estará apto a ministrar aulas em Faculdades, pós-graduação e cursos preparatórios para o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). É importante realizar especializações, mestrado e doutorado, requisitos exigidos pelas instituições de ensino superior.
 

Pesquisador

Os adeptos de teorias, interessados em aprofundar os conhecimentos do ambiente jurídico podem se dedicar aos projetos de pesquisa. Neste ramo, podem ingressar em universidades públicas, com fomento estatal para desenvolver temas livres, de cunho social, ou ainda, trabalhar para empresas privadas, com assuntos voltados para os interesses da corporação.
 

Conciliador

O conciliador trabalha no Fórum e faz a intermediação entre partes, tentando evitar que a situação avance para um processo cível. Durante o diálogo, os envolvidos nos conflitos apresentam os problemas, prejuízos e todo o contexto que levou ao desgaste da relação, em diversas esferas. O conciliador, portanto, é um representante do Estado com a função de gerenciar o problema e propor soluções satisfatórias a todos, quando possível.
 

Diplomata

Para alcançar este cargo é preciso fazer um concurso específico para o cargo. O trabalho consiste em realizar atividades de defesa do país, reuniões de negócios, estratégias de comunicação e apresentações internacionais em prol da nação para a qual exerce a função.
 

Juiz

Seja pela remuneração, credibilidade da profissão ou ascensão social, esta é uma das carreiras mais almejadas. Para ser um juiz, o bacharel precisa realizar um concorrido concurso público específico para o cargo, apresentar os títulos e experiências adquiridas e comprovar, no mínimo, três anos de trabalho como advogado.
 

Promotor de Justiça

O promotor de justiça atuará defendendo a ordem jurídica, dos interesses sociais e do regime democrático. A atuação é destinada a diferentes áreas jurídicas, ou seja, é importante possuir interesse e domínio das temáticas do Direito Penal, Processo Penal e Direito Civil e Processo Civil, entre outras.
 

Procurador da República

Os Procuradores da República são membros com a responsabilidade de garantir a defesa jurídica na esfera federal, mantendo os interesses do regime democrático de Direito. Nesta área é imprescindível ter domínio em Direito Civil, Eleitoral e Criminal.
 

Para fazer parte da procuradoria, os requisitos são os mesmos para o cargo de juiz e promotor, ser bacharel em Direito, aprovado no concurso de provas e títulos e ter três anos de experiência em prática jurídica.
 

Procurador do Estado

Este agente público exerce a função de orientar e realizar análises precisas dos editais e licitações realizadas pelo Estado. O procurador deve ser advogado, com inscrição ativa na OAB e realizar concurso de provas e títulos para o cargo.
 

Procurador do município

Exerce função semelhante ao Procurador do Estado, entretanto, a sua atuação é direcionada ao município. A forma de ingresso também ocorre por meio de processo seletivo, mantendo o requisito da necessidade de inscrição ativa na OAB.
 

Defensor público

Assemelha-se a um cargo de advogado autônomo, mas atua para atender famílias hipossuficientes. O defensor é um agente público, contratado pelo Estado através de concurso, tendo a finalidade de defender causas nas diversas áreas jurídicas para quem não pode contratar um advogado particular.
 

Delegado de polícia

O delegado é o agente responsável pelas investigações judiciais, denúncias criminosas, combate de ilegalidades e comanda ações de tropas policiais. Para ingressar na profissão, o interessado deverá ser bacharel em direito e aprovado em concurso público.
 

Advogado da União

O procurador da Fazenda nacional é um advogado que atua em questões da União Federal. Assim como outros procuradores, também presta assistência jurídica e consultoria para outros órgãos do poder Executivo. A função consiste em submeter as iniciativas dos poderes aos critérios previstos em lei.
 

Advogado autônomo

A advocacia autônoma é a mais comum após a formação no curso de Direito. Ao longo da graduação, o estudante vai percebendo quais as suas afinidades e, a partir disso, define qual vertente irá seguir após a formatura. O advogado trabalha defendendo os direitos de clientes e empresas privadas, podendo também prestar consultoria, realizar palestras e assistência jurídica.

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