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Melhores rações para gatos

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Se há algumas semanas atrás fizemos um texto focado na alimentação dos cachorros, hoje daremos opções das Melhores Rações para Gatos. Pesquisamos várias marcas, verificamos comentários deixados pelos consumidores e agora você confere a lista que montamos!

Ração Royal Health Nutrition Feline Mother e Baby

Se tiver um filhote pequeno, de 1 a 4 meses, a Royal Heath Nutrition será uma excelente opção de compra (lembrando que a linha contempla gatos na fase adulta). Nos ingredientes há proteínas de excelente qualidade e certos componentes que melhorarão a saúde intestinal e urinária do bichano.

Um ponto negativo é que componentes como transgênicos e antioxidantes sintéticos serão encontrados pode aqui.

Ração Purina Pro Plan

Mais uma excelente opção, mas que continua a sina dos antioxidantes e transgênicos. O Purina ProPlan é para gatos adultos e apesar deste fator contrário citado no início, ingredientes como frango, salmão e vários nutrientes também se somam à fórmula, ajudando no trato urinário do seu bichinho de estimação.

Talvez seja um dos custos benefícios mais interessantes do mercado! Fique atento nas promoções que podem chegar neste período.

Ração BioFresh

A linha Biofrash não é tão focada na variedade de produtos e, talvez por isso, o valor seja elevando. Sua qualidade é inquestionável e é a única de nossa lista que evita utilizar os transgênicos e antioxidantes sintéticos.

O que vai nos ingredientes? Se esta pergunta passou pela sua cabeça, saiba que seu bichano terá uma mistura de carnes frescas, frutas, vegetais, fibras e aminoácidos essenciais, ou seja, estará bem servido!

Você conhece algumas destas Melhores Rações para Gatos? Qual costuma comprar? Comente conosco!

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Inteligência tributária estratégica pode melhorar competitividade da indústria automotiva nacional

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Já é possível dizer que, a despeito da pandemia ainda em curso, o setor automotivo vem se recuperando de forma estável neste ano. Esse sinal positivo, analisado com bastante moderação pela indústria, demonstra que o mercado sempre reserva surpresas aos especialistas. Tanto no Brasil como em todo o mundo, este é um momento excepcionalmente bom para o setor automotivo.

Os resultados de licenciamentos divulgados recentemente, no dia 7 de maio, pela Anfavea, são animadores. Mesmo diante de incertezas sobre quando, efetivamente, vamos voltar à normalidade com relação à Covid-19, os consumidores emplacaram 175,1 mil automóveis novos em abril. Nem seria justo ou lícito comparar com abril do ano passado quando, em plena pandemia foram emplacadas pouco mais de 55 mil unidades.

No quadrimestre, fechamos com 703 mil unidades documentadas contra 614 mil no ano passado registrando expansão de 14,5%. Claramente vamos fechar o primeiro semestre com mais de um milhão de veículos licenciados no País.

No setor de caminhões, as perspectivas são ainda mais positivas. Com e-commerce nas alturas e o agronegócio nacional turbinado, a média mensal dos últimos dois meses, já está acima das 10 mil unidades com o quadrimestre fechando em 35,9 mil caminhões emplacados. Esse é o melhor resultado de janeiro a abril desde 2014. Seguindo nesta toada, o mercado nacional vai absorver mais de 100 mil caminhões neste ano apontando para tendência de alta nos próximos anos.

Mas ainda há dois problemas a serem resolvidos: um de curto prazo, mais fácil de se resolver, e outro de longo prazo, bem mais complexo de lidar. O primeiro, de curto prazo, é a questão sanitária. Apesar das divergências políticas, se tem algo que todos concordam é que a imunização deve ser mais acelerada para o País tirar o melhor proveito de uma nova onda global de expansão econômica.

A produção industrial ainda segue com travas, causadas por problemas de falta de insumos por conta das restrições em função da pandemia. Mas tudo indica, de acordo com o volume crescente de produção no Brasil e importação, teremos mais imunizantes, de várias marcas, no segundo semestre e isso vai acelerar o processo e deve resolver este problema de uma vez por todas.

Já o problema de longo prazo, de ordem estrutural, é o que vem prejudicando a competitividade da indústria nacional há mais 30 anos. A falta de reformas tributárias e administrativas, prejudica o Brasil há décadas. De acordo com dados da OICA, Organização Internacional dos Fabricantes de Veículos, enquanto o Brasil ocupa a sétima posição entre os grandes fabricantes mundiais (com cerca de 2 milhões de veículos produzido ao ano), no ranking de países exportadores de veículos o País fica na 26ª posição. O México, com um parque industrial muito semelhante ao do Brasil, é o terceiro maior exportador de veículos do mundo, é certo que parte delas influenciado pelas exportações para os Estados Unidos.

De acordo com dados da OICA, o México produz 3,2 milhões de veículos por ano, consume um milhão e exporta 2,7 milhões. Já o Brasil produz 2 milhões, consome 2,1 milhões e exporta, apenas, 300 mil veículos. Contudo, de acordo com o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, a indústria automotiva instalada no Brasil não deve nada, em termos tecnológicos, para nenhuma outra indústria no mundo. Ou seja, tecnicamente poderíamos produzir e exportar muito mais.

Metade das exportações brasileiras de veículos vai para a Argentina e a outra metade vai principalmente para países da América Latina e África. Para agravar a situação, de acordo com levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), entre os 20 países mais competitivos do mundo, o Brasil ocupa o 17º lugar. Nos quesitos “tributação” e “financiamento” o país fica entre os últimos. Comparando apenas com países da América Latina, perdemos para Peru, Chile, Colômbia e México. Só ficamos na frente da Argentina, que ficou na 18ª posição.

Alerta o presidente da Anfavea: “O aumento das exportações é crucial para o fortalecimento da Indústria. Para isso é necessária a criação de uma Política de Exportação com medidas capazes de reduzir o Custo Brasil, ampliação dos acordos internacionais de comércio, modernização e fortalecimento do sistema de financiamento às exportações”.

Enquanto esperamos por essas medidas, que nem sequer sabemos quando chegarão e se, de fato, serão eficientes, é preciso trabalhar com as ferramentas que temos em mãos, como os Regimes Especiais que, embora complexos, se aproveitados de forma integral e colaborativa, podem contribuir para reduzir custos e monetizar créditos, tanto para investir no desenvolvimento de novos produtos e modernização da indústria, como também, para nos tornar globalmente mais competitivos nas exportações.

*Marcos Gonzalez é o diretor responsável pelo segmento automotivo da Becomex. Formado em Engenharia, com pós-graduação em Administração e MBA em Gestão Fiscal e Tributária, o executivo acumula mais de 35 anos de experiência profissional em empresas do setor automotivo. Gonzalez tem sólida carreira desenvolvida em empresas multinacionais com forte experiência na prospecção e desenvolvimento de novos negócios e habilidade multicultural adquirida no desenvolvimento de atividades comerciais junto a clientes no exterior.

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Fiat Argo oferece mais potência para a versão Trekking

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Fiat Argo oferece mais potência para a versão Trekking

A Fiat comercializa no Brasil sete versões do hatch Argo, modelo que fechou o primeiro quadrimestre de 2021 com 21.620 unidades emplacadas e ficou em quinto lugar entre os hatchs compactos mais vendidos no país.

O Portal Hortolândia conheceu e avaliou a Trekking 1.8 AT, versão topo da gama ao lado da HGT, que traz mais potência para o modelo com espírito aventureiro.

A versão é oferecida com motor E.torQ 1.8 Evo VIS de 139 cavalos de potência e torque de 19kgfm, transmissão automática de seis marchas e rodas de liga leve de 15” escurecidas de série. Como opcionais, estão disponíveis a câmera de ré, e novos kits que trazem para a versão Trekking conteúdos tecnológicos de topo de gama: Plus com câmera de ré, Keyless Entry n’ Go e ar-condicionado digital automático e Full que acrescenta rebatimento elétrico dos retrovisores, quadro de instrumentos em TFT 7” colorido, bancos em couro bipartido com apoia braço dianteiro, sensores de chuva e crepuscular, além de retrovisor interno eletrocrômico.

O Argo Trekking 1.8 AT oferece robustez e estilo como diferenciais, suspensão elevada e o maior vão livre da categoria: 210 mm. Traz ainda os pneus 205/60R15 91H S-ATR WL, com banda de rodagem para uso misto e montados exclusivamente para a versão, que proporcionam o máximo de desempenho e, mesmo com perfil mais alto, mais conforto e robustez para o veículo.

Além de contar com performance e conforto diferenciados para viajar por estradas irregulares, o Fiat Argo Trekking 1.8 AT vem com teto bicolor e tem ainda barras, que é preto assim como os retrovisores e aerofólio. O símbolo da versão é composto por três diferentes formas com os significados “transcender”, “explorar” e “criar” e está presente nas laterais inferiores e na traseira junto com o logotipo “Trekking”.

A versão tem ainda um adesivo preto no capô, faróis com design em LED, nova moldura da caixa de rodas e do para-choque traseiro na parte inferior, logomarca da Fiat com acabamento em cromo escurecido na traseira e ponteira de escapamento trapezoidal com cor exclusiva.

No interior, traz tecido escuro dos bancos de alta qualidade com o contraste da costura laranja, área central com textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado.  Além disso, conta com logotipo Fiat do volante escurecido assim como a peça central do painel e a moldura do console central e saídas de ar cromadas.

De série vem ainda a central multimídia Uconnect de sete polegadas touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto, vidro dianteiros e traseiros elétricos, retrovisores elétricos e faróis de neblina.

Está disponível nas cores Branco Banchisa, Branco Alaska, Vermelho Montecarlo e Cinza Silverstone. 

Texto: Sérgio Dias

Fotos: Divulgação

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Startup de venda de cerveja por reconhecimento de imagem chega a Campinas (SP)

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Take and Go disponibiliza cervejas geladas nas áreas comuns de condomínios, clubes e estabelecimentos com acesso 24 horas por dia

Take and Go, startup que criou a primeira vending machine de cerveja do Brasil a operar com tecnologia de reconhecimento por imagem e cobrança automática por meio do app, chega a Campinas, no interior de São Paulo. Com o investimento de um licenciado local, serão instaladas inicialmente 22 vending coolers, como são conhecidas as geladeiras inteligentes com capacidade de até 300 garrafas da bebida já disponibilizadas gelada, em locais estratégicos, como áreas comuns de condomínios, clubes e estabelecimentos diversos, sem nenhum custo. A startup é natural de Ribeirão Preto e começou a operar em 2020 e, desde então, vem proporcionando uma nova experiência de compra ao consumidor durante 24 horas por dia.

Unindo comodidade e segurança, a operação nas vending machines está disponível através de poucos cliques pela tela do smartphone, sem necessidade de tocar em maquininhas de cartão de crédito ou ter dinheiro e moedas à mão. A cervejeira conta com uma tecnologia própria capaz de identificar qual item foi retirado e fazer a cobrança de maneira automática no cartão cadastrado. Com o aplicativo instalado no celular, basta se cadastrar, escanear o QR Code afixado na porta da geladeira e, automaticamente, a cervejeira destrava. A Take and Go garante ainda mais segurança e impede que a geladeira seja acionada por menores de 18 anos.

Para Evandro Chicoria, diretor de operações e um dos fundadores da Take and Go, o diferencial é que o negócio é viral. “A pessoa vê uma geladeira no condomínio do amigo e acha legal, então também quer no dela. É prático, cômodo e simples de operar, todas as facilidades que buscamos em serviços atualmente”, afirma. Já são mais de 500 pontos de vendas em 15 estados brasileiros e a previsão, até o final do ano, é chegar em 4 mil. A operação se dá por meio de licenciamento e, para cada licenciado, há uma série de facilidades na negociação para aquisição das bebidas e manutenção dos equipamentos.

Sobre a Take and Go

Operando desde maio de 2020, a Take and Go oferece uma geladeira de cerveja que pode ser instalada sem nenhum custo em condomínios, clubes ou qualquer estabelecimento, necessitando somente de uma tomada. É também a primeira vending machine no Brasil a operar com inteligência artificial que, por meio de reconhecimento por imagem, identifica qual bebida está sendo retirada e ela é automaticamente debitada do cartão de crédito cadastrado no app. Atualmente são mais de 500 pdvs.

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