Connect with us

Outros

Jeep deixa a linha Renegade 2021 mais completa

Publicado

em

A Jeep deixou a linha Jeep Renegade 2021 bem completa, buscando atender todo tipo de público: desde o cliente PcD com a versão 1.8 Flex AT6 com preço a partir de R$69.999,00, passando pela versão Limited 1.8 Flex AT6, avaliada pelo Portal Hortolândia com preço a partir de R$122.390,00 e chegando na versão topo Trailhawk 2.0 Turbo Diesel AT9 4×4 com preço a partir de R$161.490,00.

Completam as opções, por ordem de preço: STD 1.8 Flex AT6 com preço a partir de R$81.590,00, Sport 1.8 Flex AT6 com preço a partir de R$96.790,00, Longitude 1.8 Flex AT6 com preço a partir de R$112.190,00, Moab 2.0 Turbo Diesel AT9 4×4 com preço a partir de R$139.690,00 e Longitude 2.0 Turbo Diesel AT9 4×4 com preço a partir de R$149.890,00.

Sem opção de câmbio manual, as versões com motor 1.8 flex de 139 cavalos são equipadas com o câmbio automático de seis marchas (AT6) e as versões com motor 2.0 turbo diesel são equipadas com o câmbio automático de nove marchas (AT9).

Um dos destaques da linha Jeep Renegade 2021 é a versão Moab, que agora é a de entrada com motorização turbo diesel. Vem equipada com câmbio automático de nove marchas, tração 4×4, seletor de terrenos com quatro modos e HDC (Hill Descent Control – controle de descida).

Conta ainda central multimídia Uconnect 7″, ar-condicionado dual zone, sensor de estacionamento traseiro e faróis de neblina. Além disso, traz pneus de uso misto, ganchos em preto na dianteira e traseira, semelhantes aos da versão Trailhawk e visual escurecido nas rodas de liga leve de 17” e na grade frontal.

Outra importante novidade da linha Jeep Renegade 2021 é que agora a versão Limited 1.8 passa a contar com teto solar panorâmico Command View de série. Na versão Sport, adquirir os packs de opcionais Uconnect, que conta com tela de 7″ com ar-condicionado dual zone e sensor traseiro e do pack Night Eagle ficou mais em conta.

As cores também merecem destaque. A Vermelha Colorado deixa de ser oferecida para as versões 1.8 AT, STD 1.8 AT e Sport. A versão 1.8 AT ganha a oferta do Cinza Antique e as versões STD 1.8 AT e Sport passam a contar com a opção do Verde Recon. A Night Eagle, com seu visual all black, também passa a ter o Verde Recon para escolha.

Mais sobre a versão Limited 1.8 Flex AT6

A versão que avaliamos é a topo de linha com a motorização flex. Vem de série com rodas de liga leve aro 19”, teto solar panorâmico command view, faróis full led e sete airbags.

Também conta com acendimento automático dos faróis, troca de marchas no volante, ar-condicionado Dual Zone, chave com telecomando, controle eletrônico anticapotamento para segurança nas trilhas, controle de tração e de estabilidade, direção elétrica, piloto automático, sensor crepuscular, sistema Start&Stop que desliga/aciona automaticamente o motor entre outros.

Destaque negativo da versão é o porta-malas com apenas 320 litros.

Texto: Sérgio Dias

Fotos: Divulgação

Outros

Como a indústria dos jogos online deve se beneficiar das próximas tecnologias

Publicado

em

A geração dos jogos online deve mudar significativamente nos próximos anos

Nos últimos 20 anos, a tecnologia deu passos muito grandes rumo ao que conhecemos atualmente, com smartphones ultramodernos, computadores com gráficos praticamente perfeitos e a capacidade de processamento dos consoles em velocidade quase instantânea.

Se alguém te dissesse, em 2001, na época do PlayStation 2 e do Xbox, que duas décadas mais tarde teríamos toda essa bugiganga tecnológica, provavelmente ninguém acreditaria. O salto como qual a tecnologia subiu nas últimas décadas é algo muito marcante e certamente um dos principais fatores que tonaram essa indústria tão popular e lucrativa.

Para a nova década, o que esperar das próximas tecnologias e como elas serão aplicadas nos jogos online? Será que teremos um salto de melhoria tão grande como se obteve no passado no recente? Para conseguir essa resposta, é preciso entender quais são as tecnologias que devem impactar em grande escala a década de 2020.

A utilização do 5G: cassinos online, jogos de smartphone e muito mais

Primeiramente, é preciso contextualizar o que a tecnologia traz de melhorias para as redes móveis. A projeção é que a nova rede vai multiplicar a velocidade da internet móvel como jamais vista antes, com velocidade máxima de até mesmo 10 Gbps — superando, inclusive, as redes de fibra óptica.

Com o uso do 5G, vai ser possível assistir transmissões em 4K sem nenhum tipo de preocupação. Em termos de arquivos, baixar filmes e jogos da última geração vai ser algo de segundos.

Com tal avanço, é de se esperar que as empresas de jogos explorem um campo ainda nem sonhado pela geração atual. Já imaginou jogos de smartphone com tecnologia similar aos games da geração passada? Isso será possível com o uso da rede 5G.

Vamos a alguns exemplos. Com a tecnologia progredindo, sites de cassino online vão aumentar mais o seu rol de opções para jogos como slots, roletas e outros.

Para os brasileiros, as melhores opções para desfrutar destes jogos são através de sites portugueses como o casino.888.pt que é referência em jogos de roleta, com opções como Super Stakes Roulette, European Roulette e outros

Os desenvolvedores desses jogos de cassino vão poder trazer um grau de realidade enorme em suas opções, trazendo ainda mais pessoas para os seus sites e aumentando um setor que não para de ganhar força.

Já em outro ramo, como por exemplo a indústria dos games de jogos online para smartphone, o também salto deve ser gigantesco. Já imaginou jogar PUBG Mobile com praticamente a mesma qualidade dos consoles? Tal realidade não é distante com a tecnologia 5G.

A velocidade da conexão vai deixar de ser um problema. O que vai impedir os smartphones de competir diretamente com consoles de alta tecnologia em termos de gráficos e processamento será o hardware — que naturalmente sempre será, em linha geral, mais lento do que os consoles de última geração.

Realidade virtual: será que agora decola?

Como todas as novas tecnologias revolucionárias, é preciso algum tempo para se acostumar com as mesmas. Quando os consoles chegaram, o sucesso não foi da noite para o dia. O mesmo com os primeiros celulares e até com os computadores.

O tempo de “aceitação” da sociedade para uma tecnologia que vai mudar o jeito como o produto é consumido acaba tendo esse delay natural e com a realidade virtual não é diferente.

Poucas pessoas sabem, mas a realidade virtual começou a ser introduzida nos videogames em 1995, quando a Forte Tecnologies lançou o VFX1 Headgear, famoso por ter sido um dos pioneiros nos consoles para jogos com realidade virtual.

A realidade virtual não empolgava tanto na década de 1990, até pelo fato de que os jogos eram precários em termos de realidade gráfica, mas a discussão voltou a ganhar força nos últimos 10 anos. Com o avanço dos jogos, em meados de 2016 a realidade virtual chegou a ser uma das maiores promessas do setor dos videogames.

Cinco anos se passaram desde que a Microsoft e outras gigantes da tecnologia anunciaram enormes investimentos para implementar a realidade virtual em seus jogos, mas a tecnologia ainda não cativou por completo os seus gamers e há alguns fatores para tal — sendo o principal deles o fato de que essa tecnologia ainda se encontra em algo que se assemelha a um estado beta de desenvolvimento.

Outros problemas da realidade virtual do passado recente, como preço alto dos óculos e poucos fabricantes para dar conta da demanda, devem ser solucionados na nova década. Cada vez mais as empresas de tecnologia estão interessadas na realidade virtual e, consequentemente, fazendo parcerias para ter essa possibilidade nos principais jogos dos consoles. Além disso, como nota de curiosidade, é possível aproveitar esse recurso em praticamente qualquer cidade grande do Brasil nos cinemas ou salões de jogos — recentemente, o Shopping do Futuro contou com uma atração de realidade virtual.

Portanto, talvez não veremos a realidade virtual tão necessária para a rotina humana como os smartphones hoje são, mas certamente esse tipo de tecnologia deve dar grandes saltos para a nova década por conta da concorrência que não para de aumentar e do interesse das empresas de achar a próxima mina de ouro dos games.

Sendo assim, em um futuro não tão irreal, seria legal ter jogos online com uma integração bem interessante com os óculos de realidade virtual. Jogar PUBG Mobile com os seus amigos em um estado de imersão ou até mesmo jogar baralho como se estivesse em um clube noturno são experiências que certamente chamariam atenção dos gamers que gostam de jogos desses gêneros.

O que se pode concluir sobre a tela dobrável? Ela veio para ficar?

Os primeiros vídeos da tela dobrável, nas feiras de tecnologia, impressionaram. Poder mover o celular de um lado para o outro parece uma cena do filme futurista Minority Report. Alguns anos se passaram desde o anúncio desse recurso e, assim como a realidade virtual, tal bugiganga ainda não emplacou de verdade.

Diferente das projeções muito mais previsíveis na realidade virtual, a pergunta sobre a tela dobrável precisa ser a seguinte: como ela pode ser usada nos jogos online e ela realmente veio para ficar?

Bom, a começar pela segunda pergunta, primeiramente é preciso entender que a presença da tela dobrável é ainda muito pequena no mundo dos smartphones. Apenas algumas poucas empresas, como por exemplo a Samsung, estão implementando em seus modelos — e, mesmo assim, de maneira limitada.

No entanto, não custa sonhar e projetar como isso seria útil nos jogos online e a resposta é mais otimista do que você imagina. Ao contrário de ser uma tecnologia aparentemente “inofensiva”, a tela dobrável pode mudar muito o panorama dos jogos online.

Um dos pontos dessa mudança positiva é o fato de que os programadores poderão desenvolver uma nova maneira do gamer interagir com as cenas. Provocar sensações de profundidade, aproveitar a sinuosidade da tela para introduzir novos sensores e até mesmo criar obstáculos com a tela dobradiça são alguns pontos que certamente animam os programadores.

Não é preciso ser especialista para entender que a tela dobrável não é uma tecnologia tão promissora como o 5G e a realidade virtual, mas ela certamente terá seu lugar de respeito nas novidades da década de 2020.

Continue Lendo

Outros

Cinesystem adere à campanha “Cinema é 10”, com ingressos a R$ 10 em todos os multiplex

Publicado

em

O projeto, desenvolvido em conjunto pela Abrasce e Abraplex, tem como objetivo movimentar o setor de exibição e será válido nas próximas duas quartas-feiras em todo o Brasil

Pensando em novas formas de mostrar para o público que já é hora de voltar a frequentar os cinemas (com toda segurança), a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) e a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex) se uniram e criaram a campanha “Cinema é 10”, que vai garantir ingressos a R$ 10 para cinéfilos de todo o Brasil nas próximas duas quartas-feiras. A Cinesystem, que figura entre as cinco maiores exibidoras do país e tem como foco principal proporcionar experiências únicas para seus clientes, já confirmou a adesão de todos os seus multiplex, espalhados de norte a sul do Brasil. 

“Temos muita confiança de que os cinemas são seguros e que já é hora de retomar esse hábito tão importante para famílias de todo o país. Criamos alguns dos protocolos mais rígidos do mercado e hoje quem nos visita sempre deixa como feedback uma impressão positiva e tranquila. E é por isso que aderir à campanha é tão importante. Com isso vamos abrir a possibilidade para que mais pessoas voltem a assistir filmes nas telonas e vejam, com os próprios olhos, que adaptamos toda a jornada do cliente para que ele se sinta plenamente seguro dentro dos nossos estabelecimentos”, conta Sherlon Adley, Diretor Comercial e de Marketing da Cinesystem. 

Para quem quiser participar, é muito fácil. Basta escolher o filme e horário desejado, nos dias 20 e 27 de outubro, e realizar a compra do ingresso em qualquer cinema da rede Cinesystem ou pelo site www.cinesystem.com.br. Todas as entradas nesses dias sairão automaticamente por R$ 10,00. A Cinesystem hoje conta com 160 salas, distribuídas em 26 complexos, espalhados por 10 estados do Brasil.

Continue Lendo

Outros

Aulas presenciais são retomadas no sistema penitenciário da região de Campinas

Publicado

em

Durante a pandemia de Covid-19, as atividades precisaram ser readaptadas

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) retomou, no último dia 4, as aulas presenciais nas unidades prisionais do Estado de São Paulo. Em toda a região central, que engloba 39 unidades prisionais, 5.155 pessoas privadas de liberdade estão estudando. Nas unidades prisionais de Campinas, Hortolândia, Sumaré, Americana e Limeira, 1.006 reeducandos estão matriculados. Sendo que 598 pertencem ao Ensino Fundamental e 408 ao Ensino Médio – dados de setembro.

Atualmente, 18.955 reeducandos e pacientes custodiados pela SAP estudam, sendo: 10.876 matriculados no Ensino Fundamental, 7.795 no Ensino Médio e 284 no Ensino Superior. Os dados são de agosto deste ano.

Desde o começo da pandemia, essas atividades tinham sido suspensas como forma de evitar a contaminação da população carcerária e dos próprios docentes pelo Coronavírus.

Durante o período, as aulas foram substituídas por roteiros impressos de estudo, compostos por conteúdo das diversas disciplinas e suas respectivas atividades. Os materiais eram produzidos pelos professores da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) que já ministravam aulas nas unidades prisionais.

Retomada segura – A volta das atividades presenciais é acompanhada por todos os protocolos científicos para a prevenção e o enfrentamento da pandemia de Covid-19.

“As atividades educacionais fazem parte do processo de ressocialização dos custodiados e dos pacientes dos hospitais de tratamento psiquiátrico”, afirma o Secretário da Administração Penitenciária, Coronel Nivaldo Cesar Restivo. “Mesmo em tempos de grave crise de saúde pública, o sistema penitenciário paulista fez ajustes na rotina de estudos e viabilizou o acesso à educação”.

Continue Lendo

Populares