• Início
  • Web Stories
  • Notícias
    • Nossa Cidade
    • Nossa Região
    • São Paulo
    • Brasil
    • Policial
    • Automóvel
    • Esportes
    • Cursos
    • Casa e Jardim
  • Seções
    • Coluna
    • Culinária
    • Economia
    • Moda
    • Saúde & Beleza
    • Outros
    • Anúncios
  • Cultura & Lazer
    • Eventos
    • Dicas de leitura
    • Passeios e Viagens
    • TV, Cinema e Teatro
  • Empregos
    • Vagas de emprego
    • Enviar Vagas (Agências ou empresa)
  • Fale Conosco
quarta-feira, abril 29, 2026
Portal Hortolândia
  • Início
  • Web Stories
  • Notícias
    • Nossa Cidade
    • Nossa Região
    • São Paulo
    • Brasil
    • Policial
    • Automóvel
    • Esportes
    • Cursos
    • Casa e Jardim
  • Seções
    • Coluna
    • Culinária
    • Economia
    • Moda
    • Saúde & Beleza
    • Outros
    • Anúncios
  • Cultura & Lazer
    • Eventos
    • Dicas de leitura
    • Passeios e Viagens
    • TV, Cinema e Teatro
  • Empregos
    • Vagas de emprego
    • Enviar Vagas (Agências ou empresa)
  • Fale Conosco
No Result
View All Result
  • Início
  • Web Stories
  • Notícias
    • Nossa Cidade
    • Nossa Região
    • São Paulo
    • Brasil
    • Policial
    • Automóvel
    • Esportes
    • Cursos
    • Casa e Jardim
  • Seções
    • Coluna
    • Culinária
    • Economia
    • Moda
    • Saúde & Beleza
    • Outros
    • Anúncios
  • Cultura & Lazer
    • Eventos
    • Dicas de leitura
    • Passeios e Viagens
    • TV, Cinema e Teatro
  • Empregos
    • Vagas de emprego
    • Enviar Vagas (Agências ou empresa)
  • Fale Conosco
No Result
View All Result
Portal Hortolândia
No Result
View All Result

Covid19 leva classes média e alta de SP a valorizar o SUS, diz pesquisa

5 de maio de 2020
in São Paulo
profissionais do SUS

Levantamento da Rede Nossa São Paulo, elaborado em parceria com o Ibope Inteligência e divulgado hoje (5), mostra que seis em cada dez pessoas pertencentes às classes média e alta da capital paulista passaram a valorizar mais o Sistema Único de Saúde (SUS) com a pandemia de covid-19. Criado pela Constituição de 1988, sob os princípios do acesso universal e igualitário, o SUS é visto pela maioria (69%) desses habitantes como a estrutura que tem evitado que as consequências da crise sanitária sejam “muito piores”. 

Das 800 pessoas das classes A, B e C que responderam ao questionário online da organização, 62% declararam não ter plano de saúde privado. O formulário foi aplicado no período 17 e 26 de abril, com pessoas de idade igual ou superior a 16 anos.

No total, 40% julgam que o governo federal deve destinar mais verbas à rede pública de saúde. Este é um dos principais fatores considerados cruciais para a mitigação dos impactos da pandemia, juntamente com as medidas de isolamento total da população (37%), a concessão de renda básica emergencial (32%) e a aplicação de testes de diagnóstico de covid-19 (30%).

O coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, Jorge Abrahão, avalia que a pandemia gerou reflexões essenciais sobre a responsabilidade dos governantes e as desigualdades sociais existentes no Brasil. Ao todo, 81% dos participantes acreditam que os moradores das periferias irão sofrer mais com a pandemia. “Fica, claramente, uma discussão que a sociedade tem tido, de alguma forma, sobre qual é o papel do Estado em um país em que três a cada quatro pessoas da população dependem do SUS. Então, se estamos dizendo que tem que se investir mais, valorizar o SUS, temos uma discussão sobre o papel do Estado nisso”, afirma Abrahão.

“Talvez seja um ponto de a gente fugir do debate do Estado máximo ou do Estado mínimo, mas existe um debate sobre um Estado necessário, sobretudo para um país como o Brasil, com as desigualdades que tem. O investimento público, a questão de políticas de austeridade, como você reequilibra esse processo, porque estamos vivendo com políticas de austeridade e isso hoje impede, até por conta da Constituição [Federal], com a emenda do teto [Emenda Constitucional n.º 95], que investimentos maiores sejam feitos. Como é que a gente soluciona isso diante de um problema como esse que surgiu para todo o planeta mas que estamos tendo aqui no brasil, lamentavelmente, um avanço muito forte”, complementa.

Para o coordenador, os males da pandemia no Brasil meramente exacerbam problemas que, há muito, afetam o país, como a falta de acesso ao saneamento básico e a má distribuição de renda. “Na Europa, quem mais sofreu com a crise foram os mais idosos. O recorte lá foi dado pela idade. Aqui, o que está comandando isso não é a idade, é o endereço. É o CEP que está comandando quem está correndo mais riscos. E, portanto, isso só mostra o grau de desigualdade que temos. Chama a atenção essa questão, porque esses espaços são aqueles em que as habitações são mais precárias, onde se tem menor acesso à água, ao esgoto, à saúde. É onde se reúne um grau deficitário maior”, analisa. 

“É incompreensível que a desigualdade cobre vidas das pessoas. Não podíamos deixar chegar a esse grau a desigualdade. O que está acontecendo na cidade de São Paulo e no Brasil é que a desigualdade está cobrando com vidas. Portanto, não é só uma desigualdade material. Causa indignação. Não podemos nos conformar com isso, temos como resolver. O Brasil é um país rico. A cidade de São Paulo é a mais rica da América Latina. Nós temos como fazer isso, temos que ter algum tipo de pacto. Temos que ter coragem dos governos, na verdade, para poder inverter prioridades e fazer com que os tributos das pessoas mais ricas sejam direcionados para a solução dos problemas que temos”, emenda.

Resposta do poder público

Os entrevistados também avaliaram as medidas adotadas até o momento pelos principais agentes públicos. Aproximadamente sete em cada dez entrevistados consideram adequadas as medidas adotadas pelo Ministro da Saúde (71%), pelo governador de São Paulo (68%) e pelo prefeito da capital paulista (68%). A pesquisa mostra também que uma parcela significativa não sabe opinar sobre as medidas adotadas pelos vereadores e deputados estaduais no combate à pandemia: 39% e 34%, respectivamente. Já as medidas adotadas pelo presidente da República são consideradas não adequadas por 57% daqueles que responderam a pesquisa. Sobre a troca do Ministro da Saúde feita recentemente, 30% dos respondentes apoiam a mudança.

Trabalho e renda

A pesquisa também revela informações sobre as condições laborais das classes A, B e C. Sessenta e um por cento tiveram o expediente reduzido, 21% seguem com o mesmo número de horas de trabalho, 4% tiveram a carga levemente aumentada e 3% agora trabalham muito mais do que antes da pandemia. Outros 21% ficaram temporariamente sem trabalhar, por falta de clientes ou fechamento da empresa, e 6% foram demitidos.

A parcela que informou ter perdido parcialmente a renda durante a pandemia totaliza 42%, sendo que 25% tiveram uma grande diminuição e 17%, uma pequena queda. Além disso, 22% dos respondentes ficaram sem renda nenhuma. Do universo abordado, somente 1% declarou ter aumentado os rendimentos. 

Destaca-se também que 32% das pessoas que tiveram a renda levemente reduzida tiveram a jornada de trabalho mantida ou mesmo aumentada. Entre os que ficaram sem renda, quase metade (42%) está desempregada.

A pesquisa trata, ainda, da percepção das três classes quanto aos impactos mais diretos na rotina, como convívio social e lazer, e identifica as principais preocupações manifestadas pelo grupo populacional. O material pode ser conferido no site da Rede Nossa São Paulo.

Publicidade

Para mais notícias, eventos e empregos, siga-nos no Google News (clique aqui) e fique informado

Lei Proibida a reprodução total ou parcial, sem autorização previa do Portal Hortolandia . Lei nº 9610/98

Tags: classescovid19mediapesquisavalorizar
Previous Post

Policias detém mulheres por tráfico de drogas, na chácara Reymar, em Hortolândia

Next Post

Asilo de Hortolândia tem 6 idosos mortos por covid-19, e dezenove casos do novo coronavírus

Related Posts

mega-sena
São Paulo

Apostas de São Paulo (SP) levam R$ 64 mil na Mega-Sena

mega-sena
São Paulo

Mega-Sena: 10 apostas de São Paulo levam R$ 28 mil

quina
São Paulo

Quina: aposta de São Paulo leva R$ 16,4 milhões

conta da CPFL
São Paulo

Conta de luz fica mais cara: Aneel aprova reajuste de até 9,15% para clientes da CPFL Paulista

dinheiro
São Paulo

Arsesp define novas regras para facilitar pagamento de contas de água atrasadas em SP

Univesp
São Paulo

Prova do Vestibular Univesp 2026 acontece no dia 26 de abril com mais de 24 mil vagas

Next Post
Asilo de Hortolândia tem 6 idosos mortos por covid-19, e dezenove casos do novo coronavírus

Asilo de Hortolândia tem 6 idosos mortos por covid-19, e dezenove casos do novo coronavírus

 REDE DE ATENDIMENTO EM HORTOLÂNDIA

cinema

rmc urgente

rmc urgente

Posts recentes

  • Resumo do capítulo de hoje (29/04) da novela Três Graças
  • Feminicídio em Hortolândia: suspeito é preso
  • Confira o Horóscopo de hoje, 29 de abril de 2026: Lua em Libra
  • Roger valoriza ponto na altitude: “De se comemorar”
  • São Paulo segura Millonarios com misto e garante liderança

Youtube

 

PONTE DA ESPERANÇA

No Result
View All Result
  • Início
  • Web Stories
  • Notícias
    • Nossa Cidade
    • Nossa Região
    • São Paulo
    • Brasil
    • Policial
    • Automóvel
    • Esportes
    • Cursos
    • Casa e Jardim
  • Seções
    • Coluna
    • Culinária
    • Economia
    • Moda
    • Saúde & Beleza
    • Outros
    • Anúncios
  • Cultura & Lazer
    • Eventos
    • Dicas de leitura
    • Passeios e Viagens
    • TV, Cinema e Teatro
  • Empregos
    • Vagas de emprego
    • Enviar Vagas (Agências ou empresa)
  • Fale Conosco

Portal Hortolândia

Vá para versão mobile