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Policial

Polícia Federal apura fraudes contra o INSS

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira, 30/06, a operação Custo Maior, com objetivo de aprofundar investigações sobre irregularidades na concessão de benefícios e estrutura de consultoria de atendimento por atravessadores a segurados do INSS.

As investigações são resultado de um esforço conjunto da Polícia Federal, Ministério Público Federal e da Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) do Ministério do Trabalho e Previdência (MTP), em conjunto com o INSS. O trabalho teve como base análises de materiais apreendidos na operação Custo Previdenciário (deflagrada em 2018, em Campinas).

A apuração demonstrou que havia mais pessoas envolvidas e não identificadas na operação anterior, que se relacionavam diretamente com servidor do INSS que já foi demitido e condenado pela Justiça Federal.

As irregularidades e infrações legais constatadas foram: atendimento privilegiado com dispensa de senha ou de comparecimento pessoal quando exigido; reunião externa (em restaurante, lanchonete e posto de abastecimento em rodovia) inclusive em finais de semana e períodos noturnos; coleta ou entrega de documentos fora da agência do INSS; retenção e armazenamento de documento em locais não autorizados; manipulação da agenda (postergando ou antecipando data); cálculos em desconformidade com a legislação e inserção de informações falsas no sistema da Previdência Social.

No total, durante a investigação, foram identificados 13 novos benefícios com ações destes atravessadores, e que já foram pagos pelo INSS, somando o valor aproximado de R$ 2.180.000,00 de prejuízo à União.

Na data de hoje, foram cumpridos 2 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 9ª Vara Federal em Campinas, nas residências dos investigados que, atualmente, são residentes no município de São Paulo/SP.

Estima-se que a investigação e a cessação dos 13 benefícios identificados evitaram o prejuízo à União próximo a R$ 9.160.000,00.

O nome da operação (Custo Maior) faz alusão ao acréscimo do impacto das fraudes à Previdência Social em relação à fase anterior denominada Custo Previdenciário, que já havia evitado mais de R$ 4.200.000,00 em fraudes.

Os investigados responderão, na medida de suas condutas, pelos delitos de inserção de dados falsos no banco de dados e de associação criminosa, cujas penas podem chegar a 15 anos de prisão.

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Mãe teria enviado drogas em margarina para detento em Hortolândia

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Mãe de custodiado teria enviado as drogas para PIII de Hortolândia 

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informa que policiais penais da PIII de Hortolândia encontraram 75 micropontos de LSD e uma folha contendo droga sintética M4 escondidos em um fundo falso de pote de margarina enviados pela mãe de um custodiado. O flagrante ocorreu ontem, 8, durante o procedimento de revista das mercadorias.  

O material apreendido foi encaminhado para a delegacia, e o preso que receberia os itens pessoais foi isolado preventivamente para procedimentos disciplinar.

A SAP informa que as pessoas as quais são flagradas tentando inserir materiais proibidos nas unidades prisionais são suspensas do rol de visitas temporariamente.  

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CPFL emite nota sobre o ocorrido na base em Sumaré

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Em virtude de um áudio com informações relacionadas ao roubo ocorrido na base da CPFL em Sumaré, no dia 03/08/2022, que está em circulação em grupos de WhatsApp.

A CPFL esclarece que os funcionários que prestam serviços sempre comparecem devidamente identificados com crachás, uniformes, veículo com identificação da empresa e com ordem de serviço para a execução da atividade, contudo, caso o cliente ainda tenha dúvidas, pode entrar em contato por meio dos canais de atendimento, entre eles, o 0800 010 1010 (CPFL Paulista), e informar o número da nota de serviços e confirmar a autenticidade da mesma com o atendente.

Caso não seja possível realizar a confirmação no momento, a orientação da empresa é de que o cliente não permita a execução do serviço e não assine ou entregue qualquer documento.

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Pediatra é preso em Monte Mor por suspeita de abusar de adolescente de Hortolândia 

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Um médico pediatra de 65 anos foi preso na última sexta-feira (5) em Monte Mor por suspeita de abuso sexual a um adolescente de 14 anos durante o atendimento em Hortolândia. Ele foi conduzido à delegacia e após ser ouvido foi levado para uma penitenciária em Sorocaba. 

O médico foi alvo de um mandado de prisão preventiva expedido no último dia (3) pela 1ª Vara Criminal de Hortolândia, e foi localizado atendendo em uma clínica em Monte Mor. O advogado do pediatra informou que a prisão foi infundada e arbitrária, e destacou que irá se manifestar sobre o conteúdo das investigações somente no processo.

Foi instaurado um inquérito em 3 de janeiro pelo 1º Distrito Policial de Hortolândia. A Segunda Promotoria de Justiça da cidade acompanha o caso, que está em segredo de Justiça. 

O médico atuava em clínicas particulares nas cidades de Monte Mor e Hortolândia. A Justiça que fez o pedido de prisão preventiva, investiga o crime de estupro contra vulnerável. 

A Secretaria de Saúde em Hortolândia informou através de nota que o médico foi servidor da cidade, em junho e está aposentado desde então. “A administração municipal está à disposição das demais autoridades para colaborar com a investigação”, diz o texto.

Em Monte Mor o médico atendia na cidade, mas não atuava na rede pública.

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