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Unicamp laça Memorial Covid para acolhimento e homenagens

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A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (ProEC) da Unicamp realizou nesta quinta-feira(9) o lançamento do projeto Memorial Covid Unicamp. A iniciativa tem o objetivo de homenagear membros da comunidade universitária que sofreram os efeitos da pandemia de Covid-19, e também aqueles que desempenharam um papel importante no controle da doença e nas atividades da Universidade. O evento de lançamento aconteceu na Rua Vital Brasil, em frente à entrada principal do Hospital de Clínicas (HC).

Durante o evento foi feito uma homenagem às vítimas da Covid-19, incluindo os funcionários da Unicamp e seus familiares. Foi projetado, em um dos prédios do entorno, um vídeo com fotos e relatos sobre a pandemia feitos por pessoas comuns. O material foi coletado pela plataforma #MemóriasCovid19, projeto idealizado e liderado por Ana Carolina Maciel, coordenadora da Cocen (Coordenadoria dos Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa da Unicamp), que conta com uma equipe multidisciplinar de curadoria.

Além da projeção do vídeo, houve o lançamento do portal do Memorial Covid Unicamp e o anúncio das atividades programadas para 2022.

Outro destaque do projeto é a instalação de memoriais físicos nos campi da Universidade. “A ideia é termos, nas três cidades onde a Unicamp está presente, em Campinas, Limeira e Piracicaba, uma obra física que homenageie as vítimas da Covid-19, tanto aquelas ligadas à Unicamp, nossos funcionários, alunos, docentes e terceirizados, e seus familiares, como também as mais de 600 mil vidas perdidas no Brasil, em grande parte por culpa do negacionismo”, detalha o professor Fernando Santos Coelho, pró-reitor de Extensão e Cultura da Unicamp. O local receberá também um projeto paisagístico e iluminação especial. No campus de Barão Geraldo, ele será instalado na Praça da Paz, próximo às Faculdades de Engenharia de Alimentos (FEA) e Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC).

No início de 2022, será anunciado um concurso em que artistas plásticos poderão apresentar propostas para a confecção da obra e do projeto visual do memorial. “Será um espaço de reflexão e de tranquilidade, para que as pessoas possam pensar na situação que vivemos, além de ser um local de referência para a Universidade. Por isso, ele será instalado também nos outros campi”.

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Vice-prefeito de Campinas testa positivo para covid-19

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O vice-prefeito de Campinas e secretário municipal de Relações Institucionais, Wanderley de Almeida, testou positivo para a covid-19 nesta quarta-feira (26/01).

Por orientação do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) da Prefeitura, ele vai ficar em isolamento em sua residência pelo período de sete dias.   

Wandão, como o vice-prefeito é conhecido, tomou as três doses da vacina contra a doença, está bem e não apresenta sintomas. Ele já estava em isolamento desde o último fim de semana, após ter tido contato com uma pessoa que testou positivo.

É a segunda vez que o vice-prefeito contrai covid-19. A outra havia sido no início de 2021, sem maiores complicações.

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Trabalhador morre ao realizar serviço na Câmara de Sumaré

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A Câmara Municipal de Sumaré vem a público informar o triste falecimento de um funcionário de uma empresa terceirizada que realizava manutenção no sistema de monitoramento do prédio, na tarde desta terça-feira (25).

O Corpo de Bombeiros está no local, e a perícia da Polícia Civil foi acionada para realizar os trabalhos de praxe e posterior investigação das causas do ocorrido. O expediente da Câmara foi encerrado na tarde desta terça.

O presidente da Casa, vereador Willian Souza, se solidariza com a família e amigos da vítima e afirma que seguirá acompanhando todos os passos da investigação a fim de esclarecer as circunstâncias da morte do funcionário da empresa.

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Campinas tem mais de 15 mil Fuscas em circulação

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Levantamento do Detran.SP comprova que um dos modelos de veículo mais emblemáticos da história, o Fusca, continua nos corações dos motoristas paulistas. No dia 20 de janeiro, quando se comemora o Dia Nacional do Fusca (data do início de fabricação do carro no Brasil, em 1959), existem cerca de 650 mil Fuscas ativos trafegando pelas vias do Estado, desde a versão 1.200 cilindradas ao moderno New Beetle.

São Paulo, Campinas, Guarulhos, Santo André e São Bernardo do Campo ocupam os cinco primeiros lugares com a maior frota deste veículo. Atualmente, mais de 209 mil exemplares circulam nestas cidades, sendo que dez mil deles são itens de colecionadores, que circulam com placas pretas.

O Fusca foi lançado em 1935 pelo alemão Ferdinand Porshe com o nome de Typ I para ser um veículo popular e econômico. Ao logo dos anos passou pela modernização em sua mecânica, estética e passou a ser utilizado com várias finalidades, como uso pelo correio e até veículo militar durante a guerra, em 1939. Ganhou apelidos pelo mundo, onde foram produzidos mais de 21 milhões de exemplares, como Beetle, Bug, Käfer, Type 1, Carocha, Coccinelle, Escarabajo e Maggiolino.

No Brasil, começou a ser produzido em 1959 com peças 100% nacionais, chamado carinhosamente de fusquinha e fuscão, que tinha motor 1500 cilindradas e cores fortes como laranja e verde abacate. Ao ser substituído no mercado automobilístico por outros modelos populares, sua produção foi paralisada em 1986, mas retomada, em grande estilo, pelo ex-presidente Itamar Franco, em 1993, em São Bernardo do Campo (SP). Em 1996 saiu de linha definitivamente.

Mas os apaixonados pelo carrinho continuam firmes, inclusive no Fusca Clube do Brasil, em São Paulo. O engenheiro Ervin Moretti, de 67 anos, diretor do clube, tem uma história antiga com o carro, que foi onde aprendeu a dirigir aos 18 anos quando tirou a CNH. ” “Tenho uma ligação sentimental com o fusca porque foi o primeiro carro que dirigi. Quando minha vizinha quis vender seu Sedan 1974, verde, fiquei apaixonado. Comprei, mandei reformar e o apelidei carinhosamente de Horácio, que era meu personagem preferido dos quadrinhos”, conta.

O fusca verde ganhou ainda um item especial, um autógrafo no porta-luvas do Maurício de Souza, quando o engenheiro visitou o estúdio do cartunista. Fora a pintura, ‘Horácio’ não precisou de mais nenhuma reforma, só manutenção e já rodou várias cidades, como Tiradentes e Araxá, em Minas Gerais, mas com todo cuidado. “ Saio apenas para exposições e encontros ao lado de minha esposa Flávia porque é um carro muito visado para roubos. E coloquei uma placa de alerta “ Isto não é um carro, é um FUSCA”, brinca Ervin, que tem como copiloto a esposa Flávia, também colecionadora, desta vez de uma Kombi vermelha apelidada de Mônica.

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