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Prefeitura de Campinas intensifica combate ao carrapato-estrela

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carrapato

A Unidade de Vigilância de Zoonoses da prefeitura de Campinas (SP) realizou hoje (27) uma pesquisa no campus da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para investigar a presença de carrapatos-estrela infectados com a bactéria Rickettsia rickettsii, causadora da febre maculosa. 

Em 28 de junho, uma pessoa de 30 anos morreu da doença depois de ter sido infectada por um carrapato-estrela no município. De acordo com laudo emitido pelo Departamento de Vigilância Sanitária de Campinas, a Praça da Paz, área de 53 mil m², localizada no campus de Barão Geraldo da Unicamp, foi o “local provável de infecção”.

Segundo a prefeitura de Campinas, somente na semana passada, foram confirmados quatro casos de febre maculosa no município. Duas pessoas morreram. Até o momento, em 2022, foram confirmados, na cidade, cinco casos e três óbitos em decorrência da doença. Em 2021, foram 11 casos e cinco mortes. Em 2020, foram sete casos e cinco óbitos na cidade.

A febre maculosa é uma doença naturalmente transmitida entre animais e o homem. É causada pela bactéria Rickettsia rickettsii, que contamina o corpo humano por meio da picada de um carrapato-estrela infectado. A doença pode causar a morte em até duas semanas se não for tratada de forma precoce e corretamente.

Para haver contaminação, o carrapato infectado deve ficar aderido à pele por, pelo menos, quatro horas. Este é o tempo mínimo para que as bactérias sejam introduzidas no organismo humano. Uma das maneiras mais eficazes de prevenir a transmissão da doença é utilizar vestimentas que cubram os membros inferiores e superiores, assim como fazer a busca por carrapatos nas áreas expostas a cada duas horas. Não há risco de transmissão da doença de uma pessoa para outra.

Caso a pessoa passe por áreas de vegetação e de mato, especialmente próximas de cursos hídricos, deve ficar atenta, por cerca de 15 dias, aos sintomas da doença como febre, dor de cabeça, dor intensa no corpo, mal-estar generalizado, náuseas, vômitos e, em alguns casos, manchas vermelhas pelo corpo.

fonte ebc

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Caterpillar anuncia investimento milionário em Piracicaba

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Caterpillar

A Caterpillar Brasil inaugurou no começo de Agosto (08/08), a sua nova linha de montagem de motoniveladoras na unidade de Piracicaba, localizada no Km 157 da rodovia Luiz de Queiroz, no Unileste. Com 11 mil metros quadrados, a nova linha permitirá à unidade produzir as novas gerações de motoniveladoras, abastecendo o mercado brasileiro e garantindo a exportação para cerca de uma centena de países, em um ciclo de investimentos da ordem de R$ 600 milhões, que deve ser concluído até 2023.

A cerimônia de inauguração contou com a presença do presidente da Caterpillar Brasil, Odair Renosto, do vice-presidente senior, Frederic Istas, do prefeito Luciano Almeida e do secretário de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Turismo (Semdettur), entre outras autoridades.

Luciano Almeida lembrou que a Caterpillar já faz parte da história do município, como uma grande parceira que ajuda a elevar o nome de Piracicaba, seja na geração de emprego e renda, seja na produção de tecnologia como líder mundial na fabricação de equipamentos de construção e mineração. “São notícias como essas que mostram que a nossa cidade e o nosso país estão no caminho certo rumo à recuperação econômica”, destacou o prefeito.

NOVA LINHA 

A linha de montagem de motoniveladoras da Caterpillar em Piracicaba é 50% maior que a anterior e incorpora avanços industriais que a torna mais eficiente e rápida. Ocupando uma área de 11 mil metros quadrados, a linha possui 27 novas pontes-rolantes com rádio controle, conta com sistema automático de controle das etapas de montagem, novo conceito de ‘hot-teste’ sem cabine e sistema ‘smart mover’ em vez de trilhos nas linhas. Recebeu ainda piso com gradil coletor de resíduos para a contenção de derrame acidental de óleos, entre outras tecnologias.

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Cervejaria de Amparo conquista quatro medalhas em um dos maiores concursos cervejeiros do mundo que acontece em Londres

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Ashby

Recentemente foram divulgados os vencedores da primeira etapa do World Beer Awards 2022. A premiação é considerada uma das competições mais importantes no mundo todo do mercado cervejeiro. O World Beer Awards acontece em duas etapas, sendo que a primeira seleciona as melhores cervejas de cada país participante. Depois, acontece uma outra etapa em Londres, onde os vencedores de cada país competem entre si pelo título de melhores de mundo. No total, 120 cervejarias brasileiras renomadas foram classificadas nesse primeiro estágio da competição, como é o caso da cervejaria Ashby, de Amparo, interior do estado de São Paulo.

A marca foi fundada em 1993 e ficou conhecida nacionalmente por ser a primeira micro cervejaria do Brasil. A Ashby possui mais de dez cervejas em seu portfólio, sendo que no World Beer Awards desse ano, a empresa conquistou quatro medalhas no total. A Ashby American Pale Ale conquistou medalha de ouro. Feita com lúpulos cítricos e florais, ela é uma cerveja refrescante e com amargor médio. Essa é a segunda medalha de ouro conquistada pela Ashby APA em uma premiação. A primeira foi ano de 2016, na Copa Cervezas de America. Já a Ashby Weiss, cerveja de trigo que possui espuma cremosa e duradoura, além de aroma frutado com notas de cravo e banana, levou prata esse ano.

Ela também já tinha sido premiada anteriormente em outros concursos de cerveja, inclusive com uma medalha de ouro na Copa Cervezas de America 2018. Outro rótulo premiado na edição desse ano do World Beer Awards foi a Ashby Puro Malte. Sua produção foi feita com 100% malte de cevada importado e quatro tipos de lúpulos americanos e alemães. Nesse ano, ela conquistou medalha de bronze no World Beer Awards, mas ela já tinha sido premiada na edição de 2019 do mesmo concurso com medalha de prata.

A Ashby British Strong Ale também conquistou medalha de bronze na primeira etapa do concurso esse ano. Conhecida por ser uma legítima puro malte ela carrega a mais pura tradição das ales inglesas, com quatro tipos de malte e lúpulos aromáticos, que oferecem sabores de amêndoas e frutas amarelas. Em 2016, ela levou medalha de ouro na Copa Cervezas de America. Somente nesse ano, a Ashby já foi premiada sete vezes.

“Temos muito orgulho de saber que as cervejas que nós produzimos com tanta qualidade e dedicação então sendo contempladas com prêmios em concursos renomados no Brasil e no mundo, e isso acaba sendo até uma motivação para seguirmos sempre aprimorando nossas receitas e buscando cada vez mais inovação e empenho, pois o nosso orgulho é saber que somos uma porta de entrada para quem está descobrindo o universo das cervejas especiais”, afirma Scott Ashby, fundador da marca.

Sobre a Ashby

Foi no ano de 1993 que Scott Ashby, americano que chegou ao Brasil em 1992, decidiu montar, na cidade Amparo, SP, a primeira Micro Cervejaria do Brasil, a fim de trazer ao país o conceito de cervejas especiais dos EUA. Scott, físico, apaixonado por cervejas, ingressou no curso Cervejeiro na Universidade da Califórnia no ano de 1990 e, logo em seguida começou a trabalhar na cervejaria americana Wasatch, onde permaneceu por dois anos. Antes disso, Scott já era homebrewer e produzia cervejas para seus amigos, que rapidamente consumiam toda a produção caseira.

E a diferenciação da empresa já começou quando pensou em montar uma fábrica na cidade de Amparo, SP, circuito das Águas Paulistas. Como essas bebidas são compostas por 95% de água, a qualidade desta na fabricação é extremamente relevante. Por isso, a Ashby, escolheu estrategicamente o melhor lugar para suas instalações. As águas de Amparo, além de conservar a pureza que brota da terra, têm um equilíbrio excelente entre sais e minerais tornando-a perfeita para a fabricação de chopes e cervejas de qualidade ímpar.

Foi graças à Ashby que o cenário do mercado nacional começou a experimentar um novo conceito de cervejas diferenciadas, o que antes era privilégio para poucos.

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Campinas confirma mais três casos de monkeypox

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variola

A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou nesta quinta-feira(11) mais três casos de varíola dos macacos. O total de casos chega agora a 30.

A região metropolitana de Campinas soma 41 casos da varíola nas seguintes cidades: Campinas 30; Jaguariúna 2; Indaiatuba 2; Paulínia 2; Hortolândia 1; Americana 1; Vinhedo 1; Amparo 1; Valinhos 1;

Em Campinas, 14 casos foram classificados como importados, de acordo com a Secretaria de saúde da cidade. 13 com transmissão na própria metrópole.

Ainda segundo a pasta, 13 saíram do isolamento, e os demais estão sob acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução.

Sintomas

O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus;
– Caroço no pescoço, axila e virilhas;
– Febre;
– Dor de cabeça;
– Calafrios;
– Cansaço;
– Dores musculares.

Pessoas infectadas devem permanecer isoladas até que as “casquinhas” das lesões caiam, o que demora cerca de 21 dias.

Os contatos próximos devem monitorar o aparecimento de sintomas e evitar o contato físico com outras pessoas.

Cuidadores e familiares não devem tocar em lesões e ter cuidado ao manipular roupas, lençóis e toalhas que foram usados pela pessoa infectada.

Prevenção


– Evitar contato direto com lesões características.
– Lavar com frequência das mãos ou uso de álcool em gel.
– Limpar com frequência as superfícies de alto contato.
– Usar máscara em locais com aglomerações de pessoas.
– Evitar situações de contato físico pele a pele em ambientes com aglomeração.
– Usar fontes confiáveis para ter informações sobre a doença.

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