A Ponte do Esqueleto, em Limeira, começou a ter os acessos irregulares fechados nesta quarta-feira (17), após o acidente que matou uma jovem de 21 anos durante um salto de rope jump no local. A ação foi iniciada pela Prefeitura de Limeira às 6h30 e tem como objetivo impedir a entrada de pessoas na área, que fica em uma estrutura desativada há cerca de 30 anos.

O bloqueio ocorre depois que a jovem foi lançada de uma altura de aproximadamente 40 metros sem a corda de segurança durante a atividade. A ponte, apesar de estar fora de uso para o tráfego de veículos há décadas, ficou conhecida por receber praticantes de esportes de aventura, como ciclismo e saltos em queda livre.
A medida também terá reforço do lado de Cordeirópolis. Segundo a prefeitura do município, uma vala já existente no acesso será ampliada nesta quarta-feira para dificultar a passagem de pessoas. Com isso, a intenção é restringir o acesso pelos dois lados da estrutura.
Ponte do Esqueleto terá bloqueio nos acessos irregulares
De acordo com a Prefeitura de Limeira, o fechamento dos acessos irregulares foi adotado após solicitação do governo federal. A administração municipal informou que a União reconheceu a responsabilidade pela área e pediu apoio operacional do município para ampliar a proteção do espaço.
A ação desta quarta-feira é tratada como uma medida de contenção imediata. O objetivo é reduzir o risco de novas entradas na ponte enquanto soluções definitivas não são implantadas.
A Ponte do Esqueleto está desativada para o tráfego de veículos há aproximadamente 30 anos. Mesmo assim, o local seguia sendo acessado por pessoas que buscavam práticas esportivas e atividades de aventura. O espaço também acumula histórico de acidentes, conforme informado no briefing.
Interdição também será reforçada em Cordeirópolis
Do lado de Cordeirópolis, a prefeitura informou que vai ampliar uma vala já existente no acesso à ponte. A medida busca dificultar a entrada de pessoas na área e complementar o bloqueio iniciado por Limeira.
Com a intervenção nos dois lados, as administrações municipais tentam limitar a circulação no entorno da estrutura. A ação busca impedir que a ponte continue sendo usada de forma irregular, especialmente após o acidente registrado durante o salto de rope jump.
A Ponte do Esqueleto fica em uma área que envolve responsabilidades públicas e acesso por mais de um município, o que torna a adoção de medidas permanentes dependente de articulação entre os governos locais e a União.
Fechamento ocorre após solicitação do governo federal
Segundo a Prefeitura de Limeira, a medida foi tomada depois que o governo federal reconheceu a própria responsabilidade pela área. A administração municipal informou que recebeu pedido de apoio operacional para reforçar a proteção do espaço até que medidas definitivas sejam implementadas.
Ainda conforme a prefeitura, uma intervenção mais ampla não havia sido realizada anteriormente por limitações operacionais do governo federal. A responsabilidade por ações permanentes, como construção de muros de contenção, manutenção de valas e outras barreiras para impedir o acesso à estrutura, segue com a União.
Na prática, o fechamento realizado nesta quarta-feira funciona como uma resposta emergencial ao risco de novas entradas no local. A medida não encerra a discussão sobre o futuro da ponte, mas amplia a restrição de acesso enquanto alternativas são avaliadas.
Governo federal avalia remoção da Ponte do Esqueleto
Na noite de segunda-feira (15), o governo federal informou que estuda uma solução definitiva para a Ponte do Esqueleto. Entre as possibilidades avaliadas está a remoção da estrutura.
Em nota, a SPU, Superintendência do Patrimônio da União, afirmou que continuará discutindo alternativas com os governos locais. A avaliação envolve medidas para impedir o acesso irregular e reduzir riscos na área.
A remoção da ponte ainda não foi definida, segundo as informações disponíveis. O que existe até o momento é a análise de soluções permanentes para uma estrutura desativada há décadas e que voltou ao centro das atenções após o acidente.
Estrutura desativada virou ponto de atividades de aventura
Apesar de estar desativada para veículos há cerca de 30 anos, a Ponte do Esqueleto passou a ser procurada por praticantes de esportes de aventura. O local recebia atividades como ciclismo e saltos em queda livre.
A morte da jovem de 21 anos trouxe novamente a discussão sobre a segurança da área e sobre a necessidade de impedir o acesso irregular à estrutura. O fechamento iniciado por Limeira e o reforço previsto em Cordeirópolis fazem parte dessa resposta.
Para moradores de Limeira, Cordeirópolis e cidades próximas da região, a principal mudança imediata é a restrição de acesso à área da ponte. A orientação prática, a partir das informações divulgadas, é evitar o local e acompanhar os novos comunicados das administrações envolvidas e do governo federal sobre eventuais medidas definitivas.

FAQ – PERGUNTAS FREQUENTES
Por que os acessos à Ponte do Esqueleto foram fechados?
Os acessos irregulares começaram a ser fechados após o acidente que matou uma jovem de 21 anos durante um salto de rope jump no local.
Quando começou o fechamento dos acessos?
A Prefeitura de Limeira iniciou o fechamento às 6h30 desta quarta-feira (17).
O bloqueio vale apenas para Limeira?
Não. Do lado de Cordeirópolis, a interdição também será reforçada com a ampliação de uma vala já existente no acesso.
A Ponte do Esqueleto pode ser removida?
O governo federal informou que estuda uma solução definitiva para o local, que pode incluir até mesmo a remoção da ponte.
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