O Morumbis pode ter um novo nome em 2027. O contrato de naming rights do São Paulo com a Mondelēz, que batiza o estádio desde 2024, se encerra em dezembro, e o clube já iniciou conversas para definir o futuro da arena.
A prioridade é renovar com a atual parceira, mas há concorrência: a montadora chinesa BYD demonstrou interesse e estuda um trocadilho com a marca para nomear o estádio. Outros nomes também sondaram, empresas do ramo financeiro, passaram a se interessar, principalmente após a Nubank fechar um acordo com o estádio do Palmeiras/WTorre.
São Paulo vai contratar um diretor primeiro antes de fechar
O Tricolor considera que a parceria com a Mondelēz funcionou bem e que os valores são atrativos, mas não fechará portas para novos acordos. A definição, porém, só sairá quando o clube contratar um novo diretor de marketing. O cargo está vago desde a última semana, quando Eduardo Toni pediu demissão após cinco anos no posto — ele estava na função desde a gestão Julio Casares.
A saída de Toni foi motivada por uma polêmica envolvendo o contrato de patrocínio com a Unimed. O acordo previa o pagamento de R$ 4 milhões a uma empresa intermediária, o que desgastou o dirigente internamente e fez com que a votação do contrato fosse retirada de pauta. Agora, o São Paulo busca um substituto para tocar tanto o patrocínio quanto o naming rights.
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