O técnico Roger Machado concedeu entrevista ao ge e analisou sua curta trajetória no São Paulo, que durou apenas 17 jogos. A passagem foi encerrada com sua demissão após a eliminação na Copa do Brasil. Mesmo com o desfecho precoce, o treinador afirmou que não se arrepende de ter aceitado o convite.
Orgulho de ter comandado o Tricolor
Roger destacou a grandeza do clube e disse que a oportunidade de trabalhar no MorumBIS é desejada por qualquer profissional.
“Não me arrependo em nenhum momento de ter aceitado o desafio. O São Paulo é um dos maiores clubes do continente e qualquer treinador gostaria de ter a oportunidade de trabalhar ali. Evidentemente, quando um trabalho é interrompido em pouco tempo, existe uma frustração natural porque o treinador chega com ideias, planejamento e objetivos que demandam tempo para serem implementados.”
Ambiente conturbado e críticas da torcida
O treinador também comentou sobre o clima que encontrou no clube e a insatisfação da torcida.
“Desde a minha chegada, percebi que havia uma insatisfação acumulada no ambiente, algo que vai além de um treinador ou de um momento específico. Em determinados momentos, esse descontentamento se direcionou à minha figura, e eu compreendo a reação do torcedor. Também entendi que o clube precisava estar acima de qualquer situação individual.”
Os números de Roger no São Paulo
Roger Machado comandou o São Paulo em 17 partidas, com um retrospecto de sete vitórias, seis derrotas e quatro empates – aproveitamento de 49%. A equipe marcou 20 gols e sofreu 16. A eliminação na Copa do Brasil para o Juventude foi o estopim para sua saída.
Futuro em aberto
O técnico está livre no mercado e aguarda novas propostas. Ele chegou a ser sondado pela Chapecoense, mas recusou a oferta e agora mira oportunidades no exterior.
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