O atacante Matheus Cunha concedeu entrevista coletiva na antevéspera do duelo entre Brasil e Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, e falou sobre sua função tática, a ausência de Lucas Paquetá e as declarações de Erling Haaland, que classificou as chances norueguesas como “pequenas”. O camisa 9 evitou cair no discurso de favoritismo e pregou respeito ao adversário.
Versatilidade de Matheus Cunha como arma
“Em muitos momentos eu estou de centroavante e tenho que estar flutuando como o ponta do losango ou como um meia de criação. E finalizando como 9. De acordo com os jogos, a comissão dar funções diferentes aos atletas é muito comum. Nesse último jogo, o plano principal para mim era flutuar mais, tentar criar mais jogadas”, explicou.
A falta de Paquetá e a continuidade
Matheus Cunha lamentou a baixa do meia, mas vê o entrosamento como ponto positivo. “Depende muito do plano de jogo do treinador. Todos nós ficamos mais confiantes com a continuidade. Para a gente, é de grande confiança poder estar repetindo. Vamos sentir muita falta do Paquetá, sem dúvidas.”
Sobre quem substituirá o camisa 8, deu pistas sobre a alternativa preferida de Ancelotti nos treinos: “O Martinelli é quase um atacante, teremos mais possibilidade de atacar profundidade muito mais.”
Favoritismo não entra em campo
Questionado sobre as declarações de Haaland — que afirmou que “as possibilidades serão pequenas” e que “vai ser difícil avançar” —, o brasileiro foi direto: “Eu vejo pouco sobre favoritismo. Não busco estas informações. Favoritismo não entra em campo. Por mais que se tenha confiança nos seus companheiros, não ajuda em campo.”
Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Quem vencer avança para as quartas de final.
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