A expectativa é de que eventos típicos desta época do ano atinjam um montante de    R$ 13,5 milhões no comércio varejista de Campinas

As festas juninas, que tradicionalmente são promovidas nesta época do ano, e que acabam entrando também no mês de julho, (festas julinas) movimentam o comércio com a comercialização de produtos típicos, como: amendoins, pipocas, quentão e vinhos, devido à realização de quermesses, arraiais e outras atividades correlatas, cujo o valor agregado, não é muito elevado. Para este ano, a expectativa é que esse montante deve atingir cerca de R$ 13,5 milhões, uma redução de (-6,90%) no comércio varejista de Campinas, em relação a 2018, conforme avaliação da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC).

No ano passado, essa movimentação correspondeu a cerca de 1,4% de todo o faturamento do comércio varejista, em termos de bens e serviços adquiridos, o que representou R$ 14,5 milhões.

“É preciso destacar, no entanto, que a realização das festas estão condicionadas, também, a situações climáticas, como as baixas temperaturas, que motivam a organização e realização dos eventos. Muitas as entidades sociais e recreativas promovem suas festas juninas durante o mês, com o objetivo de contribuir com as organizações beneficentes, assim como as igrejas e entidades religiosas”, observa o economista e diretor da ACIC, Laerte Martins.