A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou nesta quinta-feira (17 de setembro) o 38º Alerta Arboviroses referente a 2026, apontando 29 bairros em alto risco de transmissão da dengue. Entre 1º de janeiro e 14 de setembro deste ano, foram confirmados 3.951 casos da doença na cidade.
Bairros com maior risco de dengue em Campinas
O documento indica as seguintes regiões como áreas críticas:
- Leste: Alto Taquaral, Parque Taquaral, Chácara Primavera, Santa Cândida e Jardim Myriam Moreira da Costa;
- Noroeste: Jardim Novo Campos Elíseos, Jardim Campos Elíseos, Jardim Anchieta, Jardim Ipiranga, Jardim Paulicéia;
- Norte: Parque Maria Helena, Vila Renascença, Vila Padre Anchieta;
- Sudoeste: Jardim Melina 1, DIC 5, DIC 6, Jardim Rosalina, Eldorado dos Carajás, Jardim Santos Dumont II;
- Sul: Jardim Fernanda 1 e 2, Jardim Puccamp, Jardim Dom Gilberto, Jardim Columbia;
- Suleste: Jardim Carlos Lourenço, Jardim New York, Jardim Itatiaia, Jardim Santa Eudoxia, Vila Orozimbo Maia.
Objetivo do alerta e ações realizadas
O alerta visa estimular a população a intensificar a inspeção e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmitindo orientações específicas para os bairros com maior risco e circunvizinhança. A comunicação reforça a necessidade da colaboração de todos para a prevenção da dengue.
Entre 1º de janeiro e 9 de setembro, foram realizadas 1.226.517 visitas a imóveis para controle de criadouros e ações educativas, além de 53.382 visitas para nebulização costal. Esses atendimentos são realizados por agentes comunitários de saúde, de controle ambiental e empregados de empresa contratada para a prevenção das arboviroses.
Para identificar esses profissionais durante as visitas domiciliares, a Prefeitura disponibiliza informações sobre uniformes, crachás e telefones oficiais em seu portal.
Como o cidadão pode ajudar no combate à dengue
A Prefeitura de Campinas mantém um programa de controle e prevenção da dengue, mas o engajamento da população é essencial. Estimativas da Secretaria de Estado da Saúde indicam que 80% dos criadouros estão dentro das residências.
É importante não acumular água parada em latas, pneus e outros objetos, trocar a água dos vasos de plantas a cada dois dias, limpar os pratinhos com água e sabão semanalmente, vedar adequadamente caixas d’água e manter vasos sanitários fechados quando não estiverem em uso.
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