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Brasil

Ucrânia: Brasil vai manter posição de equilíbrio, diz Bolsonaro

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Presidente fez declaração durante live semanal

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (3) que o governo brasileiro vai manter posição de equilíbrio sobre o conflito entre Ucrânia e Rússia. Durante live semanal nas redes sociais, ele afirmou ainda que torce e que vai trabalhar pela paz entre ambos os países.

“O Brasil continua numa posição de equilíbrio. Não temos a capacidade de resolver esse assunto. Nós torcemos e, no que for possível, nós faremos pela paz. A guerra não vai produzir efeitos benéficos para nenhum dos dois países, muito menos para o resto do mundo”, destacou.

Cessar-fogo
Em comunicado oficial, o governo do Reino Unido informou que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e Bolsonaro conversaram nesta quinta-feira sobre a situação na Ucrânia.

“Os líderes concordaram com a exigência de um cessar-fogo urgente na Ucrânia e disseram que a paz tem que prevalecer”, destacou a nota. “O Brasil foi um aliado vital na Segunda Guerra Mundial e sua voz foi novamente crucial neste momento de crise”, disse Boris Johnson ao líder brasileiro, de acordo com o comunicado.

Ainda segundo o documento, Bolsonaro e o primeiro-ministro britânico concordaram com a importância da estabilidade global e falaram sobre a colaboração com questões como segurança e comércio.

O Palácio do Planalto e o Itamaraty ainda não se pronunciaram sobre a conversa.

Fonte: Agência EBC

Brasil

Elon Musk está no Brasil e anuncia lançamento da rede Starlink para monitorar a Amazônia

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O bilionário Elon Musk chegou ao Brasil na manhã desta sexta-feira(20) para encontro com o presidente Jair Bolsonaro e outros empresários.

Musk publicou em seu Twitter que está “superanimado por estar no Brasil para o lançamento da Starlink em 19 mil escolas não conectadas em áreas rurais e também para o monitoramento ambiental da Amazônia”

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Brasil

Brasil alcança o primeiro lugar no ranking de gasto público com eleições e partidos

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Esta notícia poderia ser diferente e mostrar que o país decolou nos investimentos sociais ou se aprimorou economicamente. Porém, alcançamos o primeiro lugar de gasto público com eleições e partidos.

Ou seja, temos os maiores gastos neste quesito e no de despesas por parlamentar.

O estudo foi realizado pelo IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada), vinculado ao Ministério da Ciência. E esses dados são preocupantes, principalmente em um ano de eleição, pois mostram que as prioridades divergem do que a realidade exibe.

A pesquisa, que teve participação do TSE e do World Bank, revela que somos o segundo maior em relação ao números de partidos.

Hoje são 32 partidos políticos, perdendo apenas para a Índia, que possui 36. Ao compararmos com países mais desenvolvidos como Reino Unido, Portugal e Alemanha, os números de partidos são muito maiores.

Cada parlamentar gasta, em média, mais de R$ 5 milhões por ano, ou seja, 32 partidos multiplicados pelos R$ 5 milhões por parlamentar equivalem a um lucro 528 vezes maior que a renda média da população.

O número é mais que 2 vezes maior que o gasto do segundo colocado, a Argentina, com 228 vezes em relação à renda média. Para finalizar onde os gastos são maiores com campanha, sendo:

  • Publicidade por materiais impressos, representando 20,9% do total das despesas;
  • A produção de programas de rádio, televisão ou vídeos, com 8,8;
  • E em terceiro lugar, com cerca 8,6%, está o custo com mobilizações de rua ou militância.

Isso é um grande alerta para que vejamos onde o dinheiro do contribuinte está sendo investido.

Esperamos ter ajudado com essa postagem, caso tenha gostado, compartilhe em suas redes sociais.

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Brasil

Presidente Jair Bolsonaro cogita reestruturar carreiras da PRF e Depen

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Funcionários poderão ser equiparados a agentes da Polícia Federal

O presidente Jair Bolsonaro sinalizou nesta quinta-feira (19) que existe possibilidade de criar uma proposta para reestruturar as carreiras dos agentes da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A ideia é equiparar essas carreiras à de agente da Polícia Federal (PF), que ganha atualmente cerca de R$ 12,5 mil por mês de salário inicial.

“Esse é o impasse que está acontecendo. Não tem recurso, é o que a gente pode fazer de diferenciado para o pessoal do Departamento Penitenciário [Depen] e a Polícia Rodoviária Federal”, afirmou o presidente durante a live semanal nas redes sociais.

No fim do ano passado, Bolsonaro tinha prometido destinar uma verba já prevista de R$ 1,7 bilhão para reajustar salários dos agentes federais de segurança, que são justamente os policiais federais, agentes penitenciários e policiais rodoviários federais. No entanto, os servidores de outras carreiras reagiram mal ao aumento de salário exclusivo para as forças de segurança e o governo reavaliou a proposta.

Por causa da indefinição em torno de quem receberá reajuste, diversas categorias têm promovido paralisações e operações-padrão desde o fim do ano passado, incluindo servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Banco Central, da Receita Federal, entre outros.

Nos últimos meses, a proposta do governo federal passou a ser um reajuste linear de 5% para todos as carreiras do serviço público federal, o que deve custar cerca de R$ 6,3 bilhões do orçamento, que precisará ser remanejado de outras áreas para que se cumpra a regra constitucional do teto de gastos públicos. Durante a live, o presidente voltou a citar essa proposta, mas ponderou que a decisão ainda não está tomada.

“A gente se esforça pra dar um reajuste, que eu sei que é pequeno, para os servidores. Uma sugestão, não está batido o martelo, deixo claro, é de 5%. Isso equivale a mais cortes nos ministérios”, explicou.

Nos próximos dias, informou o presidente, negociadores do governo federal deverão se reunir com representantes de sindicatos de servidores para discutir a possibilidade do reajuste linear de 5% para todos os servidores, além da reestruturação específica das carreiras do Depen e da PRF.

Para o ano que vem, Bolsonaro informou que o projeto de lei orçamentária prevê recursos para reajustes salariais e reestruturação de outras carreiras no serviço público.

Fonte Agência Brasil

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