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Brasil

Autorização de viagem para menores de 16 anos poderá ser feita online

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A partir de segunda-feira (2), os pais poderão emitir pela internet uma autorização para que seus filhos menores de 16 anos possam viajar sozinhos em voos nacionais.

O novo procedimento foi regulamentado neste ano pela Corregedoria Nacional de Justiça e implementado pelo Colégio Notarial do Brasil, que congrega mais de 9 mil cartórios espalhados pelo país.

Até agora, para que um menor de 16 anos pudesse viajar desacompanhado era necessário preencher um formulário em papel, que deveria ser assinado e ter firma reconhecida em cartório, para depois poder ser apresentado às empresas de transportes.

Agora, a Autorização Eletrônica de Viagem (AEV) permite realizar o procedimento inteiramente online, por meio da plataforma e-Notariado, que dispensa o comparecimento ao cartório para diversos serviços.

Na plataforma, os pais poderão realizar uma videoconferência com o notário, que após confirmar a autorização para a viagem, por prazo ou por trecho apontado. Um QR Code para verificação será então emitido e poderá ser apresentado nos guichês das companhias aéreas pelo celular ou impresso em papel.

Por essa via, a autorização poderá ser cancelada a qualquer momento pelos pais ou responsáveis, e o QR Code deixa de funcionar.

Nesse primeiro momento, a opção pela Autorização Eletrônica de Viagem (AEV) é disponibilizada apenas para as viagens aéreas nacionais. A previsão, contudo, é que a facilidade seja ampliada para voos internacionais e meios rodoviários e hidroviários, embora ainda não haja prazo para a expansão.

Desde 2011 a autorização de viagem para menores pode ser feita extrajudicialmente, diretamente nos cartórios, após uma regulamentação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Nos casos mais complexos, com conflito entre os pais, por exemplo, pode ser necessário uma decisão judicial para permitir o embarque.

fonte ebc

Brasil

Covid-19: spray nasal feito no Brasil pode estar disponível até 2022

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Uma vacina em forma de spray nasal contra a covid-19 está sendo desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em fase de estudos, o novo imunizante promete ser de baixo custo, proteger contra variantes e bloquear o novo vírus ainda no nariz. A expectativa é que ela esteja disponível até o fim de 2022.

“Você já começa a induzir resposta no epitélio nasal e induzir a produção de um anticorpo que é muito importante nas mucosas, que são as IgAs [Imunoglobulina A] secretórias”, explica o coordenador do estudo, Jorge Elias Kalil Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP e chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas.

Além de inovar na forma de inoculação do vírus, com aplicação pelo nariz e não por via intramuscular, o imunizante também se diferencia no antígeno. “Em vez de usarmos a Spike do vírus de Wuhan, nós vamos utilizar só a RBD [domínio receptor obrigatório, pela sigla em inglês] das quatro variantes de preocupação”, diz Kalil Filho. De acordo com a Fiocruz, a proteína Spike é associada à capacidade de entrada do patógeno nas células humanas e é um dos principais alvos dos anticorpos neutralizantes produzidos pelo organismo para bloquear o vírus.

O pesquisador explica ainda que o antígeno vai conter pedaços de proteínas que estimulem a resposta celular mais duradoura do que aquela mediada pelos anticorpos neutralizantes. “Nós estudamos 220 pessoas que tiveram a doença, estudamos também por informática todo o genoma do vírus e selecionamos fragmentos que teoricamente induzem uma boa resposta celular”, acrescenta. 

O imunizante, portanto, deve incluir fragmentos que são capazes de matar a célula, caso ela seja infectada. “Se o vírus entrar na célula, a única coisa que você pode fazer é usar as células chamadas CD8 citotóxicas, que matam a célula infectada”, afirma Kalil Filho. O spray deve incluir, portanto, os chamados linfócitos T CD8+ citotóxicos, que matam células doentes, e os linfócitos T CD4+, que auxiliam na produção de anticorpos e nas respostas citotóxicas.

Outra inovação do produto é a criação de um tipo de nanopartícula que adere à mucosa do nariz. “A mucosa tem muitos cílios que não deixam nada aderir, mas desenvolvemos um jeito de colocar uma formulação específica em que a gente induz uma resposta de mucosa importante”, acrescenta o médico.

Sobre o custo, Kalil Filho diz que deve ficar em torno de US$ 5, mas que ainda são necessárias outras análises relacionadas ao rendimento. “Nós temos alguns laboratórios que produzem proteínas recombinantes, mas ainda está muito no início, então estamos tratando com as empresas farmacêuticas pra ver se a gente acha alguma que consiga produzir com boa quantidade”.

A vacina spray nasal pode funcionar como um reforço para as doses já existentes e aplicadas por via intramuscular. “Provavelmente, quando o spray estiver pronto, boa parte da população mundial vai estar vacinada. Eu acredito que ele vai ser, sobretudo, como uma dose de reforço”, afirmou o médico. 

fonte ebc

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Brasil

Setembro Amarelo: ansiedade e estresse deixam trânsito brasileiro mais violento

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Combinação de imprudência, com excesso de velocidade e desrespeito às regras aumentou letalidade dos acidentes no Brasil

Desde 2017 o Brasil lidera o ranking dos países com maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade. Após a pandemia, esse quadro piorou: 86,5% dos entrevistados em uma pesquisa do Ministério da Saúde estavam enquadrados em algum tipo de ansiedade patológica. Os reflexos do aumento da ansiedade, depressão e estresse impactam de forma direta no trânsito. “O comportamento mais agressivo do motorista pode ser comprovado no aumento do excesso de velocidade nas rodovias e da letalidade nos acidentes, sem contar as brigas de trânsito, que acontecem com uma frequência cada vez maior”, afirma o diretor científico da Associação Mineira de Medicina de Tráfego (Ammetra), Alysson Coimbra.

Estudo do instituto de pesquisa WRI Brasil mostrou que embora o número de acidentes tenha diminuído no Brasil durante a pandemia, a gravidade deles aumentou. O motivo é uma combinação letal de imprudência com excesso de velocidade. Ainda segundo dados divulgados pelo instituto, um atropelamento a 60 km/h equivale a uma queda do sexto andar, e o pedestre tem 2% de chance de sobreviver. A 30 km/h, a chance sobe para 90%. “A comunidade científica já alertou que uma redução de até 5% na velocidade média do veículo pode diminuir em 30% os acidentes com morte. Então, num momento em que se intensifica o comportamento agressivo do motorista, é urgente intensificar a fiscalização e até reduzir os limites de velocidades em vias onde haja grande fluxo de pedestres”, afirma o diretor científico da Ammetra.

Em quase dois anos de pandemia, médicos e psicólogos especialistas em Tráfego que atendem motoristas que pleiteiam a renovação e obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) viram de perto as mudanças que a ansiedade provocou nos candidatos. “Percebemos um grau de desatenção maior durante a realização do exame, manifestado pela dificuldade de compreender comandos simples, despertando reações impacientes e agressivas. Inegavelmente as condições mentais e psicológicas têm um impacto na capacidade desses motoristas dirigirem em segurança, e a replicação desse comportamento no trânsito induz à Falha de Atenção ao Conduzir (FAC), gerando risco também para os demais integrantes do Sistema Nacional de Trânsito”, completa Coimbra.

Segundo o diretor científico da Ammetra, o aumento de 30% nos acidentes graves com ciclistas, revelado por meio de um estudo da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), é outro fator decorrente das alterações no comportamento dos motoristas. “Esse novo perfil do motorista brasileiro traz graves consequências para os elos mais frágeis, que são os pedestres e ciclistas. É urgente o investimento em campanhas de educação paralelamente ao aumento da fiscalização e punição de atos infracionais, pois a cada hora pelo menos cinco pessoas perdem a vida em decorrência da violência do trânsito brasileiro”, completa Coimbra.

Drogas
Outro reflexo da piora na saúde mental do brasileiro é o aumento do consumo de substâncias psicoativas. Segundo dados fornecidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), nos últimos dois anos o número de autuações por dirigir sob o efeito de substâncias psicoativas praticamente dobrou nas rodovias federais brasileiras. No ano passado foram aplicadas 1.872 multas contra as 939 registradas em 2018.

Somente nos quatro primeiros meses de 2021, a PRF aplicou 390 autuações por esse tipo de infração. “Diante desse cenário, a avaliação psicológica ganha ainda mais importância na análise biopsicosocial dos motoristas, identificando precocemente sinais de agressividade, excitabilidade, impulsividade, indícios de comportamento infrator, além do uso abusivo de álcool e drogas. É preciso readequar urgentemente a periodicidade da realização desses exames por nossos motoristas”, avalia Angélica Reis, especialista em Psicologia do Tráfego.

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Brasil

Auxílio Emergencial para quem nasceu em julho

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A partir de hoje (13), todos os trabalhadores que tem inscrição no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal), já podem sacar a quinta parcela do auxílio emergencial.

O montante havia sido depositado no dia 26 de agosto, nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.

Para quem quer sacar, basta ir em alguma agência da Caixa, em lotéricas ou em locais correspondentes ao Caixa Aqui. Para o saque, siga as seguintes instruções:

  • Faça o login no app do Caixa Tem;
  • Vá em “saque sem cartão”;
  • E, depois em “gerar código de saque”;
  • Insira a senha e tenha o código de saque no celular.

Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a Caixa Econômica pelos seguintes meios:

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