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Brasil

Alerta de temporal no Sul do Brasil. Sudeste segue monitorado

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O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja para tempestade e chuvas intensas no Sul do Brasil na manhã desta quarta-feira (25) e deve permanecer até a manhã de quinta-feira (26).

Nesta quarta (25) o risco de temporais aumenta no Sul, porém os maiores volumes de chuva devem se concentrar na quinta-feira (26), por causa do avanço da frente fria.

Novas áreas de instabilidade se formam até o fim de semana e o tempo segue instável no Paraná entre sexta e o domingo. As nuvens carregadas provocam temporais neste período (chuva forte, raios, granizo e fortes rajadas de vento). Há risco de tempestades, com grandes volumes acumulados.

O modelo mostra ainda que as demais áreas do Paraná e Santa Catarina também devem se beneficiar com a chuva, com destaque para o norte do Paraná – onde há previsão de acumulados de até 60mm até o fim da semana. Os mapas também mostram a tendência de avanço para São Paulo, porém com volumes mais baixos. 

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Ator Luis Gustavo morre aos 87 anos

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Morreu hoje (19) o ator Luis Gustavo Blanco, aos 87 anos de idade. Segundo o sobrinho, o também ator Cássio Gabus Mendes, Luis Gustavo faleceu vítima de um câncer.

“Descanse na luz e na paz! Obrigado por tudo, meu amado tio”, escreveu Gabus Mendes em uma publicação no Instagram, acompanhada de uma foto em preto e branco de Luiz Gustavo mais jovem.

Filho de espanhóis, Luis Gustavo nasceu na Suécia em 1934.

Desde a década de 1960, atuava na televisão, na extinta TV Tupi. Em 1976 começou a fazer papeis em produções da Rede Globo. Participou de diversas novelas, como Elas por Elas (1982), Ti-Ti-Ti (1985), O Beijo do Vampiro (2002) e Joia Rara (2013). Fez carreira também no teatro e no cinema.

Entre os personagens mais lembrados que o ator interpretou nas novelas destacam-se o detetive Mário Fofoca, Beto Rockfeller e o costureiro Victor Valentim. No programa humorístico Sai de Baixo, que foi ao ar de 1996 a 2002, Luis Gustavo era o síndico de um edifício no Largo do Arouche, em São Paulo.

fonte ebc

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Brasil

Decreto aumenta alíquotas do IOF para custear novo Bolsa Família

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O presidente Jair Bolsonaro editou nesta quinta-feira (16) um decreto para aumentar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas transações de crédito de pessoas jurídicas e físicas. As novas alíquotas, que ainda não foram detalhadas, começam a valer a partir do dia 20 de setembro e têm validade até 31 de dezembro de 2021 deste ano.

O objetivo da medida é gerar uma arrecadação extra para custear o Auxílio Brasil, novo programa social de transferência de renda que substituirá o Bolsa Família. O valor do novo benefício, ainda não anunciado, deve ficar na faixa de R$ 300, segundo informou ontem (15) o ministro da Economia, Paulo Guedes. 

“A medida irá beneficiar diretamente cerca de 17 milhões de famílias e é destinada a mitigar parte dos efeitos econômicos danosos causados pela pandemia”, informou a Secretaria-Geral da Presidência da República.

O aumento no IOF deve gerar uma arrecadação de R$ 2,14 bilhões, estima o governo federal. O decreto com as novas regras ainda será publicado no Diário Oficial da União. Por ser um ato de competência exclusiva do presidente, o decreto tem validade imediata e não precisa da aprovação do Congresso Nacional.  

O IOF é um imposto federal pago por pessoas físicas e jurídicas em qualquer operação financeira, como operações de crédito, câmbio, seguro ou operações de títulos e valores mobiliários.

O governo informou que a alteração do IOF permitirá o aumento da cota de importação de bens destinados à ciência e tecnologia, com efeito em projetos de pesquisa, desenvolvimento e produção de vacinas contra o novo coronavírus em andamento na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e no Instituto Butantan.

A medida também permitirá, segundo o governo, a redução a zero da alíquota da Contribuição Social do PIS/Cofins incidente na importação do milho. O objetivo, neste caso, é reduzir os custos da alimentação.

fonte ebc

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Trabalhadores nascidos em outubro podem sacar auxílio emergencial

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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em outubro podem sacar, a partir de hoje (16), a quinta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 28 de agosto.

O calendário é organizado em ciclos de crédito em conta e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. O saque pode ser feito nas agências da Caixa, lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Para a retirada do dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora.

Agora, os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem o pagamento de tarifas, e ainda podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e contas, como água e telefone, fazer compras pela internet e pelas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, com o cartão de débito virtual e QR Code.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br .

Regras

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial

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