O óleo lubrificante automotivo foi tema de um levantamento divulgado pela Castrol com foco em esclarecer dúvidas frequentes entre motoristas e consumidores. A iniciativa reúne mitos e verdades relacionados ao uso do produto e reforça a importância de seguir corretamente as especificações técnicas recomendadas pelas montadoras.
Segundo a empresa, escolhas inadequadas envolvendo lubrificantes podem comprometer diretamente a durabilidade do motor, além de afetar eficiência, desempenho e consumo de combustível.
De acordo com Wellington Santos, especialista em tecnologia de produto da Castrol, o óleo lubrificante vai além de um simples fluido utilizado no veículo.
Óleo lubrificante exige especificação correta
Segundo a Castrol, ainda existe a ideia de que todos os óleos são iguais ou que podem ser escolhidos apenas pelo preço, mas isso não corresponde à realidade técnica do produto.
Conforme informado pela empresa, o lubrificante é desenvolvido com:
- óleos básicos
- pacote de aditivos
- especificações técnicas da indústria
- exigências determinadas pelas montadoras
Por isso, seguir a recomendação do fabricante é essencial.
Óleo mais grosso protege mais? Castrol esclarece
Um dos mitos mais comuns apontados no levantamento é a crença de que óleos mais espessos oferecem maior proteção ao motor.
Segundo a Castrol, a orientação correta é utilizar sempre a viscosidade indicada pela montadora.
Lubrificantes fora da especificação podem:
- prejudicar a circulação interna do óleo
- dificultar a lubrificação na partida
- aumentar o desgaste dos componentes
Especialmente nos primeiros momentos após ligar o motor, esse cuidado se torna ainda mais importante.
Carro parado também precisa de troca de óleo
Outro mito bastante comum envolve veículos que rodam pouco.
Muitos motoristas acreditam que, por usar pouco o carro, a troca pode ser adiada por longos períodos.
Segundo a Castrol, isso não é correto.
Mesmo com o veículo parado, o óleo lubrificante passa por degradação química ao longo do tempo e pode perder eficiência.
Por isso, além da quilometragem, o prazo indicado no manual também deve ser respeitado.
Todo óleo sintético é igual? A resposta é não
A Castrol também destaca que nem todo óleo sintético possui a mesma formulação.
As diferenças podem estar presentes:
- no pacote de aditivos
- nas propriedades químicas
- nas normas atendidas pelo produto
Entre os padrões citados pela empresa estão:
- SAE
- API
- ACEA
Essas classificações são importantes para garantir compatibilidade, desempenho e proteção adequada ao motor.
Óleo escuro significa que está ruim?
Outro ponto esclarecido pela marca está relacionado à cor do lubrificante.
Segundo a Castrol, o escurecimento do óleo não significa necessariamente que ele perdeu a validade ou precisa ser trocado imediatamente.
Em muitos casos, isso pode indicar justamente que o produto está desempenhando sua função de limpeza interna ao reter resíduos e impurezas do motor.
Misturar óleo da mesma viscosidade pode?
Completar o nível com qualquer óleo de mesma viscosidade também exige atenção.
Embora a viscosidade seja um fator importante, a Castrol alerta que diferentes produtos podem apresentar variações relevantes em:
- composição química
- pacote de aditivos
- normas técnicas atendidas
Por isso, o ideal é sempre seguir a recomendação indicada no manual do veículo.
Lubrificante também influencia no consumo de combustível
Entre as verdades destacadas no levantamento, a Castrol aponta que o lubrificante também impacta diretamente no consumo energético do veículo.
Segundo a empresa, menor atrito interno no motor pode contribuir para:
- melhor eficiência energética
- menor esforço mecânico
- melhor aproveitamento do combustível
Além disso, a lubrificação correta auxilia na eficiência térmica e no controle do funcionamento interno do conjunto mecânico.
Uso urbano é considerado severo para o motor
A Castrol também chama atenção para um ponto que muitos motoristas desconhecem: o uso urbano intenso é considerado condição severa de operação.
Situações como:
- trânsito intenso
- partidas frequentes
- para e anda constante
- variações térmicas repetidas
podem acelerar o desgaste e exigir atenção maior com manutenção e intervalos de troca.
Óleo lubrificante é parte essencial da vida útil do motor
Segundo Wellington Santos, o óleo lubrificante é parte estrutural da engenharia do motor.
Além de reduzir atrito, ele também contribui para:
- limpeza interna
- eficiência térmica
- durabilidade
- economia de combustível
- redução de emissões
O levantamento da Castrol reforça que a escolha correta do óleo lubrificante automotivo e o cumprimento das recomendações do fabricante seguem como cuidados fundamentais para preservar o motor e garantir melhor desempenho ao longo do tempo.
fonte alpha autos
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