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TV, Cinema e Teatro

PORTA DOS FUNDOS – CONTRATO VITALÍCIO

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Para quem foi raptado por alienígenas intraterrenos, não esteve neste mundo nos últimos anos (quem assistir ao filme entenderá esta referência) e não conhece o canal do Youtube Porta dos Fundos, ele é um dos maiores sucessos nacionais, com milhões de views em cada vídeo e era óbvio que depois de ganhar um programa na televisão, a próxima etapa era o cinema. E cá estamos!

Ian SBF, um dos criadores, também dirige esta investida e joga um sem número de referências à cultura pop tupiniquim, indo do ícone oitentista Sergio Malandro até os atuais Azaghal e Jovem Nerd. Acima de tudo, ‘Contrato Vitalício’ brinca e exagera (num bom sentido) nos estereótipos da youtuber de moda, do agente de celebridades e do fofoqueiro de plantão.

Por vezes me peguei com a sensação de estar assistido a uma esquete estendida, e de fato é isso mesmo (talvez não precisassem bater tanto na tecla de uma única piada e seria melhor ter um corte final com uns 20 minutos a menos), mas o grande barato aqui é notarmos que o diretor injeta personalidades ímpares para cada um dos personagens, com destaque para o incrível Gregório Duvivier e Antônio Tabet – mesmo que o próprio Fabio Porchat tenha seus momentos engraçados.

Após receberem um importante prêmio em Cannes, o diretor Miguel e seu protagonista Rodrigo vão para a festa da cerimônia, bebem demais e Rodrigo decide fazer um contrato para participar de todos os filmes o cineasta. Na manhã seguinte, Miguel desaparece e só é reencontrado dez anos depois. Agora, o diretor fará um longa metragem sobre este período que ficou desaparecido e Rodrigo deverá participar do projeto mais maluco da sua vida.

Por fim, para quem gosta de uma comédia pastelão, com situações estapafúridas, lotadas daquele humor liderado por Monty Python, ‘Contrato Vitalício’ é uma boa pedida, sem contar que é um sopro de originalidade para um gênero extremamente defasado pelo selo Globo Filmes, que tem sim seus méritos no cinema nacional, mas que fracassa terrivelmente em muitos quesitos.

Assista em Hortolândia no CineSystem

Por Éder de Oliveira
www.cinemaepipoca.com.br

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Filme: Homem Formiga e a Vespa na Tela Quente

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Homem Formiga

Filmes de super heróis têm se tornado uma tendência sem igual nos cinemas. Entre eles, estão os maravilhosos longas da Marvel.

A produtora trouxe os universos dos quadrinhos para o cinematográfico e, nesta segunda (23), teremos um dos exemplares mais engraçados entre os 28 filmes já lançados. Homem-Formiga e a Vespa vem alegrar a Tela Quente.

O filme, de 2018, traz a Pal Rudd, Michael Douglas, Michael Peña, entre outros nomes para abrilhantar a trama.

No filme, nosso herói precisa lidar com uma nova ameaça. O vilão tem como objetivo entrar no reino quântico para conseguir uma chance de manter sua existência. Enquanto isso, Hank Pinn tem a chance de trazer sua esposa de volta.

A corrida por essa máquina é hilária, emocionante e cheia de ação, dando aquele clima nostálgico do filme “Querida Encolhi as Crianças”.

O diretor, Peyton Reed, segue com as piadas e a diversão em alta para a audiência. Se ficou interessado para saber mais dessa trama, a Tela Quente começa as 22h30h. Esperamos vocês lá.

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La Brea: A Terra Perdida é o filme da Tela Quente nessa semana

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LaBrea

Ficções científicas são extraordinariamente intrigantes e sempre trazem conceitos que, em tese, abordam situações psicológicas e novos conceitos de certo e errado. Embora seja um nicho bem específico, temos pequenas joias nesse gênero.

Nessa segunda (16) a Tela-Quente traz uma delas, ou seja, o filme La Brea: A Terra Perdida.

No longa acompanhamos uma sociedade que precisa lidar com um inexplicável mundo primitivo. Após um gigantesco poço ser aberto misteriosamente em Los Angeles, uma família é dividida. Agora, ao lado de estranhos, eles devem trabalhar para sobreviver e descobrir o mistério de onde estão e se há um caminho de volta para casa.

O filme tem rostos pouco conhecidos, mas talentosos, como: Natalie Zea, Zyra Gorecki e Jack Martin.

Já o diretor é David Appelbaum, que tem um currículo vasto em séries como NCSI e The Mentalist.

Se ficou interessado para saber mais dessa trama, a Tela Quente começa as 22h30, espero vocês lá!

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Estreia curta metragem sobre a vida do jornalista Brasil de Oliveira

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Brasil de Oliveira

Estreia no mês de Maio o filme “A Última Transmissão”. O curta metragem de 15 minutos conta a história semi ficcional do último dia de vida do folclórico jornalista esportivo Brasil de Oliveira (1950-1996), que marcou a história do jornalismo e do rádio esportivo no interior do Estado. O filme, contemplado pelo Proac 30/2020, foi dirigido pela cineasta Helen Quintans e contou com a participação especial de ícones da imprensa esportiva de Campinas, como Carlos Batista, José Arnaldo, Alberto César e Fernando César.


Brasil de Oliveira, ou “Brasa” foi o personagem criado pelo jornalista Rodrigo Lagoa (São Paulo, 1950 – Campinas, 1996), um ícone da imprensa esportiva de Campinas e do Estado de São Paulo. Ele era extremamente conhecido, sobretudo por sua capacidade de reconhecer futuros craques e por sua imensa agenda de contatos. Brasil de Oliveira foi o último jornalista “analógico”, dono de um conhecimento extremo sobre futebol e de um jeito folclórico de se comunicar.


O filme, totalmente ambientado na Campinas dos anos 1990, se passa em locais icônicos da cidade, como o Largo das Andorinhas, o bar Giovanetti, o Edifício Itaguaçu, a Igreja do Carmo e a Catedral Metropolitana. Segundo a diretora Helen Quintans, essa escolha reflete a relação íntima de Brasa com Campinas“Seria impossível falar do Brasa sem falar de Campinas, ele vivia a cidade muito intensamente e criou uma relação afetiva com ela, para além do futebol”.


“A Última Transmissão” tem cinco exibições agendadas. A primeira será dia 13 de Maio, as 19:30, no Cineplex do Shopping Prado. As outras serão nos dias 19 (20:00 no Teatro Estrada, em Indaiatuba), dia 27 (14:00 no CEU José Paganotti, em Araras), dia 28 (19:00 na Casa de Vidro do Lago do Café, em Campinas) e no dia 3 de Junho, na Escola de Artes Augusto Boal, em Hortolândia, a partir das 19:00. Todas as exibições são gratuitas e haverá bate papo com a diretora após o término do filme.

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