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TV, Cinema e Teatro

O Som do Silêncio é forte, denso e merece cada indicação ao Oscar

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Mesmo sabendo das várias indicações ao Oscar e premiações mundo afora, fui conferir o drama O Som do Silêncio sem saber absolutamente nada a respeito da trama. E isso é algo que todos nós deveríamos fazer vez ou outra.

Digo isso porque o impacto causado, após as duas horas de projeção, não poderia ter sido tão forte. Riz Ahmed é dono do filme, já que condensa todo desespero com uma naturalidade que não via há tempos. Suas expressões, seus gestos e, consequentemente, as explosões de desespero, nos deixam boquiabertos.

O elenco de apoio também é formidável, começando por Olivia Cooke e chegando até Paul Raci. É bem verdade que gostaria de ver estes dois por mais tempo em tela, mas isso não altera o fato da importância de O Som do Silêncio.

A forma com que os profissionais técnicos e o diretor, Darius Marder, fazem as variações de som, nos ajudam a entender toda tensão inicial do protagonista, em cenas como a de Ruben Stone conversando com o farmacêutico ou quando ele está tocando a bateria dentro do motorhome.

Não há certo ou errado por aqui, pois todos têm pontos de vista pertinentes. E é aí que mora um dos maiores trunfos desta obra, pois passa longe de vitimizar Stone. Ponto para a Academia, para a Netflix e para os idealizadores. Coragem é para poucos e eles mostraram que têm de sobre!

SINOPSE:

Ruben (Riz Ahmed) é o baterista e a segunda metade de sua dupla musical Blackgammon, juntamente com sua namorada vocalista Lou (Olivia Cooke). Um ex-dependente químico e sóbrio há quatro anos, ele repentinamente começa a perder sua audição. Com ajuda de Lou e um carismático líder de uma comunidade de deficientes auditivos, ele luta para aceitar sua nova condição.

Por Éder Pessôa

Redator Freelancer

https://ederopessoa.wixsite.com/redatorfreelancer

TV, Cinema e Teatro

“Bate-papo de cinema do #MISemCasa” desta semana traz e “Tangos, o exílio de Gardel”

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Filme começa a ser exibido gratuitamente nesta quinta-feira (23/09)

Quem gosta de cinema argentino já não precisa mais esperar: o projeto “Bate-papo de cinema” do Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som), parceiro da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Hortolândia, exibe, nesta quinta-feira (23/09), a partir das 11h, o filme “Tangos, o exílio de Gardel” (veja abaixo). A película será exibida graças à parceria do projeto #MISemCasa com o serviço de streaming “Belas Artes À La Carte”.

A obra estará disponível até este sábado (25/09), quando, às 18h, haverá o esperado bate-papo ao vivo, no canal do MIS YouTube (https://youtu.be/QriKdzcfXuU). O debate terá a participação do crítico de cinema Robledo Milani e da diretora e roteirista Giuliana Monteiro na mediação. Para participar, é preciso se inscrever por meio deste link: https://forms.gle/oU36RkRQw9BWwFuK9.

Segundo o informativo do Pontos MIS, o público que assistir ao filme receberá, após a sessão, um cupom para acessar, gratuitamente, por um mês, a plataforma Belas Artes À La Carte (https://www.belasartesalacarte.com.br/).

“Tangos, o exílio de Gardel”, do conhecido diretor argentino Fernando Solanas, é um filme rodado em 1985, com classificação etária para um público a partir dos 14 anos. O enredo gira em torno de alguns argentinos exilados em Paris, que decidem apresentar um tango-ballet dedicado a Carlos Gardel, lendário astro do tango argentino.

Sobre o Belas Artes À La Carte:

O Belas Artes à La Carte é um streaming de filmes pensado para quem ama cinema de verdade. Seu catálogo, que conta com cerca de 400 títulos, inclui filmes de todos os cantos do mundo e de todas as épocas: contemporâneos, clássicos, cults, obras de grandes diretores, superpremiados e principalmente aqueles que merecem ser revistos e que tocam o coração dos cinéfilos.

Fonte: Ponto MIS

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TV, Cinema e Teatro

Mortal Kombat (2021) é um filme bom?

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Depois de diversos jogos de vídeo game, curtas metragens, seriados e desenhos animados, a franquia Mortal Kombat chegou para mais um round. Desta vez, o filme (terceira transposição para as telonas) é dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan (responsável pelas franquias Jogos Mortais e Invocação do Mal).

Lançado quase simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, tem no elenco Lewis Tan, Chin Han, Daniel Nelson e Hiroyuki Sanada, só para citar alguns. Mas seria esta a versão definitiva do game em live action? Seria McQuoid melhor do que Paul W. S. Anderson, responsável por Mortal Kombat de 1995?

Estas e outras questões são debatidas com bom humor por Éder Pessôa e Alessandro Oliveira, que dão seus pitacos e, ainda, relembram suas experiências nos fliperamas e consoles.

Vem com a gente e, caso queira entrar em contato para sugestão de filmes e notícias a serem debatidos, mande um email para [email protected]. Ouça o podcast na íntegra acessando:

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TV, Cinema e Teatro

O que esperar de Mercenários 4?

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Os Mercenários é uma franquia de sucesso e que, ao longo de três filmes, arrecadou mais de 780 milhões de dólares pelo mundo. Protagonizado por astros do cinema de ação como Sylvester Stallone, Jason Statham e Dolph Ludgren, ganhará o quarto episódio.

O carismático Terry Crews está fora da sequência, que terá adição de Megan Fox, Andy Garcia, 50 Cent e Tony Jaa. Mas o que esperar do projeto? Seria esta a redenção após o fracasso de crítica de Os Mercenário 3? Com filmagens previstas para outubro de 2021 (este atraso foi devido à situação do Covid 19), será dirigido por Scott Waugh (Need for Speed: O Filme).

Éder de Oliveira e Alessandro Oliveira dão seus pitacos, fazem previsões e relembram suas experiências com os filmes brucutus dos anos 80 e 90, ao longo de 45 minutos de podcast.

Vem com a gente e, caso queira entrar em contato para sugestão de filmes e notícias a serem debatidos, mande um email para [email protected].

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