Connect with us

Saúde & Beleza

Raissa Marra dá dicas de batons, máscaras, perfumes e creme

Publicado

em

Raíssa Marra fala em seu canal no YouTube e dá dicas de batons, máscaras, perfumes e cremes que utilizá. Confira o vídeo:

Saúde & Beleza

Por que roncamos ao dormir de barriga para cima?

Publicado

em

Entenda como as diferentes posições para dormir interferem no funcionamento do organismo

Assim como cada um de nós possui individualidades posturais e na linguagem corporal enquanto estamos acordados, também podemos apresentar preferências no posicionamento na hora de dormir. Há quem diga que esse tipo de comportamento pode refletir traços de personalidade, ou apenas estar relacionado a uma questão de conforto, mas poucos sabem que o posicionamento no decúbito pode ter efeito sobre o funcionamento do organismo, principalmente para quem tem problemas respiratórios.

Deitar-se de barriga para baixo, por exemplo, favorece a oxigenação do sangue. Existem diversos mecanismos que resultam nesse efeito, incluindo por exemplo, uma menor compressão pelos órgãos abdominais nas regiões das bases dos pulmões e uma melhor distribuição de ar nos alvéolos pulmonares.1 Por essa razão, a posição é bastante utilizada para promover melhora na oxigenação de pacientes com doenças pulmonares, como a COVID-19.2

A posição de lado costuma ser bastante recomendada para manter o alinhamento da coluna, mas pode apresentar algumas particularidades em grupos específicos como as gestantes. Com o crescimento do bebê, a veia cava inferior, que leva o sangue para o coração, começa a sofrer compressão quando se deita sobre o lado direito do corpo, motivo pelo qual em geral as grávidas são orientadas a dormir sobre o lado esquerdo para favorecer a circulação.3

Assim como nas demais posições, deitar-se de barriga para cima também pode ter efeito sobre o organismo. Ao dormir, a musculatura relaxa e a ação da gravidade sobre a língua e a mandíbula pode facilitar o estreitamento da via aérea superior causando ronco ou até mesmo episódios de obstrução com interrupção da respiração em alguns indivíduos propensos, uma condição chamada de apneia obstrutiva do sono (AOS).4

A apneia do sono ou ronco podem ocorrer exclusivamente nessa posição (apneia posicional), de maneira que a mudança de decúbito resolva total ou parcialmente o problema, conforme explica o Dr. Alan Eckeli, professor de neurologia e medicina do sono da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP).

Na mesma entrevista, Gustavo Senna Chelles relata ter sido alertado pela esposa sobre o ronco e receber “cutucões” durante a noite para mudar de posição: “Muitas vezes, via minha esposa indo dormir na sala por causa do meu ronco, mesmo tentando me alertar. Frequentemente ela perdia o sono ao acordar e passava a madrugada em claro”.

 Dr Alan explica que em muitos casos, no entanto, apesar de as apneias ocorrerem predominantemente na posição de barriga para cima (supina), a condição se mantém em outras posições e precisa ser tratada para evitar que as interrupções na respiração privem o corpo e o cérebro de oxigênio. Foi o que descobriu Chelles ao procurar ajuda e receber o diagnóstico de apneia do sono.

A indicação de tratamento mais comum para pacientes com apneia do sono moderada ou grave é o uso de terapia com CPAP – pressão positiva nas vias aéreas.5 O equipamento gera um fluxo de ar que pressuriza a via aérea através de uma máscara, promovendo a desobstrução.

Graças à tecnologia, hoje já existem diversas opções de máscaras no mercado para permitir aos pacientes em tratamento dormir na sua posição de preferência ou movimentar-se na cama com mais liberdade. A empresa ResMed, pioneira em soluções para o tratamento da apneia do sono, oferece um portfólio completo, com lançamentos como a AirFitTM N30 uma máscara nasal de design anatômico, leveza excepcional (45g) e com mínimo contato com a face ou a AirFitTM F30i, um modelo oronasal com a conexão ao tubo de ar no topo da cabeça, para permitir ao paciente dormir em qualquer posição.

Gustavo Chelles relata que o uso do CPAP melhorou muito sua qualidade de sono e a de sua esposa, e que uma máscara como essa, que permite conectar o tubo de ar sobre a cabeça lhe proporcionou virar para os lados (sua posição preferida para dormir) sem se preocupar com o que fazer com o tubo de ar, além de ser muito silenciosa e confortável.

A apneia do sono é um distúrbio comum, afeta 1 em cada 3 brasileiros6 e está relacionada à pior qualidade de vida e de sono, além de problemas de saúde como hipertensão arterial, diabetes e doenças cardiovasculares, devendo ser investigada e tratada nos casos moderados e graves.5

Sobre a ResMed

A ResMed é a marca pioneira em soluções inovadoras que proporcionam qualidade de vida. A empresa apresenta tecnologias de saúde digital e dispositivos médicos conectados à nuvem que transformam a assistência das pessoas com apneia do sono, DPOC e outras doenças crônicas. Possui abrangentes plataformas de software fora do hospital, oferecendo suporte a profissionais e cuidadores que ajudam pacientes em suas casas ou instituição de saúde de preferência. Ao possibilitar uma melhor assistência, aprimoram a qualidade de vida, reduzindo o impacto da doença crônica e dos custos para clientes e serviços de saúde. Saiba mais em: https://www.resmed.com.br/

Referências:

  1. Johnson NJ e cols. Respiratory Care. 2017; 62(8):1097-1110.
  2. Thompson AE e cols. JAMA Intern Med. 2020; 180(11): 1537-39.
  3. Bruna Menegueço. Melhor posição para grávida dormir é do lado esquerdo. Revista Crescer, 2017. Disponível em:https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Vida-de-gravida/noticia/2017/06/melhor-posicao-para-gravida-dormir-e-do-lado-esquerdo.html
  4. Kim KT, et al. Clin Neurophysiol. 2016; 127(1): 565-70.
  5. American Association of Sleep Medicine Guideline. Patil SP et al. J Clin Sleep Med. 2019; 15(2): 335-43.
  6. Tufik S e cols. Sleep Med. 2010; 11(5):441-6.
Continue Lendo

Saúde & Beleza

Covid19: Queda acentuada de cabelos preocupa pacientes

Publicado

em

Perda de fios pode chegar a 50% da cobertura capilar. Dermatologistas indicam rapidez no diagnóstico para tratamentos com melhores resultados

A queda de cabelos em pacientes acometidos pela Covid-19 tem levado homens e mulheres de todas as idades aos consultórios de dermatologia. “Nos últimos três meses, observamos um aumento de 80% nos atendimentos de casos de alopecia associados à doença”, afirma a dermatologista Anelise Dutra. A perda de fios, que pode chegar a 50% da cobertura capilar em decorrência de uma Covid longa, está associada a duas formas de queda acentuada de cabelo já conhecidas da medicina: o eflúvio telógeno e a alopecia areata.

A médica Anelise Dutra explica que o eflúvio telógeno é caracterizado pela interrupção do crescimento do cabelo e tem como consequência a queda do fio. “Na alopecia areata, as quedas configuram rodelas no couro cabeludo”, diz.

Pesquisas realizadas por universidades dos Estados Unidos, do México e da Suécia destacam entre os cinco sintomas mais comuns da Covid prolongada a perda de cabelo. Em um universo de 48 mil pacientes avaliados, a queda dos fios representa 25% dos casos.

O dermatologista Dário Rosa observa que um corpo debilitado pela Covid-19 busca priorizar as funções vitais do organismo. “Há um trabalho focado no coração, nos rins e em outros órgãos que são fundamentais à manutenção da vida”, afirma. Neste empenho coordenado, explica o médico, os cabelos, ficam em segundo plano.

Um grupo de estudiosos da Universidade Sapienza de Roma (Itália) associa a queda de cabelos a vários fatores. Os pesquisadores destacam, porém, a atuação do novo coronavírus para provocar uma reação autoimune contra os folículos capilares ao criar um ambiente inflamatório que abala o sistema imunológico do paciente.

Em geral, os pacientes que se recuperam da Covid-19 começam a perceber a queda dos fios em volume bem maior que o normal até três meses depois da infecção pelo novo coronavírus. “Em alguns casos, a perda de cabelos atinge até 50% da cobertura capilar”, diz Anelise. “Quando as pessoas passam a notar a queda de cabelos, o processo já está acelerado”, completa a dermatologista.

Embora haja maior atenção dos pacientes quanto à queda de cabelos associada à Covid-19, para os dois especialistas é fundamental que as pessoas procurem tratamento o quanto antes. No consultório, o dermatologista vai solicitar uma série de exames para detectar, entre outros fatores, alteração da tireóide e deficiências vitamínicas. “O tratamento pode caminhar por reposição de polivitamínicos ou proteínas para formar queratina no cabelo”, afirma Dário Rosa. Medicações e procedimentos que estimulem o crescimento dos fios também fazem parte do protocolo.

Tanto o eflúvio telógeno quanto a alopecia areata evoluem de acordo com a condição de saúde de cada paciente. “E há uma preocupação muito grande entre nós, dermatologistas, por não sabermos como as novas variantes do vírus vão se comportar”, afirma Anelise Dutra. “Como cada caso é um caso, apenas um diagnóstico médico preciso vai definir o tratamento mais indicado e os melhores resultados”, finaliza Dário Rosa.

Continue Lendo

Saúde & Beleza

Exame de próstata ainda é tabu entre os homens

Publicado

em

O exame de próstata é a principal forma de identificar o câncer que atinge essa glândula ainda em estágio inicial. A detecção precoce possibilita encaminhar o paciente ao tratamento adequado, oportunizando mais qualidade de vida e maior chance de cura. Mas apesar da sua importância, o assunto ainda é tabu entre os homens.

A ausência dos cuidados de prevenção é um dos fatores que contribui para a alta mortalidade da doença. Trata-se do segundo tipo de câncer que mais mata o público masculino, atrás apenas do câncer de pulmão, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

A incidência também é alta. O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, precedido pelo câncer de pele não-melanoma. Só no ano passado, foram 65.840 diagnósticos no Brasil, de acordo com o Inca.

Por isso, é aconselhável que os homens realizem consultas periódicas com o médico urologista. A urologia é a área da medicina que trata doenças relacionadas às vias urinárias, como rins, bexiga, uretra, ureteres e os órgãos do aparelho reprodutor masculino, como a próstata.

A recomendação é que as consultas anuais ao urologista de prevenção à doença tenham início a partir dos 40 anos. A rotina de acompanhamento é necessária, pois o câncer de próstata é, inicialmente, assintomático e pode evoluir de forma silenciosa. Os sintomas podem surgir apenas no estágio avançado da doença, conforme explica o Inca em seu site.

Fatores de risco para o câncer de próstata

A idade é considerada um fator de risco, uma vez que a incidência e a mortalidade da doença aumentam a partir dos 50 anos. “Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos”, informa o Inca.

A hereditariedade também deve ser considerada, portanto, mesmo os mais jovens que tenham histórico de câncer na família devem estar atentos aos cuidados de prevenção. Há estudos que mostram, ainda, que a obesidade está relacionada à maior chance de desenvolver a doença.

Diagnóstico e tratamento

A detecção precoce do câncer de próstata permite melhor resposta do organismo ao tratamento e, consequentemente, aumenta as chances de cura do paciente. O diagnóstico pode ser feito pela combinação dos exames de antígeno prostático específico (PSA), feito por meio de coleta de sangue, e o toque retal, realizado em consultório de forma indolor.

O tratamento da doença varia de acordo com o quadro do paciente, podendo ser indicadas a cirurgia, a radioterapia, a observação vigilante e a terapia hormonal.

Conscientização é chave para quebrar tabu

Na tentativa de promover a conscientização do público masculino sobre os cuidados com a saúde para a prevenção do câncer de próstata e de outras doenças urológicas, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) tem realizado diferentes ações.

A campanha Novembro Azul funciona como alerta para toda a sociedade sobre a importância de combater o câncer de próstata, conscientizando os homens a se cuidarem, realizarem os exames e fazerem consultas periódicas.

Em 2018, a SBU criou a campanha #VemProUro, direcionada aos adolescentes do sexo masculino. A proposta é incentivar a criação de uma rotina de acompanhamento desde cedo, assim como as meninas fazem com o ginecologista.

Continue Lendo

Noticias

Publicidade

Youtube

 

PONTE DA ESPERANÇA

Populares