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Trabalho remoto será tendência em 2021 e é preciso se adaptar

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Veja quais os indicadores de que o trabalho remoto será tendência e como organizar as tarefas para lidar com essa realidade.

Trabalhar de casa, o chamado home office, não é algo novo, porém, não era uma prática muito comum porque as empresas tinham certa resistência e os profissionais não sabiam muito bem como ele funcionava e como fazer para garantir a produtividade.

Entretanto, a pandemia acelerou bastante esse processo e o que acabou sendo adotado por necessidade deve garantir que o trabalho remoto será tendência em 2021.

Para que se tenha uma ideia, antes da pandemia apenas cerca de 3,8 milhões de brasileiros exerciam suas tarefas à distância, número que aumentou bastante por conta do distanciamento social e deve permanecer.

Antes dessa situação, mais de 50% das empresas não cogitava ou adotava o trabalho remoto, o que precisou mudar.

Como está a previsão de 2021

O estudo Tendências de Marketing e Tecnologia 2020 prevê que, após a pandemia, o trabalho em home office deve apresentar um aumento de 30% e cerca de 54% dos entrevistados tem a intenção de propor essa modalidade a seus gestores, o que pode fazer com que esses números cresçam.

Após passado o choque inicial em relação à mudança da forma de trabalho, 80% dos gestores aprovaram essa nova forma de trabalhar.

As empresas também têm gostado dessa transformação e muitas descobriram que não há necessidade de manter escritórios grandes e nem de investir em viagens de negócios.

Muito do trabalho pode ser feito da casa do funcionário e isso reduz as despesas com a estrutura física. As viagens de negócio também podem ser substituídas por reuniões online e garantir os mesmos resultados.

É claro que nem sempre será possível trabalhar remotamente, em alguns casos será preciso alternar os locais de trabalho, podendo adotar dois ou três dias em caso e os demais no escritório, mas, já se nota uma mudança de cenário.

Não foram apenas as necessidades e as reduções de custos para as empresas que fizeram com que o trabalho remoto fosse tendência daqui pra frente.

Os resultados obtidos pelos trabalhadores também estão fazendo com que a forma de trabalho seja repensada.

Uma pesquisa realizada pelo Buffer apontou que 98% das pessoas gostariam de trabalhar de casa pelo menos uma vez na semana. Já um levantamento da Owl Labs mostrou que 71% dos profissionais que trabalham em home office se dizem mais felizes. Aliado a isso existem cerca de 78% dos funcionários brasileiros que se dizem mais produtivos trabalhando remotamente e 43% das empresas que adotaram o home office como um modelo padrão

O fato de ter mais tempo, pois se evitam perder horas no trânsito, e conseguir conciliar melhor a vida profissional com a pessoal estão entre outros pontos de destaque que dizem que o trabalho remoto será tendência.

Trabalho remoto será tendência: como organizar as tarefas

O home office trouxe ganhos incontestáveis para empresas e trabalhadores, sendo que esses são evidenciados pelos números, mas ainda existem barreiras a serem superadas.

Um em cada cinco profissionais informam que a presença da família pode ser uma distração para que se possa realizar as atividades. Para que esse e outro problema em relação à tecnologia sejam superados é preciso saber como organizar as tarefas de forma correta.

A primeira coisa é conseguir estabelecer uma rotina, tendo de forma clara quais são os horários para iniciar as tarefas e a hora de parar. As pausas também devem ser programadas e essa rotina deve ser seguida mesmo havendo flexibilidade por parte da empresa.

O uso da tecnologia é fator indispensável. Ferramentas como o Kanbanize são bastante úteis, pois, permitem que se organize as tarefas sejam elas individuais ou em grupo. Por meio do método Kanban, ela disponibiliza um mural que permite visualizar em que etapa da produção se está e assim não atrase as entregas.

Outro ponto a ser considerado é montar uma agenda com as atividades diárias, pois dessa forma se consegue planejar o tempo de execução de cada tarefa e cumprir com os cronogramas. Isso pode ser feito até pelo Google Agenda, se quiser.

Sem que haja uma cobrança mais rígida do profissional com ele mesmo podem começar a acontecer atrasos e perda de produtividade.

Ter canais de comunicação com outros membros da equipe também pode ajudar, pois dessa forma os trabalhos são distribuídos de forma igualitária e sempre que surgir uma dúvida essa poderá ser tirada rapidamente sem fazer com que a atividade fique parada.

Atualmente há canais como o Skype, WhatsApp, Teams e muitos outros que são os mais utilizados em trabalhos remotos pelas empresas.

O trabalho remoto será tendência não apenas em 2021, mas nos próximos anos, e estar preparado para ele será uma necessidade.

Imagem: https://pixy.org/src/1/thumbs350/12990.jpg

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Caoa Chery amplia família Tiggo com o 7 PRO

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A Caoa Chery apresentou o Tiggo 7 PRO, versão com visual renovado, produzido na unidade fabril da marca em Anápolis/GO e que chega com preço a partir de R$ 189.990,00.

O Portal Hortolândia teve a oportunidade de conhecer e avaliar o modelo equipado com motor 1.6 Turbo GDI, movido a gasolina e transmissão DCT de sete velocidades – do tipo wet dual clutch, tem alavanca joystick e opção de trocas manuais. Esse conjunto entrega 187 cavalos de potência e acelera de 0 a 100 km/h em 8,09 segundos.

O design do Caoa Chery Tiggo 7 PRO conta com uma grade dianteira com desenhos tridimensionais, que se unem com os faróis full LED do conjunto óptico dianteiro com luzes DRL.

Na lateral, o SUV é marcado por três linhas principais, que criam um efeito diferenciado e combinam elementos dinâmicos e estáticos. As rodas têm 18″ com desenho exclusivo. Já na traseira, as lanternas são integradas e o modelo conta com duas saídas de escapamento.

No interior, a luz ambiente em LED oferece sete opções de cores. O console central é elevado, com comandos ergonomicamente instalados, é integrado ao comando touch do ar-condicionado inteligente, que é dual zone, independente e conta com saída de ar traseira.

Os bancos são revestidos em material premium, assim como o volante multifuncional de design esportivo e com quatro ajustes manuais de profundidade e altura.

Com 4.500 mm de comprimento, 1.842 mm de largura e 1.705 mm de altura, além de um entre-eixos de 2.670 mm, o Caoa Chery Tiggo 7 PRO tem porta-malas com capacidade para 475 litros com abertura e fechamento automáticos de série. Ele também possui abertura por sensor de presença, sistema antiesmagamento e regulagem de altura de acordo com a preferência do usuário.

Entre os itens de conforto e conveniência disponibilizados de série se destacam o teto solar panorâmico basculante de 1,13m² com opção de abertura da parte frontal, o banco do passageiro elétrico com quatro opções de ajuste, além das seis possibilidades de ajuste do banco do motorista, inclusive da região lombar e o Comando de Climatização à Distância (CCD).

Há ainda carregador de celular wireless de carregamento rápido 15W, com função de alerta em caso de esquecimento do objeto dento do veículo, chave presencial com botão de partida, além de retrovisores com ajuste elétrico, rebatimento automático e desembaçador.

O veículo traz multimídia com 10,25″, painel de instrumentos com 12,3″ e câmera 360 graus de série que com sua alta definição, conta com quatro câmeras de ângulo amplo que permitem uma imagem mais nítida para observar obstáculos. Em vagas de estacionamento estreitas, por exemplo, as câmeras trabalham em conjunto com o sensor de estacionamento e exibem no multimídia guias estáticas e dinâmicas durante as manobras.

O modelo foi projetado para atender aos requisitos de 5 estrelas do China-NCAP, órgão equivalente ao Latin NCAP, contando também com seis airbags (frontais, laterais e de cortina).

Os freios são a disco nas quatro rodas e atuam em conjunto com os sistemas ABS (sistema de freio antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica de frenagem). O pacote de segurança inclui ainda as tecnologias EBA, que habilita automaticamente o limite de desaceleração durante a frenagem de emergência; BOS (smart pedal), que identifica uma situação de emergência e desacelera o veículo quando os pedais do acelerador e freio são pressionados ao mesmo tempo; BAS, sistema de assistência à frenagem, que maximiza a atuação do ABS; e ESS, sistema de alerta de frenagem de emergência, que pisca as luzes de direção de ambos os lados (setas) para sinalizar aos motoristas que vêm atrás que está ocorrendo uma frenagem brusca. Conta ainda com freio de estacionamento eletrônico, Auto Hold, HDC (controle eletrônico de descida) e HHC (assistente de saída em aclives).

Os itens de assistência à direção também são pontos fortes, como sistemas como ATCT (alerta de trafego cruzado traseiro), que informa o motorista, ao acionar a marcha à ré, quando outro veículo está se aproximando, evitando colisões e tornando as manobras mais seguras; RCW (alarme de colisão traseira), que alerta o motorista em um aviso sonoro quando há risco eminente de colisão traseira; DOW (advertência de abertura de portas), que avisa sobre o risco de colisão ao abrir as portas; detector de ponto cego (BSD) e faróis de neblina dianteiros em LED com função de assistência em curvas, que melhora a visibilidade em manobras em até 40 Km/h.

O Tiggo 7 PRO estreia a cor Midnight Blue metalizada no portfólio da marca. O modelo também será comercializado nos tons Branco Perolizado, Preto Metálico, Prata Metálico e Cinza Metálico.

Confira um vídeo com o Caoa Chery Tiggo 7 PRO em

Texto: Sérgio Dias

Fotos: Divulgação

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Síndrome de Burnout é reconhecida como fenômeno ocupacional pela OMS

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A síndrome de Burnout passou a ser reconhecida como um fenômeno relacionado ao trabalho pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A assunção dessa condição passou a valer neste mês de janeiro, com a vigência da nova Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11).

A síndrome é definida pela OMS como “resultante de um estresse crônico associado ao local de trabalho que não foi adequadamente administrado”. Conforme a caracterização da entidade, há três dimensões que compõem a condição.

A primeira delas é a sensação de exaustão ou falta de energia. A segunda são sentimentos de negativismo, cinismo ou distância em relação ao trabalho. A terceira é a sensação de ineficácia e falta de realização.

A OMS esclarece que a síndrome de Burnout se refere especificamente a um fenômeno diretamente vinculado às relações de trabalho e não pode ser aplicada em outras áreas ou contextos de vida dos indivíduos.

Segundo o advogado trabalhista Vinícius Cascone, no Brasil, o Ministério da Saúde reconhece desde 1999 a síndrome como condição relacionada ao trabalho.

Caso um trabalhador reconheça os sintomas, deve buscar um médico para uma análise profissional. O médico avalia se o funcionário deve ou não ser afastado de suas funções. A empresa deve custear o pagamento caso o afastamento seja de até 15 dias.

Depois deste período, o empregado será submetido a uma perícia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para que o órgão analise e, confirmando o diagnóstico, arque com o custeio do afastamento durante mais tempo. É preciso também abrir uma comunicação de acidente de trabalho.

Cascone explica que se o empregador não der o encaminhamento em caso de afastamento, o trabalhador pode buscar diretamente o INSS ou entrar com ação judicial caso ocorra uma negativa do órgão.

À Agência Brasil, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que o início da vigência da nova lista de doenças demandará uma atualização de normativos internos, o que ocorrerá “aos poucos”.

Conforme o órgão, o direito a benefícios associados ao afastamento temporário é garantindo a quem comprovar incapacidade de realizar o trabalho.

Ambiente de trabalho

A advogada Lívia Vilela teve a síndrome diagnosticada em 2019. Ela trabalhava em uma empresa pública desde 2011. Segundo Lívia, ocorreu um processo de sucateamento da companhia e o ambiente de trabalho não era bom.

Lívia conta que após assumir o cargo encontrou um espaço desestruturado, com alta carga de trabalho e grande responsabilidade, sem apoio dentro da direção da empresa. Essa situação gerou muito desgaste a ela. Além disso, havia uma disparidade salarial expressiva entre os trabalhadores da área que ela integrava.

“O burnout veio em 2018. Eu percebi que não estava bem. Comecei a ter problemas para dirigir, pois associava ao ambiente do trabalho. Fiquei desmotivada e não queria estar lá. Comecei a ter fortes crises de depressão e de ansiedade, insônia”, relata.

A advogada foi levada ao médico e foi afastada do trabalho. Em seguida, passou a atuar de forma remota, o que seguiu em razão da pandemia. Com a privatização da empresa pública, ela decidiu largar a carreira. 

fonte ebc

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Pague Menos já premiou dois mil clientes e fará um milionário em fevereiro

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A campanha “Se eu fosse milionário” da Rede de Supermercados Pague Menos já contemplou mais de dois mil clientes em vales-compras e sorteará, em fevereiro, o maior prêmio único da história da empresa: o vencedor ganhará um milhão de reais e se tornará um milionário. “Nesse cenário de mudança, característico ao início de ano, nada como despertar o sonho para uma vida melhor em nossos clientes” afirma Junior Souza, diretor comercial da Rede.

Cerca de 60 clientes de cada loja já foram premiados, mas ainda dá tempo de participar, para tanto, os clientes cadastrados no Clube Leve Mais devem efetuar compras acima de R$ 80. Quem pagar com o cartão de crédito Leve Mais dobra as chances ao receber dois cupons.

Mas, para concorrer aos prêmios na modalidade “compra e concorra” e ao prêmio de um milhão de reais, é necessário imprimir os cupons gerados, pois somente assim a participação nos sorteios é efetivada.

Além disso, diariamente, em todas as unidades, são distribuídos milhares de prêmios instantâneos, totalizando R$ 300 mil em vales-compras no valor de R$ 100 cada, creditado em cartão para uso exclusivo na Rede. A campanha “Se eu fosse milionário” também levará a poltrona do milionário a todas as lojas para que clientes e parceiros fiquem mais próximos desse sonho e registrem esse momento. A campanha segue até o dia 13 de fevereiro e o sorteio de um milhão de reais está programado para 18 de fevereiro. 

Segundo Souza, essa campanha é uma forma de presentear os clientes que mantêm sua parceria com a Rede de Supermercados Pague Menos, mesmo em períodos difíceis como foi com a pandemia. “Somos gratos por poder potencializar a esperança por uma vida melhor, não apenas pela qualidade do serviço e atendimento em nossas lojas, mas também com um prêmio importante, que significará uma grande mudança financeira ao sorteado”, ressalta o diretor comercial.

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