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Câmera do Iphone 11: entenda os diferenciais da experiência da câmera do dispositivo

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Apple mantém uma resolução de 12 MP para as câmeras, mas investe em tecnologia de processamento para melhorar a qualidade das imagens digitais.

Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no começo de 2019, o Brasil tinha 230 milhões de smartphones em funcionamento. E uma das marcas queridinhas do público brasileiro é a Apple.

Recentemente, a empresa fundada por Steve Jobs lançou o modelo 11 do seu tradicional celular, o Iphone, que vem cheio de inovação tecnológica. Com um processador rápido e uma bateria mais forte, que não exige tantos carregamentos ao longo do dia, o Iphone 11, apesar do preço, já tem conquistado diversos brasileiros.

E se tem uma coisa que atrai os usuários de smartphone no mundo todo é, justamente, as câmeras fotográficas. No caso do Iphone 11, a Apple promete uma imagem mais limpa e mais profissional.

Resolução

As câmeras dos celulares da Apple já há algum tempo têm uma resolução de 12 megapixels: isso já tem acontecido pelo menos desde o lançamento do Iphone 8.

Apesar de outros modelos de marcas como a Samsung e a Xiaomi oferecerem uma resolução mais alta, que lembra as máquinas semi e profissionais, o Iphone tem tentado entregar um resultado mais profissional em suas imagens, e 12 MP de resolução é uma boa pedida.

A qualidade também é boa se considerarmos as câmeras que fazem as famosas selfies. O modelo X do Iphone já começou a entregar uma imagem mais limpa e nítida para os seus usuários.

Modelo Iphone 11 tem 2 ou 3 câmeras

Para além da resolução, a Apple resolveu se render aos modelos de 2 e 3 câmeras, o que tem acontecido já há algum tempo com as suas concorrentes diretas como a Samsung e a Xiaomi — ambas já trabalham com diversos modelos de smartphone com 3 câmeras.

Iphone 11 Pro: 3 câmeras e maior campo de visão

O Iphone 11 Pro, que tem um preço mais salgado do que o modelo mais simples do Iphone 11, traz a grande inovação da Apple para essa temporada: as três câmeras: teleobjetiva, grande angular e a ultra-angular.

Nas especificações do produto, a empresa afirma que com a câmera tripla é possível ter um campo de visão 4 vezes maior. Ou seja, a principal vantagem é conseguir captar, com muito mais detalhes, um espaço ainda maior.

Os vídeos também ganham uma resolução mais limpa com a câmera tripla e a empresa promete entregá-los em resolução 4K.

Iphone 11: câmera dupla

O modelo básico do Iphone 11 tem uma câmera dupla. O slogan que a Apple criou para esse modelo é “A única coisa difícil nele é tirar uma foto ruim”, mostrando que a gigante dos Estados Unidos resolveu investir mais na qualidade das imagens para os seus usuários.

As duas câmeras são a grande angular e a ultra angular que também prometem aumentar o campo de visão em 4 vezes, facilitando as imagens de paisagens, grupos de muitas pessoas e, até mesmo, a captura de objetos em movimento.

Promessa de uma imagem limpa

Além do número maior de câmeras, a Apple também investiu em uma tecnologia chamada Deep Fusion que promete entregar uma foto mais limpa, sem muitos ruídos. Essa inovação é possível graças ao chip A 13 Bionic, desenvolvido pela própria Apple.

O chip ajuda no processamento da imagem da seguinte forma: quando o usuário tira uma foto, o aparelho capta, na verdade, uma série de 9 imagens. O Bionicanalisa essas fotos e combina as que têm melhor resolução, entregando para o usuário do Iphone a melhor combinação das imagens.

Assim, os ruídos, como borrões, pontos sem iluminação e distorções, não saem no resultado final da imagem. Além disso, o usuário também ganha mais detalhes, pois o sistema prioriza a nitidez pixel a pixel.

Usuário não percebe o mecanismo do Deep Fusion

Esse processo todo é feito sem que o usuário perceba e sem que se perca muito tempo. Isto é, tudo é feito a nível operacional, dentro do aparelho e com o processamento do chip.

Fotos mais iluminadas

Outra promessa do Deep Fusion é corrigir os problemas de iluminação, ou seja, mesmo se o fotógrafo e a cena estiverem no escuro, a Apple promete tirar imagens nítidas e com boa resolução.

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Como a indústria dos jogos online deve se beneficiar das próximas tecnologias

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A geração dos jogos online deve mudar significativamente nos próximos anos

Nos últimos 20 anos, a tecnologia deu passos muito grandes rumo ao que conhecemos atualmente, com smartphones ultramodernos, computadores com gráficos praticamente perfeitos e a capacidade de processamento dos consoles em velocidade quase instantânea.

Se alguém te dissesse, em 2001, na época do PlayStation 2 e do Xbox, que duas décadas mais tarde teríamos toda essa bugiganga tecnológica, provavelmente ninguém acreditaria. O salto como qual a tecnologia subiu nas últimas décadas é algo muito marcante e certamente um dos principais fatores que tonaram essa indústria tão popular e lucrativa.

Para a nova década, o que esperar das próximas tecnologias e como elas serão aplicadas nos jogos online? Será que teremos um salto de melhoria tão grande como se obteve no passado no recente? Para conseguir essa resposta, é preciso entender quais são as tecnologias que devem impactar em grande escala a década de 2020.

A utilização do 5G: cassinos online, jogos de smartphone e muito mais

Primeiramente, é preciso contextualizar o que a tecnologia traz de melhorias para as redes móveis. A projeção é que a nova rede vai multiplicar a velocidade da internet móvel como jamais vista antes, com velocidade máxima de até mesmo 10 Gbps — superando, inclusive, as redes de fibra óptica.

Com o uso do 5G, vai ser possível assistir transmissões em 4K sem nenhum tipo de preocupação. Em termos de arquivos, baixar filmes e jogos da última geração vai ser algo de segundos.

Com tal avanço, é de se esperar que as empresas de jogos explorem um campo ainda nem sonhado pela geração atual. Já imaginou jogos de smartphone com tecnologia similar aos games da geração passada? Isso será possível com o uso da rede 5G.

Vamos a alguns exemplos. Com a tecnologia progredindo, sites de cassino online vão aumentar mais o seu rol de opções para jogos como slots, roletas e outros.

Para os brasileiros, as melhores opções para desfrutar destes jogos são através de sites portugueses como o casino.888.pt que é referência em jogos de roleta, com opções como Super Stakes Roulette, European Roulette e outros

Os desenvolvedores desses jogos de cassino vão poder trazer um grau de realidade enorme em suas opções, trazendo ainda mais pessoas para os seus sites e aumentando um setor que não para de ganhar força.

Já em outro ramo, como por exemplo a indústria dos games de jogos online para smartphone, o também salto deve ser gigantesco. Já imaginou jogar PUBG Mobile com praticamente a mesma qualidade dos consoles? Tal realidade não é distante com a tecnologia 5G.

A velocidade da conexão vai deixar de ser um problema. O que vai impedir os smartphones de competir diretamente com consoles de alta tecnologia em termos de gráficos e processamento será o hardware — que naturalmente sempre será, em linha geral, mais lento do que os consoles de última geração.

Realidade virtual: será que agora decola?

Como todas as novas tecnologias revolucionárias, é preciso algum tempo para se acostumar com as mesmas. Quando os consoles chegaram, o sucesso não foi da noite para o dia. O mesmo com os primeiros celulares e até com os computadores.

O tempo de “aceitação” da sociedade para uma tecnologia que vai mudar o jeito como o produto é consumido acaba tendo esse delay natural e com a realidade virtual não é diferente.

Poucas pessoas sabem, mas a realidade virtual começou a ser introduzida nos videogames em 1995, quando a Forte Tecnologies lançou o VFX1 Headgear, famoso por ter sido um dos pioneiros nos consoles para jogos com realidade virtual.

A realidade virtual não empolgava tanto na década de 1990, até pelo fato de que os jogos eram precários em termos de realidade gráfica, mas a discussão voltou a ganhar força nos últimos 10 anos. Com o avanço dos jogos, em meados de 2016 a realidade virtual chegou a ser uma das maiores promessas do setor dos videogames.

Cinco anos se passaram desde que a Microsoft e outras gigantes da tecnologia anunciaram enormes investimentos para implementar a realidade virtual em seus jogos, mas a tecnologia ainda não cativou por completo os seus gamers e há alguns fatores para tal — sendo o principal deles o fato de que essa tecnologia ainda se encontra em algo que se assemelha a um estado beta de desenvolvimento.

Outros problemas da realidade virtual do passado recente, como preço alto dos óculos e poucos fabricantes para dar conta da demanda, devem ser solucionados na nova década. Cada vez mais as empresas de tecnologia estão interessadas na realidade virtual e, consequentemente, fazendo parcerias para ter essa possibilidade nos principais jogos dos consoles. Além disso, como nota de curiosidade, é possível aproveitar esse recurso em praticamente qualquer cidade grande do Brasil nos cinemas ou salões de jogos — recentemente, o Shopping do Futuro contou com uma atração de realidade virtual.

Portanto, talvez não veremos a realidade virtual tão necessária para a rotina humana como os smartphones hoje são, mas certamente esse tipo de tecnologia deve dar grandes saltos para a nova década por conta da concorrência que não para de aumentar e do interesse das empresas de achar a próxima mina de ouro dos games.

Sendo assim, em um futuro não tão irreal, seria legal ter jogos online com uma integração bem interessante com os óculos de realidade virtual. Jogar PUBG Mobile com os seus amigos em um estado de imersão ou até mesmo jogar baralho como se estivesse em um clube noturno são experiências que certamente chamariam atenção dos gamers que gostam de jogos desses gêneros.

O que se pode concluir sobre a tela dobrável? Ela veio para ficar?

Os primeiros vídeos da tela dobrável, nas feiras de tecnologia, impressionaram. Poder mover o celular de um lado para o outro parece uma cena do filme futurista Minority Report. Alguns anos se passaram desde o anúncio desse recurso e, assim como a realidade virtual, tal bugiganga ainda não emplacou de verdade.

Diferente das projeções muito mais previsíveis na realidade virtual, a pergunta sobre a tela dobrável precisa ser a seguinte: como ela pode ser usada nos jogos online e ela realmente veio para ficar?

Bom, a começar pela segunda pergunta, primeiramente é preciso entender que a presença da tela dobrável é ainda muito pequena no mundo dos smartphones. Apenas algumas poucas empresas, como por exemplo a Samsung, estão implementando em seus modelos — e, mesmo assim, de maneira limitada.

No entanto, não custa sonhar e projetar como isso seria útil nos jogos online e a resposta é mais otimista do que você imagina. Ao contrário de ser uma tecnologia aparentemente “inofensiva”, a tela dobrável pode mudar muito o panorama dos jogos online.

Um dos pontos dessa mudança positiva é o fato de que os programadores poderão desenvolver uma nova maneira do gamer interagir com as cenas. Provocar sensações de profundidade, aproveitar a sinuosidade da tela para introduzir novos sensores e até mesmo criar obstáculos com a tela dobradiça são alguns pontos que certamente animam os programadores.

Não é preciso ser especialista para entender que a tela dobrável não é uma tecnologia tão promissora como o 5G e a realidade virtual, mas ela certamente terá seu lugar de respeito nas novidades da década de 2020.

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Cinesystem adere à campanha “Cinema é 10”, com ingressos a R$ 10 em todos os multiplex

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O projeto, desenvolvido em conjunto pela Abrasce e Abraplex, tem como objetivo movimentar o setor de exibição e será válido nas próximas duas quartas-feiras em todo o Brasil

Pensando em novas formas de mostrar para o público que já é hora de voltar a frequentar os cinemas (com toda segurança), a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) e a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex) se uniram e criaram a campanha “Cinema é 10”, que vai garantir ingressos a R$ 10 para cinéfilos de todo o Brasil nas próximas duas quartas-feiras. A Cinesystem, que figura entre as cinco maiores exibidoras do país e tem como foco principal proporcionar experiências únicas para seus clientes, já confirmou a adesão de todos os seus multiplex, espalhados de norte a sul do Brasil. 

“Temos muita confiança de que os cinemas são seguros e que já é hora de retomar esse hábito tão importante para famílias de todo o país. Criamos alguns dos protocolos mais rígidos do mercado e hoje quem nos visita sempre deixa como feedback uma impressão positiva e tranquila. E é por isso que aderir à campanha é tão importante. Com isso vamos abrir a possibilidade para que mais pessoas voltem a assistir filmes nas telonas e vejam, com os próprios olhos, que adaptamos toda a jornada do cliente para que ele se sinta plenamente seguro dentro dos nossos estabelecimentos”, conta Sherlon Adley, Diretor Comercial e de Marketing da Cinesystem. 

Para quem quiser participar, é muito fácil. Basta escolher o filme e horário desejado, nos dias 20 e 27 de outubro, e realizar a compra do ingresso em qualquer cinema da rede Cinesystem ou pelo site www.cinesystem.com.br. Todas as entradas nesses dias sairão automaticamente por R$ 10,00. A Cinesystem hoje conta com 160 salas, distribuídas em 26 complexos, espalhados por 10 estados do Brasil.

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Aulas presenciais são retomadas no sistema penitenciário da região de Campinas

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Durante a pandemia de Covid-19, as atividades precisaram ser readaptadas

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) retomou, no último dia 4, as aulas presenciais nas unidades prisionais do Estado de São Paulo. Em toda a região central, que engloba 39 unidades prisionais, 5.155 pessoas privadas de liberdade estão estudando. Nas unidades prisionais de Campinas, Hortolândia, Sumaré, Americana e Limeira, 1.006 reeducandos estão matriculados. Sendo que 598 pertencem ao Ensino Fundamental e 408 ao Ensino Médio – dados de setembro.

Atualmente, 18.955 reeducandos e pacientes custodiados pela SAP estudam, sendo: 10.876 matriculados no Ensino Fundamental, 7.795 no Ensino Médio e 284 no Ensino Superior. Os dados são de agosto deste ano.

Desde o começo da pandemia, essas atividades tinham sido suspensas como forma de evitar a contaminação da população carcerária e dos próprios docentes pelo Coronavírus.

Durante o período, as aulas foram substituídas por roteiros impressos de estudo, compostos por conteúdo das diversas disciplinas e suas respectivas atividades. Os materiais eram produzidos pelos professores da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) que já ministravam aulas nas unidades prisionais.

Retomada segura – A volta das atividades presenciais é acompanhada por todos os protocolos científicos para a prevenção e o enfrentamento da pandemia de Covid-19.

“As atividades educacionais fazem parte do processo de ressocialização dos custodiados e dos pacientes dos hospitais de tratamento psiquiátrico”, afirma o Secretário da Administração Penitenciária, Coronel Nivaldo Cesar Restivo. “Mesmo em tempos de grave crise de saúde pública, o sistema penitenciário paulista fez ajustes na rotina de estudos e viabilizou o acesso à educação”.

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