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BURGER KING® LANÇA PRIMEIRO ACOMPANHAMENTO COM UM INGREDIENTE TIPICAMENTE BRASILEIRO

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Todo mundo sabe que o BURGER KING® é especialista em lançar produtos inovadores e deliciosos. A grande novidade da vez é a Mandioca Fries, mais uma opção de acompanhamento para os sanduíches e combos do BK. As incríveis bolinhas de mandioca, crocantes por fora e cremosas por dentro, são recheadas com creme de queijo e estão disponíveis nas lojas de todo país.

É a primeira vez que uma rede de fast food apresenta uma opção de acompanhamento com um ingrediente típico do nosso país. Mandioca, macaxeira ou aipim, todas as regiões do Brasil – de Norte à Sul – conhecem, se identificam e consomem esse produto que é símbolo de cultura e tradição.

Por tempo limitado, o consumidor poderá encontrar a Mandioca Fries em porções de 4, 6 e 10 unidades, sendo algumas opções acompanhadas de molho barbecue.

Serviço:

Mandioca Fries

Valor sugerido*

4 unidades (sem molho) – R$ 5,00

6 unidades (sem molho) – R$ 5,90

6 unidades (com molho) – R$ 7,90

10 unidades (com molho) – R$ 10,90

SOBRE BK BRASIL S.A.

O BK Brasil Operação e Assessoria a Restaurantes S.A. é o master franqueado da Burger King Corporation no Brasil e responsável pela gestão e desenvolvimento das marcas BURGER KING® e POPEYES® no País. O BURGER KING® abriu o primeiro restaurante no Brasil em novembro de 2004 e, atualmente, possui mais de 709 estabelecimentos. 

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Síndrome de Burnout é reconhecida como fenômeno ocupacional pela OMS

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A síndrome de Burnout passou a ser reconhecida como um fenômeno relacionado ao trabalho pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A assunção dessa condição passou a valer neste mês de janeiro, com a vigência da nova Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11).

A síndrome é definida pela OMS como “resultante de um estresse crônico associado ao local de trabalho que não foi adequadamente administrado”. Conforme a caracterização da entidade, há três dimensões que compõem a condição.

A primeira delas é a sensação de exaustão ou falta de energia. A segunda são sentimentos de negativismo, cinismo ou distância em relação ao trabalho. A terceira é a sensação de ineficácia e falta de realização.

A OMS esclarece que a síndrome de Burnout se refere especificamente a um fenômeno diretamente vinculado às relações de trabalho e não pode ser aplicada em outras áreas ou contextos de vida dos indivíduos.

Segundo o advogado trabalhista Vinícius Cascone, no Brasil, o Ministério da Saúde reconhece desde 1999 a síndrome como condição relacionada ao trabalho.

Caso um trabalhador reconheça os sintomas, deve buscar um médico para uma análise profissional. O médico avalia se o funcionário deve ou não ser afastado de suas funções. A empresa deve custear o pagamento caso o afastamento seja de até 15 dias.

Depois deste período, o empregado será submetido a uma perícia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para que o órgão analise e, confirmando o diagnóstico, arque com o custeio do afastamento durante mais tempo. É preciso também abrir uma comunicação de acidente de trabalho.

Cascone explica que se o empregador não der o encaminhamento em caso de afastamento, o trabalhador pode buscar diretamente o INSS ou entrar com ação judicial caso ocorra uma negativa do órgão.

À Agência Brasil, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que o início da vigência da nova lista de doenças demandará uma atualização de normativos internos, o que ocorrerá “aos poucos”.

Conforme o órgão, o direito a benefícios associados ao afastamento temporário é garantindo a quem comprovar incapacidade de realizar o trabalho.

Ambiente de trabalho

A advogada Lívia Vilela teve a síndrome diagnosticada em 2019. Ela trabalhava em uma empresa pública desde 2011. Segundo Lívia, ocorreu um processo de sucateamento da companhia e o ambiente de trabalho não era bom.

Lívia conta que após assumir o cargo encontrou um espaço desestruturado, com alta carga de trabalho e grande responsabilidade, sem apoio dentro da direção da empresa. Essa situação gerou muito desgaste a ela. Além disso, havia uma disparidade salarial expressiva entre os trabalhadores da área que ela integrava.

“O burnout veio em 2018. Eu percebi que não estava bem. Comecei a ter problemas para dirigir, pois associava ao ambiente do trabalho. Fiquei desmotivada e não queria estar lá. Comecei a ter fortes crises de depressão e de ansiedade, insônia”, relata.

A advogada foi levada ao médico e foi afastada do trabalho. Em seguida, passou a atuar de forma remota, o que seguiu em razão da pandemia. Com a privatização da empresa pública, ela decidiu largar a carreira. 

fonte ebc

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Pague Menos já premiou dois mil clientes e fará um milionário em fevereiro

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A campanha “Se eu fosse milionário” da Rede de Supermercados Pague Menos já contemplou mais de dois mil clientes em vales-compras e sorteará, em fevereiro, o maior prêmio único da história da empresa: o vencedor ganhará um milhão de reais e se tornará um milionário. “Nesse cenário de mudança, característico ao início de ano, nada como despertar o sonho para uma vida melhor em nossos clientes” afirma Junior Souza, diretor comercial da Rede.

Cerca de 60 clientes de cada loja já foram premiados, mas ainda dá tempo de participar, para tanto, os clientes cadastrados no Clube Leve Mais devem efetuar compras acima de R$ 80. Quem pagar com o cartão de crédito Leve Mais dobra as chances ao receber dois cupons.

Mas, para concorrer aos prêmios na modalidade “compra e concorra” e ao prêmio de um milhão de reais, é necessário imprimir os cupons gerados, pois somente assim a participação nos sorteios é efetivada.

Além disso, diariamente, em todas as unidades, são distribuídos milhares de prêmios instantâneos, totalizando R$ 300 mil em vales-compras no valor de R$ 100 cada, creditado em cartão para uso exclusivo na Rede. A campanha “Se eu fosse milionário” também levará a poltrona do milionário a todas as lojas para que clientes e parceiros fiquem mais próximos desse sonho e registrem esse momento. A campanha segue até o dia 13 de fevereiro e o sorteio de um milhão de reais está programado para 18 de fevereiro. 

Segundo Souza, essa campanha é uma forma de presentear os clientes que mantêm sua parceria com a Rede de Supermercados Pague Menos, mesmo em períodos difíceis como foi com a pandemia. “Somos gratos por poder potencializar a esperança por uma vida melhor, não apenas pela qualidade do serviço e atendimento em nossas lojas, mas também com um prêmio importante, que significará uma grande mudança financeira ao sorteado”, ressalta o diretor comercial.

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Procon: Problemas no sistema de arrefecimento dos veículos Jeep e Fiat

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Após ser questionada pelo Procon-SP sobre problemas no sistema de arrefecimento, a empresa FCA FIAT Chrysler Automóveis Brasil negou a existência de defeito no câmbio/trocador de calor dos veículos Fiat Argo, Cronos, Toro, Jeep Renegade e Compass ou irregularidades por parte da montadora e informou que o problema decorre de falta ou manutenção inadequada por parte dos proprietários.

Em dezembro do ano passado, a fabricante foi notificada pelo Procon-SP a explicar sobre problemas no sistema de arrefecimento de alguns de seus modelos que, de acordo com matérias veiculadas pela imprensa, alguns consumidores estariam enfrentando.

O Procon-SP pediu que a empresa esclarecesse o caso, detalhasse informações sobre a quantidade de atendimentos realizados nas suas concessionárias, informasse sobre as medidas adotadas e por qual motivo o problema não foi tratado como recall, entre outros dados.

Após a análise da resposta encaminhada pela Fiat, apesar de não ter sido feita uma análise técnica de um engenheiro ou uma perícia nos veículos sobre a questão específica, o Procon-SP conclui que a informação contida no manual do veículo sobre possibilidade de surgimento de problemas decorrentes do uso de um fluído de arrefecimento diferente daquele original de fábrica com um aditivo não recomendado deveria ser mais claro e objetivo. Havendo risco de corrosão ou desgaste prematuro baseado na conduta do consumidor, que é a parte vulnerável na relação de consumo, o alerta deveria ser destacado, conforme determina o Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

Quantidade de modelos

De acordo com a empresa, dos 450.810 veículos que se encontravam dentro da garantia em 2020 no país, 302 foram atendidos em razão do problema; e em 2021, dos 502.493 veículos em garantia, 207 foram atendidos.

Ainda que a determinação de um recall independa da quantidade de veículos afetados, mas sim do risco à saúde e a segurança, analisando esse dado apresentado pela empresa, num primeiro momento, pode-se afastar a incidência do recall. Contudo, não se pode descartar que o número de registros apresentados pelas reportagens é considerável e que as alegações de mau uso da montadora não são comprovadas.

Ressalta-se ainda que uma falha na informação – como sobre o uso correto do produto e riscos que possa apresentar em razão de uso diverso – também pode ser determinante para a realização de uma campanha de recall.

O caso será encaminhado para a equipe de fiscalização para análise mais aprofundada e eventuais providências.

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