Muitos se interessam por economizar dinheiro e investir quando surge a possibilidade, mas uma dúvida sempre surgirá: qual opção escolher no início? A tendência acaba sendo algo mais seguro, já que ninguém quer perder tudo logo de cara.
Entre as alternativas mais comuns para quem está começando a investir, temos a Poupança e o Tesouro Direto, com ambos tendo seus riscos e variáveis. Mas, vale lembrar que o seu objetivo e perfil são pontos que entram na conta na hora de colocar seu dinheiro para render, sendo necessária uma análise geral.
A Poupança traz um rendimento que geralmente é baixo, com a mesma apenas cumprindo sua função de guardar dinheiro. Assim, existe a possibilidade de haver retorno negativo (perder dinheiro, em outras palavras) caso a inflação esteja alta. O Tesouro Direto, por sua vez, tem títulos emitidos pelo Governo Federal, com o mesmo garantindo sua rentabilidade e sua segurança.
É dividido em três tipos, descritos abaixo:
- Tesouro Prefixado: neste, já se conhece a rentabilidade com a antecedência, sendo indicado para períodos em que a taxa Selic pode cair;
- Tesouro IPCA+: o rendimento varia de acordo com o Índice de Preços do Consumidor Amplo, ou seja a inflação; por seguir a inflação e ainda incluir um bônus prefixado, é recomendado para momentos em que pode haver um aumento de preços geral;
- Tesouro Selic: seu retorno varia seguindo a taxa básica de juros, sendo considerada a opção mais conservadora entre os títulos do Tesouro Direto.
Como dito anteriormente, cada um se encaixa melhor em um perfil de investidor, sendo bem-vindo contar com profissionais do mercado financeiro para optar pelo título correto.
Mas em resumo, a Poupança pode ser uma opção mais prática e fácil para guardar dinheiro, mas não sendo recomendada para quem quer ter algum retorno, enquanto que o Tesouro Direto soa mais atrativo para quem quer pegar o que já tem guardado e buscar uma remuneração maior.
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