Connect with us

Nossa Cidade

Seminário discute árvores leucenas e seu impacto negativo no meio ambiente

Publicado

em

Atividade promovida pela Prefeitura de Hortolândia acontecerá na próxima quarta-feira (08/06), às 8h, no Remanso Campineiro

Você sabe o que é árvore leucena? É uma espécie vegetal encontrada em grande quantidade em diferentes áreas da cidade e, também, em outras regiões do Brasil. A leucena é considerada uma praga por prejudicar o desenvolvimento de outras espécies, causando impacto negativo no meio ambiente. É por esse motivo que a Prefeitura de Hortolândia realiza o 5º Seminário de Meio Ambiente, com o tema “O desafio de controle das leucenas no cenário urbano”, na próxima quarta-feira (08/06). O evento será, às 8h, na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que fica na rua Euclides Pires de Assis, 102, Remanso Campineiro. 

O evento terá palestras com especialistas e autoridades para discutir soluções e alternativas para o controle dessas árvores. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, a leucena é considerada uma das piores espécies invasoras do mundo. A planta tem crescimento rápido e, com isso, impede o nascimento de outras espécies. A grande presença de leucenas é um problema ambiental para as Administrações Municipais diante da necessidade de arborização e preservação de áreas verdes nas cidades.

“Alguns especialistas falam até no perigo da formação de um ‘deserto verde’, composto apenas por leucenas, em razão da sua capacidade de impedir o desenvolvimento de outras espécies”, enfatiza a secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Eliane Nascimento Oliveira.  

Publicidade

A secretária ainda ressalta que a realização do seminário com participações de autoridades e especialistas em meio ambiente coloca em evidência uma situação que ocorre em todos os municípios da região. “A ideia é trazermos o assunto à tona para encontrar alternativas práticas ou de legislação. Com isso, visamos aprimorar a busca pelo controle da espécie em nossos centros urbanos”, salienta Eliane. 

Leucenas em Hortolândia

De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, as leucenas estão presentes em áreas que circundam córregos que cortam o município. Uma das áreas é o Parque Socioambiental Lago da Fé (foto), cujo prolongamento foi inaugurado pela Prefeitura no dia 19 de maio, aniversário da cidade. No local, a espécie invasora aparece em maior número entre as demais árvores. 

Outra área onde há presença maciça das leucenas é no Jardim Minda, que é margeada pelo ribeirão Jacuba. Quem passa pela rua Luiz Camilo de Camargo, paralela à linha do trem, também pode ver uma “floresta” de leucenas. A espécie também é encontrada em quantidade abundante às margens da Lagoa do Jardim Amanda. 

Publicidade

De acordo com a engenheira agrônoma da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Alynne Danielle Sant’Anna, a leucena é originária da América Central. A espécie foi introduzida no Brasil nos anos de 1940. Por ser resistente à seca, a leucena é utilizada na alimentação de animais bovinos. Atualmente, ainda de acordo com a engenheira agrônoma, a espécie se adaptou em diferentes ecossistemas e é encontrada em várias regiões do país.

Programação do seminário 

O seminário terá três profissionais ligados à área de meio ambiente. A programação será aberta com a apresentação “A realidade local das leucenas”, da engenheira agrônoma Alynne Danielle Sant’Anna.

A primeira palestra, intitulada “Floresta Urbana”, será ministrada pelo engenheiro agrônomo José Walter Figueiredo Silva. O profissional é responsável pelo desenvolvimento e implantação do Programa Município Verde/Azul, do governo do Estado, do qual Hortolândia participa. 

Publicidade

Em seguida, haverá a palestra “O cenário das leucenas na região do PCJ”, com o engenheiro civil Francisco Carlos Castro Lanhóz, representante do PCJ (Consórcio dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí). 

A terceira palestra, com o tema “Técnicas de controle da espécie invasora leucena”, será apresentada pelo engenheiro agrônomo Marcelo Machado Leão. O profissional é pesquisador do Laboratório de Silvicultura Urbana do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da USP (Universidade de São Paulo) e professor de pós-graduação no Programa de Educação Continuada e Gestão da ESALQ/USP, na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Plantio de árvores

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Hortolândia elabora projetos de recuperação das APPs (Áreas de Preservação Permanente) com supressão das leucenas e posterior plantio de espécies nativas. Nos próximos dois anos, está previsto o plantio de cerca de 80.000 árvores. 

Publicidade

As ações desenvolvidas pela Prefeitura para preservação e recuperação têm ganhado fôlego nos últimos anos em razão da implantação da política de sustentabilidade ambiental e urbana, que valoriza a abertura de parques ambientais e novas vias, sendo que várias delas em trajetos com APPs.

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

Nossa Cidade

Governo do Estado autoriza início de obras do viaduto do Jardim Nova Europa

Publicado

em

Obra estimada em R$41,9 milhões será realizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem, autarquia do Governo do Estado, com apoio das prefeituras de Hortolândia e SumaréO governador do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia, ao lado dos prefeitos de Hortolândia, Zezé Gomes, e de Sumaré, Luiz Dalben, assinou nesta terça-feira (28/06) a ordem de serviço para início das obras de construção do viaduto do Jardim Nova Europa, que fará a ligação ao Jardim Bandeirantes, criando uma rota viária com destino à rodovia Anhanguera e ao trevo da D. Pedro I.

“Uma obra de R$ 35,7 milhões começando agora e terminando em fevereiro de 2024. A gente sabe que vai ligar o Parque Bandeirantes, de Sumaré com o Jardim Nova Europa, ali em Hortolândia e vai mudar a realidade do trânsito da região”, disse Rodrigo.

Para o prefeito Zezé Gomes, o início da obra é um momento de grande emoção. Zezé lembrou dos mais de 20 anos de luta pela construção do viaduto e destacou a atuação do amigo e saudoso prefeito Angelo Perugini para efetização deste projeto de integração regional. “Desde quando o Angelo Perugini foi prefeito pela primeira vez, em 2005, a construção do viaduto do Nova Europa era debatida. Eu mesmo fui testemunha da luta desse homem para que essa obra saísse do papel. Hoje, com a graça de Deus, esse sonho começa a se transformar em realidade. Essa será uma obra que vai potencializar o desenvolvimento de toda a região do Nova Europa, abrindo caminhos para a chegada de novas empresas e favorecendo as indústrias que ali já estão localizadas. Estamos abrindo caminho direto para as rodovias Anhanguera e Dom Pedro I, diminuindo distâncias e favorecendo diretamente a nossa gente”, destacou o prefeito.

O investimento para a construção do futuro viaduto será viabilizado pela Secretaria Estadual de Logística e Transportes, por meio do DER (Departamento de Estradas de Rodagem). A obra fará a interligação entre os municípios de Hortolândia e Sumaré, sobre a linha férrea da concessionária Rumo Logística. A transposição terá 730 metros e garantirá mais mobilidade e opção de acesso a pedestres e motoristas entre os dois municípios.

Publicidade

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

Continue Lendo

Nossa Cidade

Hortolândia realiza aula experimental de Robótica com estudantes da rede municipal

Publicado

em

Aula inaugural, para alunos de 4o e 5o anos, aconteceu, nesta terça-feira (28/06), na Emeb Richard Chibim Naumann, no Jd. Interlagos

Estudantes da rede municipal de ensino de Hortolândia tiveram, nesta terça-feira (28/06), a primeira aula de Robótica. A aula experimental foi ministrada a estudantes do 4° e 5° anos do Ensino Fundamental, na Emeb (Escola Municipal de Educação Básica) Richard Chibim Naumann, no Jd. Interlagos. Segundo a Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, o projeto terá início em agosto deste ano e será expandido, pouco a pouco, de modo a beneficiar 3.614 alunos de 1º a 5º, em oito escolas de Educação Integral. 

Iniciativa da própria Prefeitura, o projeto é coordenado pela Diretoria de Ciência e Tecnologia e busca promover nos estudantes habilidades como criatividade, experimentação, trabalho em equipe, dentre outros. Desde abril deste ano, profissionais da educação passam por formação específica para trabalhar os novos conteúdos e práticas em sala de aula. Na disciplina, são usados kits da empresa Alpha Mecatrônica, composto por peças e placas de alumínio recicláveis, rodas de plástico com pneus emborrachados, motores, baterias e sensores de luz, temperatura, ruído, cor e distância, dentre outros itens.

As escolas envolvidas no projeto são: as Emebs Josias da Silva Macedo, no Jd. Nossa Senhora de Fátima, e Richard Chibim Naumann, no Jd. Interlagos; e as Emefs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental) D. Ana José Bodini Januário, no Jd. Amanda; Armelinda Espúrio da Silva, no Jd. Nossa Senhora de Fátima; Dayla Cristina Souza de Amorim, no Jd. Santiago; Profa. Patrícia Maria Capelato Basso, no Residencial São Sebastião; Viva Mais, no Jd. Santa Clara do Lago; e Nicolas Tiago dos Santos Lofrani, no Jd. Sumarezinho. 

Publicidade

O plano da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia é, a partir das escolas integrais, expandir o projeto para todas as escolas de Ensino Fundamental da rede.

“Antes dessa aula acontecer, já preparei meus alunos. Temos o projeto de fazer nossa própria energia. Nossa maior energia é o Sol. Sem ele não tem nada. Já fizemos um robozinho com lata de leite! Minha intenção é despertar esse senso curioso que o ser humano tem, nossa existência, onde vivemos, o que podemos fazer se tudo acabar. Estudamos os primórdios do homem até o momento em que ele chegou à energia total. As aulas de Robótica, com certeza, vão trazer muita inovação para nossos alunos. Eu espero que os meus dominem o conhecimento para o bem, trabalhar com a lógica, mas não perder o coração do ser”, afirma o professor Gilmar Faria, que ministrou a aula inaugural.

O que é Robótica?

Segundo o Museu Espaço Ciência, órgão da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco,“Robótica é um ramo educacional e tecnológico que engloba computadores, robôs e computação, que trata de sistemas compostos por partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados, controlados manualmente ou automaticamente por circuitos elétricos. As máquinas, pode-se dizer que são vivas, mas ao mesmo tempo são uma imitação direcionada às pessoas (Seres Vivos)”.

Publicidade

Já para o NIED (Núcleo de Informática Aplicada), da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), “situações específicas de aprendizagem podem ser criadas a partir do uso de dispositivos robóticos integrados a outros recursos digitais. Nestes espaços a Robótica Pedagógica tem sido empregada como ferramenta auxiliar para se enriquecer e diversificar a forma como se ensina conceitos científicos tanto no contexto de sala de aula para aprendizado interdisciplinar de conteúdos curriculares quanto em uma fábrica no aprendizado, por exemplo, de princípios de automação”.

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

Continue Lendo

Nossa Cidade

Prefeitura reforça que é proibido criar e manter animais com casco em áreas urbanas

Publicado

em

Proibição inclui bois, vacas, cavalos, burros, porcos, cabras, cabritos, entre outros

Por mais que as pessoas gostem de ter animais, é importante que elas também se conscientizem que há algumas espécies que não podem viver no ambiente das cidades. É por esse motivo que a Prefeitura de Hortolândia reforça para a população que é proibido criar e manter animais com casco (ou ungulados), em áreas urbanas. Dentre os animais com casco estão bois, vacas, cavalos, burros, cabras, cabritos, dentre outros.

O DPBEA (Departamento de Proteção e Bem Estar Animal), órgão da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável reforça a orientação em virtude da grande quantidade desses animais soltos que tem sido constatada em ruas, áreas públicas e particulares do município.

O diretor do órgão, Vanderlei Fernando de Azevedo, salienta que a circulação desses animais em vias da cidade com fluxo intenso de veículos podem provocar acidentes de trânsito que podem ser fatais. 

Publicidade

Outro risco apontado pelo diretor é de âmbito sanitário. Ao estarem soltos em vias e áreas da cidade, esses animais soltos podem ser hospedeiros de carrapatos, transmissores de doenças, como a Febre Maculosa, que afeta o ser humano e pode causar a morte. 

O tutor que deixar animal solto em vias públicas está sujeito à notificação e multa. A população pode fazer denúncias sobre animais soltos em vias e áreas públicas ou particulares da cidade podem ser feitas ao DPBEA pelo telefone (19) 3897-3312. O denunciante não precisa se identificar. 

Após receber a denúncia, a equipe do órgão vai até o local onde foi informada a presença do animal solto. Caso o tutor não seja encontrado, o DPBEA recolhe e abriga o animal até que o tutor entre em contato com o órgão. O DPBEA está localizado na rua Athanázio Gigo, 60, Chácaras Recreio 2000.

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

Publicidade
Continue Lendo

Noticias

Populares