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Durante “Operação Estiagem”, Prefeitura monitora umidade relativa do ar para evitar queimadas e danos à saúde em Hortolândia

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Período crítico de monitoramento do tempo seco vai até 30 de setembro e demanda colaboração da comunidade para evitar acidentes e riscos à natureza e à saúde pública

Hortolândia participa, até o dia 30 de setembro, da Operação Estiagem, iniciativa da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, que conta com o apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Segurança. Ao longo deste período, iniciado em primeiro de junho, são adotadas medidas preventivas para evitar queimadas e focos de incêndio e é feito um cuidadoso acompanhamento da qualidade do ar. É que o tempo seco favorece este tipo de ocorrência, que prejudica a natureza e afeta a saúde das pessoas, sobretudo quando a URA (umidade relativa do ar) cai muito. 

Nas estações mais frias do ano, Outono e Inverno, em razão da falta de chuvas e da baixa umidade do ar, podem surgir diversos problemas, dentre eles complicações alérgicas e respiratórias devido ao ressecamento de mucosas; sangramento pelo nariz; ressecamento da pele; irritação dos olhos; eletricidade estática em pessoas e equipamentos eletrônicos e aumento do potencial de incêndios em pastagens e florestas. Em Hortolândia, a Secretaria de Segurança, por meio da Defesa Civil Municipal, monitora de perto os índices da URA. Nesta terça-feira (14/06), por volta das 11h25, a umidade relativa do ar estava em 50,7%, um índice considerado muito bom.

Explicada de modo simplificado, tal como aparece no site do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) da cidade de São Paulo, a URA é um índice que diz respeito ao “quanto de água na forma de vapor existe na atmosfera no momento em relação ao total máximo que poderia existir, na temperatura observada. A umidade do ar é mais baixa principalmente no final do inverno e início da primavera, no período da tarde, entre 12 e 16 horas. A umidade fica mais alta: sempre que chove devido à evaporação que ocorre posteriormente, em áreas florestadas ou próximas aos rios ou represa, quando a temperatura diminui (orvalho)”, informa o órgão. 

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“Nesse período de estiagem, é fundamental que todas as pessoas estejam atentas aos cuidados e ao zelo com o meio ambiente, não fazendo queimadas, economizando água e também cuidando da saúde, principalmente em relação à qualidade do ar”, alerta o secretário de Segurança, Joldemar Nunes Corrêa, o Dr. Jold.

Durante a Operação Estiagem, a fiscalização ambiental também é intensificada, uma vez que a prática de queimadas é crime no município, sujeita a penalidades e multas. É o que está previsto nas Leis Municipais nº 2.464, de 16/09/2010; 3.153, de 04/09/2015 e 3.641, de 13/06/2019. 

A população pode denunciar queimadas no município pelo número 193, do Corpo de Bombeiros, ou pelo aplicativo Agenda Verde, que pode ser baixado no celular, a partir das plataformas Google Play ou App Store. A identidade do denunciante é mantida em sigilo.

 

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Confira os estados a partir da medição da URA:

Até 30% – Estado de Observação

•Acompanhamento dos índices da URA.

Entre 30 e 20% – Estado de Atenção

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•Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas;

•Umidificar o ambiente através de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água, molhamento de jardins etc;

•Sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol, em áreas vegetadas etc;

•Consumir água à vontade.

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Entre 20 e 12% – Estado de Alerta

•Observar as recomendações do estado de atenção;

•Suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10 e 16 horas;

•Usar soro fisiológico para olhos e narinas.

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Abaixo de 12% – Estado de emergência

•Emissão de Alerta e acionamento do Plano de Ação;

•Observar as recomendações para os estados de atenção e de alerta;

•Determinar a interrupção de qualquer atividade ao ar livre entre 10 e 16 horas como aulas de educação física, coleta de lixo, entrega de correspondência etc;

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•Durante as tardes, manter com umidade os ambientes internos, principalmente quarto de crianças, hospitais etc.

 

 

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

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Governo do Estado autoriza início de obras do viaduto do Jardim Nova Europa

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Obra estimada em R$41,9 milhões será realizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem, autarquia do Governo do Estado, com apoio das prefeituras de Hortolândia e SumaréO governador do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia, ao lado dos prefeitos de Hortolândia, Zezé Gomes, e de Sumaré, Luiz Dalben, assinou nesta terça-feira (28/06) a ordem de serviço para início das obras de construção do viaduto do Jardim Nova Europa, que fará a ligação ao Jardim Bandeirantes, criando uma rota viária com destino à rodovia Anhanguera e ao trevo da D. Pedro I.

“Uma obra de R$ 35,7 milhões começando agora e terminando em fevereiro de 2024. A gente sabe que vai ligar o Parque Bandeirantes, de Sumaré com o Jardim Nova Europa, ali em Hortolândia e vai mudar a realidade do trânsito da região”, disse Rodrigo.

Para o prefeito Zezé Gomes, o início da obra é um momento de grande emoção. Zezé lembrou dos mais de 20 anos de luta pela construção do viaduto e destacou a atuação do amigo e saudoso prefeito Angelo Perugini para efetização deste projeto de integração regional. “Desde quando o Angelo Perugini foi prefeito pela primeira vez, em 2005, a construção do viaduto do Nova Europa era debatida. Eu mesmo fui testemunha da luta desse homem para que essa obra saísse do papel. Hoje, com a graça de Deus, esse sonho começa a se transformar em realidade. Essa será uma obra que vai potencializar o desenvolvimento de toda a região do Nova Europa, abrindo caminhos para a chegada de novas empresas e favorecendo as indústrias que ali já estão localizadas. Estamos abrindo caminho direto para as rodovias Anhanguera e Dom Pedro I, diminuindo distâncias e favorecendo diretamente a nossa gente”, destacou o prefeito.

O investimento para a construção do futuro viaduto será viabilizado pela Secretaria Estadual de Logística e Transportes, por meio do DER (Departamento de Estradas de Rodagem). A obra fará a interligação entre os municípios de Hortolândia e Sumaré, sobre a linha férrea da concessionária Rumo Logística. A transposição terá 730 metros e garantirá mais mobilidade e opção de acesso a pedestres e motoristas entre os dois municípios.

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Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

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Hortolândia realiza aula experimental de Robótica com estudantes da rede municipal

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Aula inaugural, para alunos de 4o e 5o anos, aconteceu, nesta terça-feira (28/06), na Emeb Richard Chibim Naumann, no Jd. Interlagos

Estudantes da rede municipal de ensino de Hortolândia tiveram, nesta terça-feira (28/06), a primeira aula de Robótica. A aula experimental foi ministrada a estudantes do 4° e 5° anos do Ensino Fundamental, na Emeb (Escola Municipal de Educação Básica) Richard Chibim Naumann, no Jd. Interlagos. Segundo a Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, o projeto terá início em agosto deste ano e será expandido, pouco a pouco, de modo a beneficiar 3.614 alunos de 1º a 5º, em oito escolas de Educação Integral. 

Iniciativa da própria Prefeitura, o projeto é coordenado pela Diretoria de Ciência e Tecnologia e busca promover nos estudantes habilidades como criatividade, experimentação, trabalho em equipe, dentre outros. Desde abril deste ano, profissionais da educação passam por formação específica para trabalhar os novos conteúdos e práticas em sala de aula. Na disciplina, são usados kits da empresa Alpha Mecatrônica, composto por peças e placas de alumínio recicláveis, rodas de plástico com pneus emborrachados, motores, baterias e sensores de luz, temperatura, ruído, cor e distância, dentre outros itens.

As escolas envolvidas no projeto são: as Emebs Josias da Silva Macedo, no Jd. Nossa Senhora de Fátima, e Richard Chibim Naumann, no Jd. Interlagos; e as Emefs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental) D. Ana José Bodini Januário, no Jd. Amanda; Armelinda Espúrio da Silva, no Jd. Nossa Senhora de Fátima; Dayla Cristina Souza de Amorim, no Jd. Santiago; Profa. Patrícia Maria Capelato Basso, no Residencial São Sebastião; Viva Mais, no Jd. Santa Clara do Lago; e Nicolas Tiago dos Santos Lofrani, no Jd. Sumarezinho. 

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O plano da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia é, a partir das escolas integrais, expandir o projeto para todas as escolas de Ensino Fundamental da rede.

“Antes dessa aula acontecer, já preparei meus alunos. Temos o projeto de fazer nossa própria energia. Nossa maior energia é o Sol. Sem ele não tem nada. Já fizemos um robozinho com lata de leite! Minha intenção é despertar esse senso curioso que o ser humano tem, nossa existência, onde vivemos, o que podemos fazer se tudo acabar. Estudamos os primórdios do homem até o momento em que ele chegou à energia total. As aulas de Robótica, com certeza, vão trazer muita inovação para nossos alunos. Eu espero que os meus dominem o conhecimento para o bem, trabalhar com a lógica, mas não perder o coração do ser”, afirma o professor Gilmar Faria, que ministrou a aula inaugural.

O que é Robótica?

Segundo o Museu Espaço Ciência, órgão da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco,“Robótica é um ramo educacional e tecnológico que engloba computadores, robôs e computação, que trata de sistemas compostos por partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados, controlados manualmente ou automaticamente por circuitos elétricos. As máquinas, pode-se dizer que são vivas, mas ao mesmo tempo são uma imitação direcionada às pessoas (Seres Vivos)”.

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Já para o NIED (Núcleo de Informática Aplicada), da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), “situações específicas de aprendizagem podem ser criadas a partir do uso de dispositivos robóticos integrados a outros recursos digitais. Nestes espaços a Robótica Pedagógica tem sido empregada como ferramenta auxiliar para se enriquecer e diversificar a forma como se ensina conceitos científicos tanto no contexto de sala de aula para aprendizado interdisciplinar de conteúdos curriculares quanto em uma fábrica no aprendizado, por exemplo, de princípios de automação”.

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

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Prefeitura reforça que é proibido criar e manter animais com casco em áreas urbanas

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Proibição inclui bois, vacas, cavalos, burros, porcos, cabras, cabritos, entre outros

Por mais que as pessoas gostem de ter animais, é importante que elas também se conscientizem que há algumas espécies que não podem viver no ambiente das cidades. É por esse motivo que a Prefeitura de Hortolândia reforça para a população que é proibido criar e manter animais com casco (ou ungulados), em áreas urbanas. Dentre os animais com casco estão bois, vacas, cavalos, burros, cabras, cabritos, dentre outros.

O DPBEA (Departamento de Proteção e Bem Estar Animal), órgão da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável reforça a orientação em virtude da grande quantidade desses animais soltos que tem sido constatada em ruas, áreas públicas e particulares do município.

O diretor do órgão, Vanderlei Fernando de Azevedo, salienta que a circulação desses animais em vias da cidade com fluxo intenso de veículos podem provocar acidentes de trânsito que podem ser fatais. 

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Outro risco apontado pelo diretor é de âmbito sanitário. Ao estarem soltos em vias e áreas da cidade, esses animais soltos podem ser hospedeiros de carrapatos, transmissores de doenças, como a Febre Maculosa, que afeta o ser humano e pode causar a morte. 

O tutor que deixar animal solto em vias públicas está sujeito à notificação e multa. A população pode fazer denúncias sobre animais soltos em vias e áreas públicas ou particulares da cidade podem ser feitas ao DPBEA pelo telefone (19) 3897-3312. O denunciante não precisa se identificar. 

Após receber a denúncia, a equipe do órgão vai até o local onde foi informada a presença do animal solto. Caso o tutor não seja encontrado, o DPBEA recolhe e abriga o animal até que o tutor entre em contato com o órgão. O DPBEA está localizado na rua Athanázio Gigo, 60, Chácaras Recreio 2000.

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

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