Visitação pode ser feita no sábado (27/07) e domingo (28/07), das 9h às 16h

Uma boa dica de passeio para visitantes, e até mesmo para moradores de Hortolândia, é conhecer um pouco da história da cidade no Centro de Memória “Professor Leovigildo Duarte Junior”, órgão da Prefeitura. O centro abrirá neste sábado (27/07) e domingo (28/07), das 9h às 16h. A Prefeitura abre o Centro de Memória para visitação todo último fim de semana de cada mês. O espaço está localizado na rua Rosa Maestrello, 2, Vila São Francisco.

O centro tem diferentes atrativos. Já na entrada, o público pode conferir o exemplar de uma planta denominada árvore-do-viajante (foto), que foi colocada na época em que a Prefeitura restaurou o prédio da antiga Estação Ferroviária Jacuba onde fica, atualmente, o Centro de Memória. De acordo com a pesquisa da Secretaria de Cultura, a árvore-do-viajante é originária de Madagascar. Seu nome científico é Ravenala madagascariensis. Suas folhas são grandes, parecidas com as da bananeira, e sustentadas por longos pecíolos, dispostos em leque. Em razão disso, a planta acumula água, que servia para matar a sede dos viajantes, motivo pelo qual é conhecida poplarmente como árvore-do-viajante. 

Ao adentrar o espaço, o público poderá conhecer curiosidades sobre a cidade na exposição “Hortolândia: de trilha, passagem para tropeiros e os ventos nos levam ao rodeio”. Lançada em setembro do ano passado, a exposição mostra a influência do tropeirismo na formação histórico-cultural da cidade. De acordo com a pesquisa feita pela Secretaria de Cultura, no século 19, quando Hortolândia se chamava Jacuba, a cidade foi ponto de parada para tropeiros. 

A exposição reúne objetos, materiais, utensílios e fotos antigas. Um dos destaques é uma capa que os tropeiros utilizavam para se proteger do frio e da chuva. A vestimenta também servia para forrar o chão na hora de dormir. 

Outro item que tem atraído a atenção dos visitantes é uma representação de um fogão de chão. Durante as viagens, os tropeiros preparavam a comida por meio do fogão de chão, que eles montavam com pedras, pedaços e madeiras e outros itens que encontravam na natureza. 

Na exposição os visitantes também aprendem que uma das comidas que os tropeiros consumiam era a jacuba, um pirão feito com farinha de mandioca, cachaça, açúcar e mel. Jacuba, antigo nome de Hortolândia, significa em, tupi-guarani, “água quente”. 

E, falando ainda em culinária, a Secretaria de Cultura, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Inovação, prepara a próxima exposição do Centro de Memória, cujo tema será Sabores de Hortolândia, em referência à 2ª edição do roteiro gastronômico Sabores de Hortolândia, ação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Inovação.

O Centro de Memória reúne acervo sobre a história da estação e do município e dispõe de videoteca, biblioteca, mapoteca, fototeca e terminal de consulta digital. Durante a semana, o espaço realiza visitas monitoradas para escolas públicas e particulares, empresas e entidades. O agendamento pode ser feito de segunda a sexta, das 9h às 16h, pelo telefone 3865-2678. A visita monitorada tem entre 40 a 50 minutos de duração.

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

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