Na quarta-feira (29), o São Paulo anunciou a liberação de Paulinho, que segue para o Botafogo-SP. O atacante, tendo ultrapassado o limite de idade da categoria sub-20, não se encaixava nas diretrizes da comissão técnica e, portanto, foi cedido gratuitamente a um clube do interior paulista.
Importante ressaltar que o São Paulo mantém 40% dos direitos econômicos do jogador. Essa decisão visa abrir oportunidades futuras para negociação, especialmente se Paulinho mostrar seu valor na Série B do Campeonato Brasileiro.
Apesar de brilhar na categoria sub-20, Paulinho enfrentou dificuldades para se firmar no elenco principal, um cenário influenciado pela contusão no joelho sofrida durante a final da Copinha em 2026, após sua destacada atuação no torneio de 2025. Mesmo recuperado, sua integração ao time não estava nos planos, levando-o a treinar isoladamente desde seu retorno para a intertemporada.
A movimentação envolvendo Paulinho faz parte de uma ampla reestruturação no São Paulo, que visa reduzir custos, gerar receitas e abrir espaço para jovens talentos no banco de reservas.
Mudanças e Economia no São Paulo
A reformulação do elenco neste ano já soma R$ 23 milhões em transações, representando apenas 13% dos R$ 180 milhões projetados para 2026. Esses recursos são oriundos das transferências de Rodriguinho para o Bragantino e de Erick para o Vitória, além da taxa de empréstimo de Alan Franco para o Tigres, do México. Com relação a Young e Moreira, o clube não recebeu valores, mas garantiu percentuais que podem render frutos em futuras transferências, situação semelhante àquela que envolve Paulinho.
Fonte: Pauta Viva / Esporte
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