O técnico Roger Machado não fugiu da autocrítica após a vitória por 2 a 0 sobre o O’Higgins, no Morumbis. Apesar dos três pontos que garantiram a liderança do grupo na Sul-Americana, o treinador reconheceu que as vaias da torcida ao fim do primeiro tempo foram merecidas pelo desempenho abaixo do esperado.
“O torcedor está no direito dele quando se manifesta. Nosso primeiro tempo realmente não foi bom. Marcamos cedo e, depois disso, o adversário criou mais oportunidades do que nós. Eles estavam bem organizados e a gente acabou caindo na armadilha de oferecer o jogo que eles queriam. As vaias foram justas”, admitiu Roger.
Preocupação com Marcos Antônio
O treinador também comentou a lesão de Marcos Antônio, que deixou o campo ainda na etapa inicial com um estiramento na coxa direita. Roger descartou qualquer erro de planejamento físico e atribuiu o problema à fatalidade.
“Ele ficou fora contra o Boston. Baixamos a carga dele. Tivemos um jogo pesado em Salvador, mas, nas avaliações, não havia indício de que precisássemos preservá-lo nesse jogo. No Uruguai, sim, tínhamos esses indícios.”
Retornos comemorados por Roger Machado
Por outro lado, Roger Machado fez questão de ressaltar a importância dos jogadores que voltaram a ficar à disposição. Bobadilla, que levou pontos no pé após uma entrada dura no Uruguai, Calleri, que cumpriu protocolo de concussão, e Luciano, recuperado de uma sobrecarga na panturrilha, foram titulares e corresponderam.
“Foi muito bom ter esses retornos. Bobadilla, Calleri e Luciano voltaram bem. Vamos ajustando o time conforme as partidas, as viagens e até o placar de cada jogo, que influencia na minutagem e no desgaste de cada um.”
O São Paulo agora vira a chave para o Brasileirão. O próximo do time de Roger Machado desafio é contra o Vasco, no sábado, em São Januário.
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