O meio-campista Lucas Paquetá dificilmente voltará a entrar em campo nesta Copa do Mundo de 2026. Exames confirmaram uma lesão de grau 2 na região posterior da coxa esquerda, e o prazo de recuperação é de aproximadamente um mês. A expectativa mais otimista é que o jogador possa ficar no banco de reservas apenas na semana de uma eventual final.
Paquetá será cortado?
Não. CBF, Flamengo e o próprio atleta chegaram a um acordo, e Paquetá permanecerá com a delegação. Ele já iniciou um tratamento intensivo em três períodos diários para tentar abreviar o retorno.
O que Ancelotti pode fazer
Opção 1: manter o 4-3-3
Se quiser preservar a estrutura com três homens no meio, os candidatos naturais são Éderson e Danilo Baiano. Ambos fariam companhia a Bruno Guimarães e Casemiro no setor. Éderson foi convocado justamente para reforçar o meio-campo após a lesão de Wesley e daria mais pegada à equipe.
Opção 2: voltar ao 4-2-4
É o esquema preferido de Ancelotti desde que assumiu a Seleção. Nesse cenário, Paquetá daria lugar a um atacante — Endrick ou Gabriel Martinelli, que se juntariam a Vini Jr., Rayan e Matheus Cunha. O 4-2-4 foi abandonado ao longo da competição para dar mais controle ao meio, mas voltou a ser usado justamente contra o Japão após o Brasil sair atrás no placar.
O Brasil enfrenta a Noruega nas oitavas de final no próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
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