O técnico Lionel Scaloni surpreendeu ao anunciar que Lionel Messi não será titular na partida da Argentina contra a Jordânia, neste sábado, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. O camisa 10 começará o jogo no banco de reservas, abrindo espaço para outros jogadores e, ao mesmo tempo, colocando em risco sua liderança isolada na artilharia do torneio.
A decisão de Scaloni
Em coletiva de imprensa, Scaloni explicou que a escolha não está relacionada ao desempenho ou à importância de Messi, mas sim a uma estratégia de rodagem do elenco.
“Os que vão jogar amanhã merecem jogar. São parte da convocação. Têm méritos pelo que fizeram. Quando jogam, são os primeiros nos treinos do dia seguinte. Como treinador, apenas posso dar minutos, então dou. Não apenas porque não vinham jogando. Eles merecem.”
O treinador também evitou criar polêmicas ao afirmar que não tem preferência por nenhum jogador e que o foco está em vencer.
“A decisão de quem joga amanhã não é relacionada a quem vamos jogar. Preferir alguém é uma falta de respeito. Não prefiro ninguém. Queria ser campeão mundial amanhã. São rivais difíceis.”
Lionel Messi no banco
Scaloni confirmou que Messi começará no banco, mas não descartou sua entrada durante a partida.
“Leo vai para o banco. Vai começar depois. A equipe não tenho confirmada. Vamos decidir amanhã.”
O impacto na briga pela artilharia
A decisão pode ter consequências diretas na disputa pela Chuteira de Ouro. Messi lidera a artilharia da Copa com cinco gols, seguido por Vini Jr., Mbappé, Dembélé e Haaland, todos com quatro. A ausência do argentino no time titular — ou sua entrada apenas no segundo tempo — pode reduzir suas chances de ampliar a vantagem na briga pelo prêmio.
Vini Jr., que marcou em todas as partidas da fase de grupos e está em grande fase, tem a chance de encostar ou até ultrapassar o camisa 10 da Argentina caso marque contra o Japão, nos 16-avos de final, na segunda-feira (29).
O que está em jogo
- Messi tem 5 gols e lidera a artilharia
- Vini Jr. tem 4 gols e está empatado com Mbappé, Dembélé e Haaland
- A partida contra a Áustria é a última chance de Messi ampliar sua vantagem antes do mata-mata
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