O meia Paulo Henrique Ganso não foi relacionado para a partida do Fluminense contra o Vitória, neste sábado (9), no Maracanã, pelo Brasileirão. A ausência do camisa 10, que não está machucado, alimenta os rumores de uma possível saída na janela do meio do ano.
O técnico Luis Zubeldía escalou Fábio, Samuel Xavier, Ignacio, Millan, Renê, Alisson, Nonato, Lucho Acosta, Savarino, John Kennedy e Soteldo. No banco, ficaram Vitor Eudes, F. Bernal, G. Arana, A. Canobbio, Castillo, Igor Rabello, Freytes, Guga, Riquelme, Hércules, Kevin Serna e Otávio.
O limite de Ganso
Ganso tem contrato até o fim da temporada e está no limite exato de jogos para uma transferência dentro do Brasil. Ele soma 12 partidas no Brasileirão e, se entrar em campo mais uma vez, não poderá defender outro clube na mesma edição do campeonato. O novo regulamento trava qualquer negociação interna após essa marca, o que torna a ausência um claro movimento de preservação.
Zubeldía já vinha deixando o meia fora em rodadas recentes. O Fluminense, até agora, não revelou se há proposta na mesa, mas a cautela com a minutagem do jogador indica que a diretoria mantém opções abertas para a janela de julho.
De volta ao Santos?
O nome de Ganso está frequentemente ligado ao Santos, clube onde viveu seu auge ao lado de Neymar e conquistou Copa do Brasil e Libertadores antes de se transferir para o São Paulo. Nos últimos anos, a possibilidade de retorno à Vila Belmiro chegou a ser discutida, mas nunca avançou. Hoje ídolo também no Fluminense, onde venceu outra Libertadores, Ganso vive a expectativa de definir seu futuro enquanto o clube carioca administra a situação longe dos holofotes.
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