Nesta terça-feira, 24, a investigada no caso de vendas ilegais de ingressos de camarotes no Morumbi, estádio do São Paulo, Rita de Cássia Adriana Prado, compareceu a uma delegacia para prestar depoimento.
Todavia, Rita não quis falar. Alegou problemas de saúde e optou pelo silêncio. Ao final da situação, desmaiou no local. A informação foi concedida inicialmente pelo GE.
Ela não entregou atestado médico, mas seu advogado disse que irá encaminhar nos autos do processo. Essa é a segunda vez que ela é intimada para depor sobre o caso, mas na primeira não compareceu.
Além dela, Douglas Schwartzmann e Mara Casares serão intimados em breve.
A força-tarefa averigua eventuais irregularidades no clube durante a gestão de Júlio Casares. Documentos e provas vêm sendo investigados, além disso, testemunhas devem ser ouvidas.
Relembre o caso no São Paulo
O caso explodiu quando uma reportagem do GE revelou áudios sobre uma suposta exploração irregular de um camarote no MorumBIS em shows. A partir disso, a Polícia Civil do estado de São Paulo passou a investigar.
De acordo com o áudio, os dirigentes teriam repassado os direitos de exploração do espaço a Rita de Cássia Adriana Prado, apontada como intermediária e terceira pessoa envolvida na conversa. Ela seria a responsável pela administração do camarote, cujos ingressos chegaram a custar R$ 2,1 mil no show da cantora Shakira, em fevereiro de 2025. Somente com o camarote 3A, o faturamento estimado foi de R$ 132 mil.
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