O médico Lasse Lempainen, responsável pela cirurgia de Éder Militão, revelou que o zagueiro do Real Madrid corria o risco de encerrar a carreira caso não passasse pelo procedimento cirúrgico após a lesão constatada. Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o especialista finlandês foi categórico: a operação era a única saída.
“Não havia outra opção. A lesão era muito grave. A única opção era operar: com essa lesão no isquiotibial, ele não poderia continuar sua carreira profissional no mais alto nível. A decisão estava clara. Lamentamos muito que, em consequência disso, ele não possa participar do Mundial”, afirmou Lempainen.
Chegou-se a especular um tratamento conservador que permitisse a Militão disputar a Copa de 2026, mas, segundo o médico, isso “poderia tirar a sua carreira” definitivamente.
Baixa de peso para Ancelotti
Militão era peça-chave nos planos da Seleção por sua versatilidade — atuava como zagueiro e lateral-direito. Ele fazia parte do grupo de 24 jogadores que só seriam cortados do Mundial por lesão. Agora, Ancelotti precisa reconstruir o setor defensivo sem um de seus nomes mais experientes.
Histórico assustador de Militão
A atual é a terceira lesão muscular do defensor nesta temporada. Na anterior, ficou quatro meses parado e perdeu 24 partidas. O drama começou em agosto de 2023: ruptura do ligamento cruzado do joelho esquerdo, retorno só em março de 2024. Em novembro do mesmo ano, veio a segunda bomba — ruptura completa do cruzado com danos nos dois meniscos, que o tirou de ação até julho de 2025. Em menos de três anos, duas cirurgias graves nos joelhos e uma sequência que agora lhe custa o Mundial.
Para mais notícias, eventos e empregos, siga-nos no Google News (clique aqui) e fique informado
Lei Proibida a reprodução total ou parcial, sem autorização previa do Portal Hortolandia . Lei nº 9610/98









