Faltando poucos dias para o início da Copa do Mundo de 2026, a Fifa definiu os valores pagos à arbitragem. De acordo com informações da imprensa inglesa, os juízes selecionados para o torneio receberão uma remuneração histórica: podem ultrapassar a marca de US$ 100 mil (cerca de R$ 550 mil) ao longo da competição.
Eles receberão uma quantia fixa, além de variáveis relativas a desempenho e número de jogos. O valor recorde reflete a importância da arbitragem em um Mundial com 48 seleções e 104 partidas, além da pressão por decisões cada vez mais precisas com o auxílio do VAR. A Copa também contará com o impedimento semiautomático.
Polêmica: árbitro somali é barrado nos EUA e excluído da Copa
Enquanto a maioria dos árbitros se prepara para a Copa e com a notícia dos valores serem bem relevantes, o somali Omar Abdulkadir Artan recebeu uma notícia frustrante. Ele teve a entrada nos Estados Unidos negada pelas autoridades de imigração e foi retirado da escala da Fifa.
A entidade se pronunciou, afirmando que não pode interferir nos processos migratórios do país-sede e que a decisão final cabe ao governo americano. O caso gerou críticas à condução dos EUA como anfitrião e também à posição da Fifa.
Brasil terá trio de arbitragem no jogo de abertura
Enquanto isso, a arbitragem brasileira celebrou uma conquista inédita. O trio formado por Wilton Pereira Sampaio (árbitro), Bruno Pires e Bruno Boschilia (assistentes) foi escalado para apitar a partida de abertura da Copa, entre México e África do Sul, no Estádio Azteca.
É a primeira vez que o Brasil terá representantes na arbitragem do jogo inaugural de um Mundial.
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