Após o afastamento de Júlio Casares do cargo de presidente do São Paulo e em seguida a sua renúncia, o novo presidente, Harry Massis, teve como um dos seus primeiros atos a demissão de Márcio Carlomagno, ex-CEO do clube e um dos principais aliados de Julio.
Todavia, para essa demissão ser concretizada, o São Paulo, que vive grave crise financeira, precisou desembolsar mais de R$ 500 mil em rescisão trabalhista. A informação foi concedida inicialmente pelo UOL.
O São Paulo propôs o parcelamento do valor por problemas no seu fluxo de caixa, mas Carlomagno exigiu a quantia integral, sendo atendido.
Márcio Carlomagno segue na política do São Paulo e articula contra Massis
O profissional, que estava no clube há 21 anos e durante a gestão Casares chegou ao último cargo, sendo o braço direito do ex-presidente, saiu após a chegada da nova presidência do clube.
Durante o período, foi administrador do estádio, diretor de planejamento e desenvolvimento e assessor da presidência. Teve cargos nas gestões de Aidar, Leco e Julio Casares.
Neste ano, em meio ao afastamento de Casares de Carlos Belmonte, ganhou protagonismo e começou a aparecer mais. Todavia, o novo momento ruiu após ele ter sido citado nas gravações que revelaram um suposto esquema de vendas de ingressos de camarotes do estádio em shows.
Ao ser citado por Douglas Schwartzmann na gravação que veio a público, perdeu prestígio. Ele nega completamente a participação no esquema.
Apesar disso, segue com força nos bastidores e participando de movimentações como a mais recente, que convocou uma reunião urgente no Conselho Consultivo contra Harry Massis após uma suposta venda de ingressos de sua filha.
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